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Investimentos

Vale a pena investir com o dólar abaixo de R$ 5?

Pautas no Congresso, como reforma tributária e arcabouço fiscal, geraram otimismo para valorização do real

Por Rebecca Crepaldi

11/07/2023 | 8:49 Atualização: 11/07/2023 | 13:38

Dólar americano. Foto: Envato Elements
Dólar americano. Foto: Envato Elements

Após quedas sequenciais, o dólar se recupera levemente. No dia 26 de junho, a moeda americana foi cotada a R$ 4,76, um patamar que não era visto desde 31 de maio de 2022. Agora, de acordo com o pregão desta segunda-feira (10), a moeda fechou em R$ 4,88. Com essa valorização, será que é o momento de investir em dólar ou ele pode voltar a cair?

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  • UBS faz novas projeções para cotação do dólar em 2023

“Assim como temos espaço para que o dólar chegue próximo dos R$ 4,50, também temos espaço para que volte a subir. Temos fatores externos, como a desaceleração nas economias dos Estados Unidos e da Europa e possíveis novos aumentos nas taxas de juros dos países desenvolvidos, que podem ajudar a migrar os investimentos dos países emergentes para esses grandes centros”, explica Haryne Campos, especialista em câmbio na WIT Exchange. Veja análise de para onde vai o dólar aqui

Caso essa tese se consolide e os investidores tirem o dinheiro do Brasil para colocar nos Estados Unidos, a moeda americana poderá valorizar. Atualmente, segundo um levantamento da Economatica feito para o E-Investidor, o real está na terceira posição de valorização frente ao dólar em um ranking que compara 25 moedas, no período de 31 de dezembro de 2022 a 7 de julho de 2023.

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“A ideia por trás do movimento, é de que, talvez, o real tenha se valorizado bastante em relação ao cenário um pouco mais otimista que nós temos para o Brasil, principalmente com a perspectiva da queda de juros que nós teremos à frente”, explica Marianna Costa, economista-chefe do TC, ao avaliar o levantamento. Com a taxa de juros mantida em 13,75%, o Brasil segue sendo atrativo nos ativos de renda fixa. Já com o corte, a investimentos de risco como a Bolsa pode ser valorizar, como aponta o Santander.

Ainda segundo Costa, o dólar vem perdendo valor ao longo das últimas semanas frente a outras moedas, não só dos países desenvolvidos, como dos emergentes, como é mostrado no levantamento. "Mas é muito difícil de dizer se essa tendência de apreciação continua. É mais razoável a gente pensar que ele vai ficar orbitando perto dos R$ 5 ao longo da segunda metade desse ano e muito provavelmente em 2024 também."

Contexto interno e externo impulsionam valorização do real

Sobre o contexto interno, Celso Pereira, diretor de investimentos da Nomad, também aponta que o alívio com o novo governo também vem dando alento interno ao real. A exemplo, ele cita que o mercado digeriu bem o novo arcabouço fiscal e diz que a aprovação na Câmara da reforma tributária reforçou o otimismo interno. Nesta reportagem, o E-Investidor mostra as visões para o dólar com a reforma.

Outro fator que impulsiona esse mesmo otimismo do mercado é a eventual queda da taxa básica de juros: “A política monetária mais restritiva com a Selic atualmente em 13,75% ao ano – a despeito das críticas do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra as decisões do Banco Central (BC) – contribui para o interesse pelo real brasileiro [atualmente]. A perspectiva de queda de juros em 2023 aumenta a atratividade de fluxos em renda fixa para o Brasil, o que pode ser positivo para o real também”, complementa Pereira.

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Ele ainda cita que, por conta de um cenário mais positivo, houve elevação da perspectiva de crédito do Brasil de estável para positiva pela agência S&P Global, o que pode atrair mais investidores e colaborar com a valorização do real frente a moeda americana.

O contexto externo, por sua vez, também colabora para a desvalorização do dólar e impulsiona o real. "O risco de recessão nos EUA está cada vez mais preocupando os investidores. Os juros de curto prazo altos e a inversão da curva de juros sugerem que uma recessão pode ocorrer nos próximos 12 meses, impactando negativamente a perspectiva para a economia do país e para o dólar", afirma Pereira.

O mercado conta com mais um aumento de juros de 0,25% em 2023, na reunião de julho do comitê que define a política monetária nos EUA, Fomc (Federal Open Market Committee, na sigla em inglês), levando a taxa básica de juros para uma faixa de 5,25% a 5,5%. "Esse aumento leva em conta a persistência do núcleo da inflação nos EUA, principalmente no setor de serviços. Em linha com esses desenvolvimentos, o índice DXY, que mede o valor do dólar contra uma cesta de moedas de países desenvolvidos, caiu cerca de 3,3% nos últimos 12 meses", diz.

Onde posso investir em dólar?

Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora, comenta sobre um investimento bom para se fazer em dólar, neste momento, serem os Certificate of Deposit (CD), equivalente aos Certificados de Depósito Bancário (CDB) no Brasil. De acordo com ele, atualmente, os CDs estão pagando em torno de 5% nos EUA. “Acaba sendo uma rentabilidade interessante, para quem vai estar efetivamente em dólar”, afirma.

Já Pereira, dá a dica: "Uma estratégia interessante é investir em dólar de forma contínua e disciplinada, com um valor fixo em reais, para obter um valor médio ao longo do tempo. Por exemplo, investir mensalmente R$ 2 mil distribuindo R$ 500 por semana, tende a produzir uma média semanal e suavizar picos e anomalias na cotação do dólar".

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Em relação aos investimentos para lucrar em dólar, Pereira comenta sobre a renda fixa americana com vencimento de curto prazo ser atrativa aos brasileiros. "Além de aproveitar um preço de entrada do dólar no nível mais baixo dos últimos 12 meses, o investidor local aproveita dos juros de curto prazo historicamente altos nos EUA, no nível mais alto em 16 anos", comenta.

Esse investimento, segundo o especialista, tem como vantagem a alta liquidez, o que permite ao investidor ajustar sua alocação dependendo do cenário americano. "Por exemplo, em caso de recessão, e consequente correção no preço de ações e fundos imobiliários nos EUA, o investidor terá a oportunidade de resgatar a renda fixa líquida em dólar e entrar nesses ativos de risco em preços mais interessantes", destaca.

Além disso, ele também cita que ações de grandes empresas de tecnologia e de empresas ligadas à indústria de inteligência artificial tiveram grande valorização no primeiro semestre de 2023. "No mesmo caso de uma recessão em breve, poderá haver a oportunidade de um preço de entrada mais atrativo nesses ativos", diz.

A especialista Haryne Campos também comenta sobre o investimento em dólar servir como proteção e diversificação da carteira em uma moeda forte. “Isso atenua o risco de ter todo o seu investimento em uma só moeda, um só país. Não é uma regra, mas por tendência do mercado, quando a Bolsa cai, o dólar sobe. Tanto para investimento, quanto para quem está indo viajar, a dica é realizar a compra em partes para que seja feito uma média da cotação.”

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Costa também enfatiza a visão de Campos sobre ter uma carteira equilibrada em investimentos offshore e onshore. "O investimento em dólar está muito mais ligado a um balanço de risco. Isso porque é muito difícil pegar a tendência da moeda. Então 'se é esse o momento de se posicionar em dólar ou não', é muito complicado dizer. O que faz sentido é que a diversificação converse com o restante do portfólio."

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