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Mercado

Ações da C&A (CEAB3) saltam 7,3% após notícia sobre a venda da operação no Brasil

Em fato relevante divulgado na noite desta segunda (19), a empresa desmentiu a informação

Foto: Pixabay
  • De acordo com notícia circulada na imprensa, a família fundadora da empresa, que detém 65% da operação brasileira, teria sinalizado a fundos estrangeiros de private equity a intenção de vender o controle acionário da varejista
  • Mais tarde, a empresa soltou um Fato Relevante desmentindo essa informação
  • Antes disso, o mercado já havia precificado a notícia: o papel subiu 7,3%, atingindo a maior cotação desde 5 de março

As ações da varejista de moda C&A (CEAB3) encerraram o pregão de hoje em alta de 7,3%, cotadas a R$ 13,73, o maior valor desde o dia 5 de março. O estopim da valorização repentina foi a informação de que o acionista controlador da empresa tem a intenção de vender o controle acionário da varejista no Brasil.

De acordo com a notícia, publicada no Valor Econômico, a holding Cofra, que administra os negócios da família Brenninkmeijer (fundadora da empresa na Holanda e dona de 65% de participação na C&A brasileira), teria relatado a fundos estrangeiros de private equity que está aberta a analisar uma proposta pelo ativo no Brasil.

Analistas disseram que essa informação já era esperada pelo mercado. Segundo o BTG Pactual, tal intenção acarretaria direitos de tag along de 100% aos minoritários. Esse sistema de proteção garante aos acionistas o direito de vender suas ações caso o controle da companhia mude de mãos.

Empresa desmentiu a informação

Na noite desta segunda-feira, porém, a C&A divulgou um fato relevante negando essa informação. “A Cofra confirma que nenhum processo está em andamento no que diz respeito à C&A e a Cofra continua apoiadora do negócio e sua performance”, informou a empresa, referindo-se à holding controladora.

Com o tickerCEAB3, as ações da C&A brasileira não fazem parte do índice Bovespa. Nos últimos seis meses, a cotação do papel só havia ultrapassado a marca de R$ 13 nos dias 9 de junho (R$ 13,02), 16 de setembro (R$ 13,07) e 17 de setembro (R$ 13,22). Na semana passada, o papel encerrou cotado a R$ 12,80.

Com Reuters e Estadão Conteúdo

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