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Ações de bancos para investir agora: Itaú, BB, Bradesco ou Santander? Saiba qual oferece oportunidade e mais dividendos

Analistas se debruçam sobre os resultados do 2T25 dos "bancões" para avaliar as opções; setor mostra forte volatilidade na Bolsa

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Murilo Melo
Editado por Wladimir D'Andrade

27/08/2025 | 3:00 Atualização: 26/08/2025 | 20:23

Ações Vulcabras (Imagem: Bigc Studio em Adobe Stock)
Ações Vulcabras (Imagem: Bigc Studio em Adobe Stock)

Investidores começaram a reavaliar suas apostas no setor financeiro após a divulgação dos balanços do segundo trimestre de Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander. Com os resultados em mãos, analistas e acionistas passam a comparar os lucros, o histórico de pagamento de dividendos, o desempenho recente das empresas na Bolsa de Valores e as expectativas para os próximos meses, tentando identificar oportunidades entre as ações de bancos para investir.

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Agosto marcou forte volatilidade para os chamados bancões, o que também acende um alerta a investidores. Enquanto Itaú e Bradesco registraram quedas moderadas, Banco do Brasil e Santander apresentaram oscilações mais acentuadas, alimentadas por uma leitura mais frágil de seus resultados diante de incertezas políticas e econômicas que afetam o mercado como um todo.

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Apesar do lucro dos bancos ainda elevado em termos absolutos, a pressão sobre as ações ficou evidente, revelando a sensibilidade do setor a fatores externos e à percepção de risco dos investidores.

O impacto no valor de mercado do setor também chamou atenção. Dados compilados por Einar Rivero, CEO da Elos Ayta Consultoria e especialista em dados financeiros, mostram que, apenas no último dia 19, os grandes bancos perderam R$ 41,98 bilhões, montante equivalente ao valor de mercado da Caixa Seguradora, atualmente avaliada em R$ 40,74 bilhões.

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No mesmo dia, todas as empresas listadas na B3 registraram perdas de R$ 88,44 bilhões, cifra próxima ao valor de mercado da JBS (JBSS3), que hoje é de R$ 87,92 bilhões – veja a reportagem completa aqui.

Apesar da pressão negativa registrada nesse pregão, atribuída à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a Lei Magnitsky, o balanço do mês indica que todas as ações dos grandes bancos brasileiros encerraram o período em valorização, observa Ângelo Belitardo Neto, diretor de gestão da Hike Capital. Até o fechamento de terça-feira (26), o Banco do Brasil liderava com valorização de 10,42% neste mês, seguido por Santander, com valorização de 5,96%. Itaú, por sua vez, avançou 5,87%, e Bradesco acumulou aumento de 5,48%.

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“A performance positiva pode ser explicada pela reação inicial dos investidores aos resultados do 2T25: mesmo com fragilidades em alguns casos, o mercado avaliou que os balanços vieram acima do esperado no Bradesco e no Itaú, enquanto o Banco do Brasil, apesar do corte de guidance (projeções da diretoria) e de dividendos, atraiu compras de curto prazo por conta do desconto do papel em relação ao seu valor patrimonial e por ainda negociar com múltiplos baixos frente ao setor”, explica Neto.

O que os balanços do 2T25 dos bancos revelam aos investidores

Na temporada de balanços do 2T25 dos bancos, as três maiores empresas privadas do setor no Brasil — Itaú Unibanco (ITUB3; ITUB4), Bradesco (BBDC3; BBDC4) e Santander (SANB11) — registraram lucro combinado de R$ 21,234 bilhões, alta de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior. O bom desempenho ocorreu em um contexto de maior cautela no crédito, sem surpresas relevantes na inadimplência e sem aumento acima das expectativas nas provisões para devedores duvidosos (PDD).

Entre eles, o Itaú se destacou, com lucro de R$ 11,5 bilhões, superior à soma dos ganhos de Bradesco e Santander, e retorno sobre patrimônio líquido (ROE) de 23,2%, contra 16% do Santander e 14% do Bradesco, que segue implementando sua reestruturação interna.

  • Leia mais: 3 pontos para o investidor entender a reestruturação no Bradesco

O Banco do Brasil, por sua vez, apresentou resultado mais fraco, com lucro líquido ajustado de R$ 3,784 bilhões, queda de 60% na comparação anual, pressionado principalmente pelo setor de agronegócio – confira os detalhes nesta reportagem.

A instituição revisou a previsão de lucro para este ano, estimando entre R$ 21 bilhões e R$ 25 bilhões, abaixo da média de expectativas compiladas pela empresa global de dados financeiros LSEG, de R$ 26,757 bilhões, e cortou o payout (porcentual do lucro distribuído aos acionistas) para 30%, ante 40% a 45% anteriormente. O ROE do BB no trimestre caiu para 8,4%, muito abaixo dos bancos privados, e a presidente Tarciana Medeiros afirmou que 2025 é um ano de ajuste para acelerar o crescimento.

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No crédito, os bancos adotaram maior cautela. O Santander encolheu 1% sua carteira de pessoa física na comparação trimestral, enquanto Itaú e Bradesco registraram crescimento de 0,4% e 1,3%, respectivamente.

O Bradesco apresentou avanço de 11,7% na carteira geral em 12 meses, mantendo seletividade, inclusive em linhas como consignado privado. Os executivos ressaltaram que, apesar de juros elevados de 15% ao ano e de possíveis efeitos de tarifas internacionais, a inadimplência segue controlada, permitindo crescimento com rentabilidade, especialmente para o Itaú, cuja operação de atacado atingiu ROE de 30% no trimestre.

Como o mercado enxerga os bancões após o 2T25

Bradesco

Fachada do Bradesco, que anunciou balanço financeiro do segundo trimestre de 2025.
Resultado do Bradesco no 2T25 mostra execução do plano de recuperação no caminho certo e analistas indicam compra de BBDC4. (Foto: Adobe Stock)

Na avaliação de Felipe Manara, fundador e CEO da Stoic Capital, a receita de expansão do Bradesco indica uma melhora gradual na rentabilidade e a reestruturação conduzida pelo CEO Marcelo Noronha já apresenta resultados concretos, com perspectivas de ganhos ainda mais evidentes nos próximos trimestres. “O banco, porém, permanece atrás de concorrentes como o Itaú Unibanco na transformação digital e ainda existem incertezas sobre a rentabilidade das linhas de crédito subsidiadas pelo governo”, diz.

Para Alexandre Abu-Jamra, CEO da Klooks, empresa de tecnologia focada em análise financeira, o Bradesco registrou avanço no lucro e acelerou o crescimento da carteira de crédito, beneficiado pela expansão em serviços e seguros. “Apesar desses resultados positivos, o banco ainda gera preocupação em relação à inadimplência persistente, especialmente entre pequenas e médias empresas e clientes pessoa física”, avalia.

Santander

Agência do Santander.
Balanço do Santander no 2T25 mostrou avanço na digitalização e em segmentos estratégicos, mas também aumento no custo de crédito. (Foto: Adobe Stock)

Abu-Jamra diz que o Santander apresentou resultados positivos, apoiados na digitalização avançada e no crescimento em segmentos estratégicos, como consumo e pequenas e médias empresas. Mas por outro lado, enfrentou pressão na lucratividade e aumento do custo de crédito, fatores que podem afetar o desempenho financeiro do banco nos próximos períodos.

Manara afirma que o Santander apresentou estabilidade no balanço do 2T25, com crescimento de 9,8% em relação ao mesmo período do ano passado, alcançando lucro recorrente de R$ 3,6 bilhões. Embora tenha ficado ligeiramente abaixo das expectativas e registrado desempenho inferior ao do Itaú no controle da inadimplência, o Santander ainda mostrou evolução em seus resultados.

Itaú

Fachada do Itaú; bancos brasileiros lucraram R$ 21 bilhões no segundo trimestre de 2025.
Balanço do Itaú foi o destaque entre bancos privados brasileiros. (Foto: Adobe Stock)

Na visão de Manara, o Itaú se destacou como o grande vencedor da temporada de resultados, sobretudo pela alta do lucro líquido e do ROE. Ele observa que a companhia também se sobressaiu no controle da inadimplência, superando todas as expectativas do mercado. Entre os pontos negativos, houve pressão sobre a gestão de ativos e passivos, com queda para 7,1% no trimestre e 38,8% na comparação anual, embora o valor ainda tenha ficado acima do guidance de R$ 500 milhões.

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Já Abu-Jamra avalia que o banco apresentou forte rentabilidade e manteve consistência na qualidade da carteira de crédito, destacando-se pela baixa inadimplência. Por outro lado, a margem financeira com o mercado continua pressionada, impactada por fatores externos relacionados a taxa de juros e operações de hedge, uma estratégia financeira usada pelas empresas para reduzir a exposição a possíveis perdas futuras.

Banco do Brasil

Banco do Brasil (BBAS3) decepciona no 2º trimestre de 2025 com queda de 60% no lucro e sinaliza corte na distribuição de dividendos.Banco do Brasil (BBAS3) decepciona no 2º trimestre de 2025 com queda de 60% no lucro e sinaliza corte na distribuição de dividendos. (Foto: Adobe Stock)
Banco do Brasil (BBAS3) decepciona no 2º trimestre de 2025 com queda de 60% no lucro e corte na distribuição de dividendos. (Foto: Adobe Stock)

A percepção do Banco do Brasil (BBAS3) para o mercado, segundo Manara, é de que o banco enfrentou um trimestre mais complicado, com queda forte na comparação anual e bem abaixo da expectativa do mercado financeiro. O recuo do ROE também desagradou o mercado. Com a projeção de lucro da instituição reduzida, acompanhada de corte no pagamento de dividendos, diz ele, torna difícil identificar pontos positivos no resultado mais recente.

  • Thiago Nigro, Bruno Perini e Louise Barsi divergem sobre Banco do Brasil; o que os influenciadores do mercado nas redes sociais recomendam para BBAS3

Abu-Jamra, por outro lado, nota que o Banco do Brasil registrou expansão da carteira de crédito em todas as suas linhas de atuação, abrangendo pessoas físicas, empresas e agronegócios. Mas ele também nota que o resultado do banco foi fortemente impactado pela piora na qualidade do crédito, especialmente em razão do aumento da inadimplência na carteira voltada aos negócios rurais.

Dividendos: qual banco está pagando mais?

Para o analista Sidney Lima, da Ouro Preto Investimentos, o Itaú segue como referência em dividendos, oferecendo fluxo estável de pagamentos, enquanto o Bradesco apresenta dividend yield (retorno de proventos) atrativo, dependendo da execução de sua reestruturação. O Banco do Brasil, diz ele, poderia figurar entre os mais rentáveis, mas o corte no payout acendeu um alerta, equanto o Santander mantém uma remuneração razoável, sem grande destaque frente aos concorrentes.

Especialistas explicam que a rentabilidade para quem busca renda passiva ainda está concentrada em algumas instituições. João Abdouni, analista da Levante Inside Corp, afirma que Bradesco e Itaúsa (ITSA3; ITSA4) – holding com participação acionária relevante no Itaú – continuam oferecendo os maiores dividend yields, tornando-as mais atraentes para investidores que dão prioridade ao retorno recorrente.

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Abu-Jamra, da Klooks, aponta que, apesar do histórico do Banco do Brasil em distribuir proventos, a forte queda no lucro do 2T25 impactou os pagamentos recentes, reduzindo seu apelo no curto prazo. Para ele, investir em BBAS3 passa a ser uma aposta na recuperação futura e não mais na performance corrente.

Na mesma linha de Lima, Manara, da Stoic Capital, avalia que o Itaú se destaca como o mais atrativo no quesito dividendos bancários, com política clara e dividend yield de 7,9%, além de juros sobre capital próprio (JCP) já aprovados para pagamento nesta sexta-feira (29).

O Banco do Brasil, por outro lado, cortou em cerca de 30% do payout, reduzindo de forma expressiva os dividendos aos acionistas. Bradesco e Santander ainda não definiram políticas concretas, mas a expectativa do mercado, conta ele, é de manutenção de postura conservadora, especialmente para o Bradesco, que segue em processo de reestruturação.

Vale a pena investir nos bancões agora?

Ao analisar grandes bancos para decidir qual deles apostar, investidores precisam observar três dimensões principais: rentabilidade, consistência de dividendos e riscos do setor financeiro, segundo Lima, da Ouro Preto Investimentos.

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Para ele, o Itaú se destaca pela previsibilidade e pela capacidade de gerar retorno de forma regular, reforçando a confiança do mercado. O Bradesco passa por um processo de reestruturação, o que eleva os riscos, mas também cria espaço para recuperação caso a execução seja bem-sucedida.

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Lima, da Ouro Preto Investimentos, vê que o Banco do Brasil possui posição estratégica em crédito e no agronegócio, mas enfrenta maior volatilidade, especialmente após o corte no payout e a pressão sobre sua carteira do setor agrícola. Já o Santander busca expandir sua rentabilidade, mas ainda apresenta resultados inferiores aos do líder do setor, mostrando evolução gradual sem alcançar desempenho de destaque.

“Mais do que escolher um nome específico, o investidor deve observar quais dessas características estão mais alinhadas ao seu perfil de risco e horizonte de investimento, entendendo que cada banco carrega forças e fragilidades próprias”, conclui o analista.

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