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Mercado

As 4 ações do Ibovespa com queda superior a 50% no ano

Na maioria dos casos, as empresas foram afetadas por outros problemas além da pandemia

Por Mateus Apud

17/07/2020 | 16:50 Atualização: 20/07/2020 | 20:46

(Foto: Aline Bronzati/Estadão Conteúdo)
(Foto: Aline Bronzati/Estadão Conteúdo)

Se por um lado algumas ações têm nadado contra a maré e resistido aos efeitos negativos causados pela pandemia de coronavírus, outras foram amarradas pela má-fase do Ibovespa – em seu pior momento da crise, a Bolsa registrou queda superior a 45% – e amarguram desvalorizações acima de 50%.

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Apesar de o índice ter recuperado mais de 50% e diminuído a queda anual, hoje em -13,05%, a Bolsa ainda tem encerrado pregões em queda. A quinta-feira (16) foi mais um dia de baixa: o Ibovespa fechou em queda de 1,22%, aos 100.553,27 mil pontos.

Há quatro ações ancoradas neste cenário de baixa e que se destacam por uma performance ainda pior. Em ordem alfabética, os papéis com desvalorização superior a 50% desde o início do ano são: Azul (AZUL4), Embraer (EMBR3), Hering (HGTX3) e IRB Brasil (IRBR3).

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Segundo especialistas em investimentos consultados pelo E-Investidor, há outros fatores além da covid-19 que explicam o desempenho ruim dessas empresas no período. Veja o ranking das ações que mais desvalorizaram no ano e os motivos por trás da queda:

As ações com desvalorização superior a 50% no ano

Empresa Variação desde janeiro
IRB Brasil (IRBR3) -77,02%
Azul (AZUL4) -62,17%
Embraer (EMBR3) -58,13%
Hering (HGTX3) -54,76%

Fonte: Estadão/Broadcast

Setor aéreo

Com duas empresas do entre as maiores desvalorizações do ano, o setor aéreo é o principal destaque negativo do Ibovespa. A performance ruim foi alavancada principalmente pela covid-19, que impôs rigorosas medidas de isolamento social.

No caso da Azul (AZUL4), que já caiu 62,17% desde janeiro, os especialistas comentam que a companhia foi uma das mais impactadas pela pandemia. França pontua que a empresa “ficou praticamente parada” no primeiro semestre devido às restrições de voo. “A demanda caiu fortemente e derrubou os resultados no curto prazo da empresa”, diz o analista da Ágora.

Apesar disso, ele ressalta que há perspectiva positiva para as companhias do setor. Desde que o governo anunciou um pacote de socorro às aéreas, as empresas esboçaram valorização nas ações. “Ainda assim, como a queda foi forte no começo da crise, elas ainda sofrem com um grande desconto no acumulado do ano”, afirma França.

Em relação ao papel da Embraer (EMBR3), que tem baixa de 58,13%, os especialistas ressaltam que além das restrições impostas pela pandemia, a empresa também foi afetada pelo fim do acordo com a Boeing, que criaria uma joint venture para aviação comercial. “Foi um banho de água fria nas expectativas da companhia”, diz França.

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Para Victor Hasegawa, gestor da Infinity Asset, o fato de diversas companhias não estarem voando por conta da pandemia, a demanda por novas aeronaves caiu em larga escala. “A empresa foi afetada duplamente e por isso foi prejudicada no saldo do ano”, diz.

Hering (HGTX3)

Sobre a varejista, que tem desvalorização de 54,76% no ano, os especialistas lembram que a companhia já apresenta resultados que frustram o mercado desde o quarto trimestre de 2019. “Já havia uma expectativa muito boa para o setor de varejo como um todo na época, mas a empresa não conseguia capturar essa tendência”, diz França.

Segundo Hasegawa, a Hering não obtinha os mesmos resultados que suas concorrentes, pois estava passando por um processo de reorganização de seu modelo de negócio. “Ele já está acontecendo há algum tempo e entrar na crise em reestruturação é a pior coisa para uma empresa”.

Dessa forma, quando a pandemia atingiu a economia brasileira e todas suas lojas físicas foram fechadas, a comapnhia foi muito impactada. “Suas ações foram muito penalizadas por essa situação”, afirma França.

IRB Brasil (IRBR3)

Com o pior desempenho do ano, as ações do IRB Brasil já caíram 77,02%. “A empresa teve muitos problemas com a gestão anterior”, ressalta Hasegawa.

Não é de hoje que a maior resseguradora do País vive um ‘inferno astral’.  Só neste ano, a empresa se envolveu em uma série de escândalos, como a abertura de inquéritos a CVM sobre irregularidades contábeis apontadas pela gestora de fundos Squadra e o falso investimento de Warren Buffett na empresa. “Ela cometeu muitos erros e está sofrendo por isso”, diz Hasegawa.

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Por outro lado, a nova administração parece ter começado a lição de casa para arrumar os erros do passado. “Sua perspectiva está um pouco melhor, mas ela ainda deve sofrer mais neste ano”, completa o gestor da Infinity Asset.

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