Para os analistas, o aprofundamento do cenário de arrefecimento da economia global, que tende a ocorrer ao longo de 2024, pode ser respondido no Brasil com aceleração do ritmo de cortes da taxa Selic, o que deve impactar mais os trechos curto e intermediário do que a ponta longa da curva de juros.
“Contudo, a inflação implícita para prazos mais curtos já embute uma melhora para o cenário de inflação ao longo do ano, motivo pelo qual a compressão de taxa neste trecho, caso ocorra, viria por meio da queda nas taxas reais de rendimento”, diz Luxas Queiroz, que assina o relatório.
Com base nessa expectativa, o Itaú afirma que o melhor é o investidor aportar em títulos com vencimento curto e médio prazo que estão atrelados ao IPCA, para conservar boas taxas de rendimento real em sua carteira.