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Investimentos

Tesouro Prefixado: retorno de quase 1% ao mês é oportunidade ou armadilha?

Taxas subiram após estresse do mercado; para especialistas, é oportunidade para quem levar até ao vencimento

Por Luíza Lanza

24/04/2024 | 9:37 Atualização: 24/04/2024 | 14:46

Tesouro Direto (Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com)
Tesouro Direto (Foto: Brenda Blossom - stock.adobe.com)

A piora dos fundamentos macroeconômicos no Brasil e no exterior, com perspectiva de juros mais elevados por mais tempo nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e uma maior cautela com o quadro fiscal brasileiro criou um movimento de abertura dos prêmios oferecidos pelos títulos do Tesouro Direto.

Leia mais:
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Como mostramos aqui, na última semana a atenção de investidores se voltou ao tão falado “IPCA + 6%”, um nível de juro real que geralmente só aparece em momentos de estresse e é tido como um investimento imbatível.

Mas não foi só o Tesouro IPCA+ que viu suas taxas aumentarem. A abertura da curva de juros também fez com que o Tesouro Prefixado fosse negociado com rendimentos mais elevados.

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Nesta terça-feira (23), o Tesouro Direto oferecia três opções de títulos prefixados ao investidor:

  • Tesouro Prefixado 2027: rentabilidade anual de 10,89%, com vencimento em 01 de janeiro de 2027 e investimento mínimo de R$ 30,31;
  • Tesouro Prefixado 2031: rentabilidade anual de 11,61%, com vencimento em 01 de janeiro de 2031 e investimento mínimo de R$ 33,71;
  • Tesouro Prefixado com juros semestrais 2035: rentabilidade anual de 11,57%, com vencimento em 01 de janeiro de 2035 e investimento mínimo de R$ 37,68.

Para muitos especialistas, as taxas de juros atuais abriram uma janela de oportunidade para investir nesses ativos, que viram a rentabilidade ser reduzida desde o ano passado, quando a Selic começou a ser reduzida. Afinal, os retornos estão muito próximos do tão sonhado 1% ao mês na renda fixa.

Mas a posição em prefixados não é tão unânime quanto a do Tesouro IPCA entre investidores, que temem “travar” o dinheiro em um cenário conturbado que ainda pode resultar em novas aberturas nas taxas.

Se os receios se confirmarem, o investidor que aplicar dinheiro agora estaria sujeito a perder melhores oportunidades adiante ou até a ver seus ativos desvalorizarem na marcação a mercado.

Leia mais: A inflação e o dólar devem subir mais em 2024? Veja o que diz o mercado

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“Está melhor comprar agora do que ter comprado duas semanas atrás, antes dessa subida das taxas”, diz Letícia Camargo, planejadora financeira CFP pela Planejar. “Mas é um momento complicado, com guerras se acirrando e mudança do arcabouço fiscal. Ainda podemos ver uma subida de taxas”.

Oportunidade ou armadilha?

Na visão do Santander, as atuais taxas dos títulos prefixados são uma oportunidade de investimento. O cenário base do banco prevê que a Selic caia até 9% no fim de 2024 e mais um ponto percentual até o final de 2025. Nesse sentido, as taxas, hoje ao redor de 10%, estão elevadas.

“Sem dúvida, este movimento abre espaço para alocação, desde que o investidor tenha perfil para tomar risco”, afirma Caio Camargo, estrategista de Investimentos do Santander Brasil. “Pode ser que a marcação de curto prazo sofra um pouco, mas pensando no longo prazo é um investimento atrativo que pode fazer sentido para todos os investidores, com percentual de alocação na carteira adequado ao seu perfil”.

A recomendação do Santander é que a posição em prefixados não ultrapasse 5% da carteira para investidores conservadores. Para perfis moderados ou arrojados, o time do banco vê espaço para uma alocação entre 12% a 15%.

O risco dos prefixados que precisa estar no radar de quem optar por investir nesses ativos é a marcação a mercado. Apesar de serem títulos de renda fixa, o preço dos ativos varia diariamente de acordo com a oferta e demanda no mercado secundário.

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Se as taxas oferecidas pelo Tesouro Direto aumentarem, quem já investiu pode ver seus títulos desvalorizarem – nesse caso, se o investidor precisar vender as posições antes do prazo de vencimento contratado, pode perder rentabilidade.

“Uma abertura na curva de juros pode trazer diretamente uma reprecificação nos títulos prefixados, pois os investidores acabam exigindo mais prêmio para os títulos, trazendo volatilidade para a marcação a mercado destes papéis”, destaca Pedro Marinho Coutinho, especialista em mercado de capitais e sócio da The Hill Capital.

É por isso que os especialistas destacam que o momento dos prefixados é de oportunidade apenas para quem visa levar o título até o vencimento. Nesse caso, mesmo que o preço do ativo varie de acordo com a marcação a mercado, no fim do prazo o investidor terá a rentabilidade que contratou.

“É uma janela de oportunidade para o investidor aumentar um pouquinho o percentual de prefixados na carteira dele, desde que fique atento a todos esses fatores para entender se o ativo é de fato o investimento que vai ter utilidade na carteira dele”, ressalta Antônio Sanches, analista da Rico. A preferência da corretora é pelos títulos com vencimento entre quatro e cinco anos.

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