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Investimentos

TRGAR11 despenca quase 15% com nova projeção de dividendos: mercado pesou a mão com o FII?

Postura conservadora da gestão do fundo imobiliário frustra o mercado e pesa sobre o desempenho das cotas

Por Daniel Rocha

29/01/2026 | 14:46 Atualização: 29/01/2026 | 16:28

Os fundos imobiliários são investimentos isentos de IR e costumam pagar dividendos mensalmente (Foto: Adobe Stock)
Os fundos imobiliários são investimentos isentos de IR e costumam pagar dividendos mensalmente (Foto: Adobe Stock)

Enquanto o Ifix avança quase 2% em 2026 diante da expectativa de queda de juros no Brasil, as cotas do fundo imobiliário TG Ativo Real (TRGAR11) seguem na direção contrária e afundam quase 15% no ano. O desempenho reflete o descontentamento dos investidores com a revisão do guidance (projeções) de dividendos para os próximos seis meses.

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No último relatório gerencial, divulgado ao mercado na segunda-feira (26), a gestão afirmou que os proventos a serem pagos aos cotistas devem ficar entre R$ 0,70 e R$ 1 por cota, abaixo do intervalo anterior, entre R$ 0,90 e R$ 1,10. Segundo o fundo, a decisão está ligada ao cenário de juros ainda restritivo e à necessidade de preservação de caixa dos empreendimentos.

O TG Ativo Real (TRGAR11) é o maior fundo imobiliário de desenvolvimento da indústria e atua como investidor em projetos imobiliários, que incluem desde a idealização do empreendimento até a venda do ativo. A mudança frustrou os investidores e pressionou o desempenho das cotas.

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Mas, para Leonardo Verissimo, analista de Fundos Imobiliários da Eleven Financial, a recente desvalorização abriu espaço para ganho de capital. Por isso, ele acredita em uma reavaliação positiva do valor patrimonial, impulsionada por um elevado valor ainda destravado com os projetos. “Assim, o TGAR11 não é o veículo mais indicado para quem busca renda no curto prazo, mas pode fazer sentido para o investidor com visão de médio e longo prazo, focado em valorização”, afirma.

Já Marcelo Potenza, analista de Fundos Imobiliários na Levante Corp, tem uma avaliação diferente. Segundo ele, o novo guidance representa uma projeção de queda de até 30% nos dividendos e, diante do risco elevado do portfólio, os investidores tendem a exigir retornos mais altos para compensar esse nível de risco. “A reação do mercado precifica uma queda abrupta nos proventos e não me parece tão exagerada, dado a elasticidade do guidance e a possibilidade de uma queda de 30% na distribuicao mensal”, destaca.

Atualmente, o FII possui um patrimônio líquido de R$ 2,52 bilhões, dos quais cerca de R$ 2 bilhões estão alocados na carteira de equity, por meio de participações em Sociedades de Propósito Específico (SPEs, organizações empresariais criadas para o desenvolvimento de um único projeto). Do total investido, 72,4% estão em projetos com obras avançadas e vendas em andamento, enquanto 22,5% têm menos de 80% das obras concluídas e 5,1% ainda estão em fase inicial.

“Considerando a composição do portfólio, o estágio de maturidade dos ativos, o volume de estoque e a carteira vendida a receber, a leitura da gestão é que, no curto prazo, a estratégia deve permanecer conservadora, com foco na preservação de caixa nas SPEs”, justificou o fundo sobre a revisão.

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Na sessão desta quinta-feira (29), por volta das 14h30 (de Brasília), as cotas do TG Ativo Real (TRGAR11) estendiam as perdas e recuavam 1,15%, cotadas a R$ 79,08 cada uma.

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