EURO R$ 6,22 -0,14% MGLU3 R$ 6,39 -7,39% DÓLAR R$ 5,50 +0,00% PETR4 R$ 31,95 +0,57% BBDC4 R$ 21,30 +2,11% ITUB4 R$ 23,27 -0,13% IBOVESPA 107.937,11 pts -0,92% ABEV3 R$ 14,70 +0,07% VALE3 R$ 83,87 -1,22% GGBR4 R$ 27,80 +1,24%
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Mercado

Abertura de Mercado: Bolsas repercutem com cautela as notícias sobre HSBC e Standard Chartered

Veja a agenda econômica do dia no Brasil e no mundo

Sede da B3 em São Paulo.
Sede da B3 em São Paulo. Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press
  • No exterior, o dia é de aversão ao risco generalizada. Temores em relação à saúde do setor financeiro europeu deixam investidores no mundo na defensiva
  • Novos casos de Covid-19 na Europa e aumento nas ocorrências nos Estados Unidos reforçam dúvidas quanto ao ritmo de crescimento da economia mundial, pressionando os ativos considerados de maior risco
  • Esta aversão ao risco no exterior deve contaminar também de forma disseminada os ativos domésticos, em semana de agenda repleta de indicadores e de decisões capazes de mexer com os ânimos dos investidores

No exterior, o dia é de aversão ao risco generalizada. Temores em relação à saúde do setor financeiro europeu deixam investidores no mundo na defensiva. Os mercados repercutem com cautela relatos de que os britânicos HSBC e Standard Chartered movimentaram amplas somas de fundos por quase duas décadas.

Ainda, novos casos de covid-19 na Europa e aumento nas ocorrências nos Estados Unidos reforçam dúvidas quanto ao ritmo de crescimento da economia mundial, pressionando os ativos considerados de maior risco. Assim, os índices futuros de NY e bolsas europeias operam em baixa
significativa.

O setor bancário lidera as perdas na Europa. Também integra a lista de notícias desfavoráveis aos mercados a de que a Líbia poderá logo restaurar parte de sua oferta de petróleo, o que já empurra as cotações para o campo negativo.

Desta forma, os contratos futuros de petróleo operam em baixa ao redor de 2%. Esta aversão ao risco no exterior deve contaminar também de forma disseminada os ativos domésticos, em semana de agenda repleta de indicadores e de decisões capazes de mexer com os ânimos dos investidores.

Na B3, os bancos devem ser os mais prejudicados. Uma das expectativas nesta semana é pela apresentação do novo programa social, no lugar do Renda Brasil, e pela divulgação do Relatório Trimestral de inflação.

Agenda econômica 21/09

Brasil: A ata do Copom amanhã, o IPCA-15 de setembro na quarta-feira e o relatório trimestral de inflação, na quinta-feira, atualizam as apostas para Selic. Os investidores devem avaliar também ao saldo da conta corrente e o investimento estrangeiro direto de agosto na quarta-feira.

EUA: Hoje, às 9h45, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, discursa em evento da Assembleia Parlamentar Franco-Alemã. O presidente do Fed, Jerome Powell, fala ao Congresso Americano na terça, quarta e quinta-feira. Ao longo da semana, estão previstas as leituras preliminares dos índices dos gerentes de compra (PMI) da Zona do Euro e Estados Unidos (quarta-feira).

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