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Investimentos

Só 7 títulos do Tesouro Direto se salvam de perdas em outubro; veja a lista de rendimentos

Papéis atrelados à dívida do Governo apresentaram desvalorização pela marcação a mercado; entenda

Por Jenne Andrade

31/10/2024 | 18:38 Atualização: 01/11/2024 | 13:42

Aumento nas taxas indica as preocupações do mercado com a política fiscal e as expectativas de inflação. Foto: Adobe Stock
Aumento nas taxas indica as preocupações do mercado com a política fiscal e as expectativas de inflação. Foto: Adobe Stock

A maioria dos títulos públicos do Tesouro Direto desvalorizou em outubro. Das cerca de 50 papéis que estão nas mãos dos investidores, pelo menos 43 apresentaram prejuízos. O maior deságio ocorreu no Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2065, com uma queda de 12,89%. Por ter o vencimento mais longo, é também o cupom mais volátil de toda a prateleira. Já o maior ganho entre títulos que sofrem marcação a mercado, ficou no vencimento mais curto: o Prefixado com juros semestrais para 2025 apresentou valorização de 0,84%.

Leia mais:
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Esse resultado majoritariamente negativo vem da escalada das taxas no mês. As rentabilidade bateram recordes no período, refletindo o aumento das incertezas econômicas. No geral, quando há uma percepção de elevação de risco em relação a um País, os investidores passam a exigir prêmios maiores para financiar a dívida daquele Estado. O Tesouro RendA+ 2065, por exemplo, viu suas rentabilidades subirem de 6,3% ao ano para 6,6% ao ano.

Já o rendimento do Tesouro Prefixado 2031 saiu de 12,55% ao ano para 12,98% ao ano. No meio de outubro, chegou a atingir o recorde de 13,02% de rentabilidade ao ano. O mesmo ocorreu com o Tesouro IPCA+2029, que chegou a encostar em 7% de juro real. Ou seja, acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – um patamar raro, geralmente atingido em épocas de crise econômica.

  • Leia também: Risco fiscal – qual é o ‘número mágico’ para acalmar os ânimos do mercado?

Vale lembrar que quando as rentabilidades sobem os títulos desvalorizam em função do mecanismo chamado “marcação a mercado“. Em termos gerais, quanto mais as taxas sobem, mais os preços dos papéis caem. Para fugir dessa volatilidade, o investidor precisa deixar o capital até a data estipulada no título ou optar pelo Tesouro Selic. Atrelado à taxa básica de juros Selic, hoje em 10,75% ao ano, é o único que não sofre esse tipo de variação diária.

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“As taxas dos títulos públicos no Brasil subiram em outubro de 2024 principalmente devido a fatores econômicos como o aumento das expectativas do mercado sobre inflação e preocupações com o cenário fiscal no Brasil”, afirma Simone Albertoni, especialista em renda fixa na Ágora Investimentos.

O cenário fiscal do País vem preocupando especialistas, pelas perspectivas de alta nos gastos do Governo. “Os gastos públicos são um fator relevante para a economia de um País pois são valores expressivos injetados na economia. Quando temos a injeção desse recurso sem aumentar a produção do país, a consequência é a alta da inflação no horizonte relevante. Com o aumento da inflação, é esperado que os juros tenham que ser maiores para conter esse efeito, por isso a retomada do ciclo de alta de juros pelo Banco Central”, afirma Oswaldo Meireles, planejador financeiro CFP e sócio da Eu me banco.

Em setembro, o Banco Central subiu a Selic para 10,75% ao ano, na primeira elevação desde 2022.  A expectativa expressa no Boletim Focus é de que os juros cheguem a 11,75% ao ano até o fim de 2024.

Qual título escolher

Com as taxas nas máximas, o cenário é atrativo na renda fixa. Contudo, o investidor precisa ter em mente que títulos prefixados e híbridos poderão sofrer volatilidade e, caso precise resgatar o capital antes do vencimento, poderá ter perdas. Já se deixar até a data acordada, terá exatamente a rentabilidade combinada – que está bastante alta.

Meireles, planejador financeiro CFP e sócio da Eu me banco, aponta que um título IPCA+6,5%, prêmio médio atual, tem o poder de triplicar o patrimônio investido em um período de 10 anos. Os papéis de inflação são os preferidos do especialista, mas ele prevê que as rentabilidades podem ficar ainda maiores nos próximos meses.

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“Não há dúvida de que as taxas negociadas atualmente são atraentes”, diz Meireles. “É importante o investidor levar em conta o perfil de risco e objetivo com a aplicação, afinal o que está bom pode ficar melhor ainda se a trajetória da dívida continuar neste caminho.”

Já Albertoni prefere os conservadores pós-fixados para quem só pode deixar o capital aplicado a prazos mais curtos. Vale lembrar que estes ativos estão pagando em média 10,75% ao ano, sem marcação a mercado e com possibilidade de resgate a qualquer momento.

“Para prazos mais longos, o Tesouro IPCA+ está com ganhos reais atrativos e é um importante instrumento de proteção contra inflação. Compõe de forma estratégica o portfólio”, afirma a especialista da Ágora Investimentos. Veja abaixo os preços e taxas do Tesouro Direto nesta quinta-feira (31).

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