• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Para driblar a crise: variante Delta favorece aplicação em Ouro

O ativo desvalorizou este ano, mas continua sendo estratégico na carteira de investimentos

Por Luana Meneghetti

31/08/2021 | 3:00 Atualização: 30/08/2021 | 21:44

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

A incerteza gerada no cenário macroeconômico global pela pandemia do novo coronavírus  fez o ouro ganhar destaque no ano passado, em que acumulou valorização de 56% e bateu recorde de preço, cotado a mais de US$ 2 mil. Com a retomada gradual das economias neste ano, o ativo vem sofrendo algumas desvalorizações e já acumula perdas de 9,41% em 2021.

Leia mais:
  • Fim da olimpíada? Ouro e prata despencam em agosto
  • Além das Olimpíadas: como estão ouro, prata e bronze nos investimentos
  • Inflação alta faz investidores voltarem ao Tesouro Direto em 2021
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mas os riscos da variante Delta e o anúncio do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, durante o simpósio de Jackson Hole na última sexta-feira (27), turbinaram uma nova alta mediante o movimento de queda do dólar e dos juros dos Treasuries.

Após o discurso, os preços dos contratos do ouro com entrega para dezembro encerraram a sessão de sexta-feira (27) cotado a US$ 1.819,50, alta de 1,35% na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). No acumulado da semana, o contrato do metal subiu 1,99%.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Há alguns dias, o fundador da Mobius Capital Partners, Mark Mobius, passou a recomendar aos investidores uma aplicação de 10% da carteira no ativo em decorrência da desvalorização global das moedas após os intensos estímulos de recursos injetados nas economias. “A desvalorização das moedas globalmente será bastante significativa no próximo ano, considerando a incrível quantidade de oferta de moeda impressa”, disse em entrevista para a Bloomberg.

Apesar dos altos e baixos, o metal não sai de moda: ele é estratégico e fundamental para proteger países e investidores da inflação e de eventos adversos. Historicamente, o ouro sempre foi utilizado como proteção em momentos de estresse econômico por ser considerado um dos ativos mais tradicionais para a reserva de valor, usado durante muito tempo como lastro para as moedas.

Durante a crise imobiliária nos Estados Unidos, em 2007, ele valorizou 31%. Após o ataque às Torres Gêmeas, em 2001, o preço do metal saiu da casa de 1% e atingiu o pico com alta de 23%, de acordo com dados disponibilizados pela XP Investimentos.

Segundo Luiz Fernando Carvalho, estrategista chefe da Ativa Investimentos, quando existe uma percepção de risco e desvalorização das moedas por conta da inflação ou de alguma crise global, o ouro se torna um porto seguro dos países e também dos investidores, que passam a incluir ou ampliar a posição no ativo. Vale ressaltar que o banco J.P. Morgan projeta uma inflação global acima de 3%.

Publicidade

As preocupações com a variante Delta, a retomada de conflitos no Afeganistão e a escalada de tensões entre Estados Unidos e China podem voltar a aquecer a procura do ouro até que a situação se normalize, diz Paula Zogbi, analista de investimentos da Rico.

Diversos países aumentaram suas reservas de ouro nos últimos meses. As compras realizadas por Tailândia, Hungria e Brasil no segundo semestre deste ano somaram 200 toneladas, de acordo com o Gold Hub. Sérvia e Gana também têm buscado aumentar suas posições.

Segundo o World Gold Council, um em cada cinco bancos centrais pretende elevar suas reservas no próximo ano. Estados Unidos, Alemanha, Itália, França e Rússia são os países com as maiores reservas de ouro. “Estamos acompanhando um excesso global de emissões das moedas fiduciárias e isso gera algumas dúvidas e incertezas, o que têm levado ao aumento do percentual desses governos em ativos como o ouro, que são resilientes diante qualquer crise”, diz Carvalho.

Perspectivas

As taxas de juros baixas são fator fundamental para valorização do ouro, mas um movimento de alta em diversos países, como está ocorrendo no Brasil, pode frear a procura. Nos EUA, o último discurso do Fed na sexta-feira (27), sinalizou a manutenção das taxas de juros baixas, fazendo o ativo se valorizar novamente.

“O impacto negativo que as taxas mais altas poderiam trazer provavelmente será compensado pelos efeitos mais duradouros e consequências não intencionais de políticas monetárias e fiscais expansionistas criadas para apoiar a economia global. Isso pode incluir inflação, desvalorização da moeda e maior exposição a ativos de risco em carteiras”, avalia o Gold Hub em relatório sobre as perspectivas para o ouro em 2021.

Publicidade

Para Roberto Motta, chefe da mesa de derivativos da Genial Investimentos, é difícil prever se o cenário macroeconômico vai beneficiar ou prejudicar os preços do ouro. Porém, ainda existem riscos globais a serem monitorados que podem impactar novamente na valorização do metal.

Como investir

No fechamento do mercado desta segunda-feira (30), o ouro era negociado a US$ 1.812,20, recuo de 0,40%, revertendo os ganhos após a fala de Powell. Apesar dos altos e baixos, estrategistas recomendam manter os ativos na carteira. “É importante ter de 2% a 5% do portfólio de investimentos em ouro como estratégia de defesa”, aconselha Motta.

É possível investir no ativo comprando barras de ouro, em barra ou lâminas. Nessa opção, o investidor precisa buscar uma corretora autorizada pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). No entanto, não é a opção mais indicada pelos analistas devido às questões de segurança, risco de liquidez e aos gastos para o serviço de custódia do metal nas corretoras.

Outras alternativas são os fundos lastreados em contratos financeiros de ouro, mais acessíveis aos investidores. Entre os fundos disponíveis no mercado, há o Trend Ouro FIM da XP, com aplicação mínima de R$ 100 e taxa de administração de 0,50%. Também é possível investir por meio do ETF GOLD11, que replica o iShares Gold Trust, da BlackRock.

A Órama tem na prateleira o Órama Ouro FIM. O fundo acumula um patrimônio líquido de R$ 216,3 milhões e retorno positivo de 38,55% nos últimos 24 meses. Porém, nos últimos 12 meses, houve queda no retorno, que está negativo em 15,16 %.

Publicidade

As ações também apresentam boas oportunidades. Segundo Zogbi, da Ricco, uma boa opção é investir em empresas mineradoras de ouro. No Brasil, as ações da Aura Minerals estão disponíveis por meio de BDRs na B3.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • covid-19
  • Crise
  • Fundos de investimento
  • Inflação
  • Investimentos
  • Ouro
Cotações
02/02/2026 23h26 (delay 15min)
Câmbio
02/02/2026 23h26 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ele comprou uma empresa quase falida de Warren Buffett por US$ 1 mil e a transformou em uma gigante de US$ 98 bi

  • 2

    A revolta dos bilionários da Califórnia contra um imposto anual de 1%

  • 3

    O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

  • 4

    Ibovespa hoje abre mês em alta apesar da cautela internacional com paralisação dos EUA; ouro e Focus ficam no radar

  • 5

    O ouro é o novo dólar: por que investidores estão revendo o papel da moeda americana como porto seguro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: veja como contestar e recuperar os valores cobrados
Imagem principal sobre o Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Logo E-Investidor
Veja se você pode antecipar o saque-aniversário do FGTS mesmo com dívidas na Caixa
Imagem principal sobre o FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Logo E-Investidor
FGTS: é possível antecipar o saque-aniversário com dívidas na Caixa?
Imagem principal sobre o 4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Logo E-Investidor
4 dicas para planejar a própria aposentadoria para os 50 anos
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: passo a passo para contratar o empréstimo de antecipação
Imagem principal sobre o Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Logo E-Investidor
Saldo retido do FGTS: qual valor será liberado na segunda etapa?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quais capitais foram integradas no programa?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: como consultar a situação do benefício em 2026?
Últimas: Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA
Investimentos
As duas palavras que resumem o bom início de ano do Ibovespa, segundo o Itaú BBA

Investidores estrangeiros entraram com R$ 23 bilhões na B3, impulsionando o índice para uma alta de 12,5% e novos recordes históricos

02/02/2026 | 14h59 | Por Luíza Lanza
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?
Investimentos
Ouro e prata caem forte após rali histórico. O que explica a queda?

Correção ou mudança de ciclo? Alívio com o Fed e realização de lucros provocam tombo, mas fundamentos seguem no radar

02/02/2026 | 13h48 | Por Daniel Rocha
Lucro da Usiminas (USIM5) volta no 4T25 com ajuda da mineração, mas aço segue pressionado, diz Genial
Investimentos
Lucro da Usiminas (USIM5) volta no 4T25 com ajuda da mineração, mas aço segue pressionado, diz Genial

Prévia do balanço no quarto trimestre mostra divisão de aço ainda fragilizada; veja a recomendação e o preço alvo para a siderúrgica

02/02/2026 | 09h38 | Por Isabela Ortiz
O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs
Investimentos
O investidor invisível: como o capital estrangeiro está moldando a indústria de FIIs

Participação estrangeira ainda é pequena, mas movimentações financeiras do grupo já alteram a dinâmica da indústria

02/02/2026 | 07h09 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador