A abertura de mercado desta quinta-feira (9) começa sob um pano de fundo externo mais cauteloso, em meio às incertezas sobre a trégua no Oriente Médio, que sustentam a alta do petróleo e reduzem o apetite por risco.
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A abertura de mercado desta quinta-feira (9) começa sob um pano de fundo externo mais cauteloso, em meio às incertezas sobre a trégua no Oriente Médio, que sustentam a alta do petróleo e reduzem o apetite por risco.
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Os índices futuros operam em queda em Nova York, enquanto as Bolsas europeias recuam e os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em baixa.
No mercado de câmbio, o dólar mostra comportamento misto frente a outras moedas fortes, com os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, próximos da estabilidade.
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Entre as principais commodities, após queda de mais de 10% na véspera, o petróleo avança ao redor de 3% diante de preocupações com a oferta no Estreito de Ormuz, enquanto o minério de ferro caiu 2,53% na Bolsa de Dalian, fechando a US$ 109,80 por tonelada.
Esse ambiente externo mais cauteloso tende a se refletir nos ativos brasileiros ao longo do dia, com potencial fortalecimento do dólar frente ao real e fôlego mais limitado para o Ibovespa (IBOV).
No pré-mercado americano, as ADRs, American Depositary Receipts, brasileiras apresentam desempenho misto, com a Petrobras (PETR3; PETR4) mostrando viés positivo, amparada pela valorização do petróleo.
Em termos de noticiário doméstico, os investidores seguem atentos a sinalizações do Banco Central (BC) sobre a condução da política monetária e a temas fiscais, além dos desdobramentos judiciais envolvendo a tributação sobre exportações de petróleo.
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