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Investimentos

Vantagem ou cilada? Petrobras poderá pagar dividendos mesmo com prejuízo

Nova política de remuneração aos acionistas foi apresentada na última terça-feira (27)

Por Jenne Andrade

30/10/2020 | 9:27 Atualização: 30/10/2020 | 9:27

Roberto Castello Branco, presidente da Petrobrás.  (Sergio Moraes/ Reuters)
Roberto Castello Branco, presidente da Petrobrás. (Sergio Moraes/ Reuters)

A Petrobras apresentou uma nova política de dividendos na última quarta-feira (28). Agora, mesmo quando o endividamento bruto da estatal superar o teto de US$ 60 bilhões, o pagamento de proventos aos acionistas poderá ser feito. O critério, entretanto, é que seja constatada a redução da dívida líquida nos 12 meses anteriores e que a administração da petrolífera entenda que não afetará a sustentabilidade financeira.

Leia mais:
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Já quando o endividamento bruto estiver abaixo do teto, a companhia pode propor o pagamento de dividendos em valores acima do mínimo legal obrigatório. Ambas condições poderão acontecer ainda que a Petrobras registre prejuízo. Na prática, o novo guidance de remuneração vai permitir que a exploradora de petróleo pague muito mais dividendos aos investidores.

A novidade deixou o mercado em alerta sobre possíveis riscos embutidos nessa medida. Especialistas consultados pelo E-Investidor apontaram vantagens, mas também preocupações.

Vantagens: conduta mais transparente

No comunicado em que a Petrobras avisa aos acionistas sobre a aprovação da Política de Remuneração, a empresa explica o objetivo é tornar o pagamento de dividendos compatível com a geração de caixa da companhia, independentemente de registrar lucro contábil naquele período.

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Leia também: Quanto é preciso investir para viver de dividendos

De fato, os resultados do terceiro trimestre de 2020 esclarecem bem essa questão. A empresa reportou prejuízo contábil de R$ 1,5 bilhão no terceiro trimestre deste ano, revertendo o lucro registrado no mesmo período de 2019, de R$ 9 bilhões. Contudo, a empresa teve uma geração de caixa (medida pelo lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) acima das expectativas do mercado, de R$ 33,4 bilhões.

“A atualização de política de dividendos mostra que eles querem sair da abordagem contábil para uma mais prática, alinhada a verdadeira capacidade de geração de caixa da empresa”, afirma Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos. “O Roberto Castello Branco [presidente da Petrobras] sempre aponta que o objetivo principal da companhia é geração de valor para os acionistas e agora ele está fazendo isso da forma mais direta possível.”

O especialista vê com bons olhos a nova medida, que deve ser mais um passo em direção à transparência e enquadramento da estatal nas novas demandas do mercado. De acordo com Arbetman, a indústria de óleo e gás tem sido muito questionada em relação ao ESG, o que resulta em perda de investidores – principalmente grandes fundos.

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“Os grandes fundos têm olhado para a energia sob um prisma sustentável e isso demanda das petrolíferas uma formulação de políticas mais claras e diretas aos acionistas. A nova política da Petrobras é uma delas”, afirma Arbetman. “Quando você utiliza a geração de caixa como parâmetro, passa mais clareza, porque diminui o hiato entre o que entrou nos cofres da companhia e o que de fato está saindo.”

Além da questão de transparência, a atualização não tem caráter definitivo e pode ser atualizada anualmente. “Não há nada no estatuto da companhia que faça com que a política seja fixa, aliás, a antiga política foi criada ano passado. Em resumo, a indústria de petróleo é madura, global, e requer o pagamento de proventos”, diz Arbetman.

Preocupações: influência governamental e impacto nas contas

Para Gustavo Bertotti, economista-chefe da Messem Investimentos, a abertura de possibilidades para o pagamento de dividendos também traz uma dúvida sobre a influência do Governo na Estatal, já que é a própria União é a acionista majoritária da empresa – e para quem boa parte dos dividendos seriam direcionados.

“Não é muito comum isso que está acontecendo, acho que pode impactar como o mercado vê o nível de intervenção na empresa, que é uma estatal”, explica. O especialista ressalta que apesar da Petrobras ter hoje uma gestão muito sólida, a nova política pode afetar o caixa da empresa. “Claro que ainda não se sabe a quantidade que vai ser aprovada para dividendos, e também não é algo tão simples assim. Vai gerar muitas notícias ainda, além de muita volatilidade em cima do papel.”

Visão de mercado para Petrobras

Ambos os especialistas tem visão positiva para Petrobras (PETR4). No caso da Ativa, a recomendação é de compra, com preço-alvo de R$ 35,90. A estimativa representa um salto de 86% em relação à cotação de R$ 19,29, registrada no fechamento desta quinta-feira (29).

“Gostamos dos resultados de hoje pela capacidade de geração de caixa operacional. Cada vez mais a empresa vem mostrando que possui uma atuação diferente, com qualidade e foco nos resultados”, explica Arbetman, da Ativa.

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A empresa também estaria com os papéis bastante descontados. O PETR4, por exemplo, acumula queda de 36% no ano. “É uma empresa muito ligada à retomada econômica, à volta do setor aéreo e etc. Mas é um segmento muito promissor”, diz Bertotti.

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