Nesse ambiente, os futuros de Nova York operam sem direção única, enquanto as Bolsas europeias avançam apoiadas por balanços corporativos e as asiáticas fecharam majoritariamente em queda após a decisão do Banco do Japão de manter juros.
No câmbio, o dólar se fortalece frente às principais moedas, ao passo que os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo americano, os Treasuries, seguem em alta.
Entre as commodities, o contrato futuro do petróleo avança quase 3% e o minério de ferro recuou 0,89% na Bolsa de Dalian, encerrando o pregão a US$ 114,38 por tonelada. No Brasil, a combinação de petróleo mais caro e cenário externo menos favorável tende a reforçar as preocupações inflacionárias, justamente na véspera da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).
A expectativa de aceleração do IPCA-15 de abril, puxada por alimentos e combustíveis, pode pressionar a curva de juros e limitar o apetite por risco na Bolsa, sobretudo em um dia de menor tração em Nova York. Investidores também acompanham a divulgação de dados fiscais, as operações do Tesouro no mercado local e os efeitos das medidas recentes do Banco Central no câmbio.