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Mercado

As improváveis: ações de Cielo e Carrefour se destacam no Ibov em 2022

Mesmo longe dos holofotes, as empresas acumulam retornos acima do índice

Por Jenne Andrade

18/04/2022 | 3:00 Atualização: 18/04/2022 | 10:39

A Cielo, campeã em rentabilidade do Ibov no ano, tem uma longa história na Bolsa brasileira. Foto: Divulgação Cielo
A Cielo, campeã em rentabilidade do Ibov no ano, tem uma longa história na Bolsa brasileira. Foto: Divulgação Cielo

A guerra entre Rússia e Ucrânia foi um dos assuntos mais comentados pelos investidores no primeiro trimestre do ano. Em função do conflito, o preço das commodities disparou, elevando as ações de companhias ligadas ao setor, como Petrobras, PetroRio e 3R Petroleum. O Ibovespa também surfou nessa onda, já que as empresas do segmento têm mais de 30% de peso no indicador.

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Há um segundo componente que influencia o atual cenário: com a Rússia ‘não-investível’, o mercado brasileiro se tornou foco dos investidores estrangeiros. Eles deixaram mais de R$ 60 bilhões por aqui até a segunda semana de abril. A maior parte dos aportes dos gringos são em empresas líquidas e de valor, como bancos e players ligados justamente às commodities.

Mas o que Cielo (CIEL3) e Carrefour (CRFB3) têm a ver com esses temas mais ‘quentes’? Bem pouco. Mesmo assim, em 2022, as ações da companhia de serviços financeiros acumulam uma alta de 57,02% até o fechamento da última quinta-feira (14), a maior do índice. A CIEL3 finalizou a semana aos R$ 3,58.

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Já a rede varejista aparece em segundo lugar, com uma valorização de 50,89% até o meio de abril, aos R$ 23,11. Além disso, a CRFB3 ocupou o topo do ranking das maiores valorizações do 1º trimestre (e depois foi ultrapassada por CIEL3). Os dados foram levantados pela TC/Economatica, a pedido do E-Investidor.

As duas empresas estiveram longe dos holofotes, mas por motivos diferentes seguiram registrando bons retornos aos investidores que já tinham os papéis na carteira.

Cielo entre altos e baixos

A Cielo, campeã em rentabilidade do Ibov no ano, tem uma longa história na Bolsa brasileira. Começou a ser negociada em junho de 2009, com as ações no patamar de R$ 4,20 e na posição de queridinha dos investidores. Os resultados crescentes encantavam o mercado e fizeram os papéis dispararem, chegando ao ápice em junho de 2015, aos R$ 23,54 - um salto de 460%.

Para efeito de comparação, quando iniciou as negociações na B3, a empresa havia registrado um lucro recorrente de R$ 1,5 bilhão e um volume financeiro de transações de R$ 214 bilhões.

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No final de 2015, seis anos depois, o lucro líquido ajustado foi de R$ 3,7 bilhões (aumento de 146% em relação ao primeiro ano na Bolsa) e o volume financeiro de transações atingiu os R$ 548,2 bilhões (aumento de 156% em relação ao ano de IPO).

Após esse período, os papéis não conseguiram mais romper o teto e entraram em trajetória de queda. Principalmente a partir de 2018, quando competidores como PagSeguro e Stone ganharam a atenção do mercado. A guerra das maquininhas estava se consolidando.

“Esse é o grande problema das empresas de tecnologia. Quando só você tem determinada solução, beleza. Depois que começam a copiar sua tecnologia, você está em um mato sem cachorro”, afirma Mario Goulart, analista da O2Research. “Ela era uma das empresas mais sensacionais da Bolsa entre o IPO e 2015, foi uma companhia que brilhou muito. Durante esse momento ela era muito inovadora, a maquininha dela nadava sozinha.”

Naquele ano de 2018, o lucro líquido ajustado da Cielo caiu 19% em relação ao exercício anterior, chegando aos R$ 3,3 bilhões, e o volume financeiro cresceu pouco, 0,5%, para R$ 616,6 bilhões. Em 2019, os resultados continuaram a descer a ladeira: o lucro líquido caiu 49%, para R$ 1,6 bilhão, quase o mesmo patamar registrado dez anos antes. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, apreciação e depreciação) caiu 35,1%, as receitas com recebíveis despencaram 26,7% e os gastos totais subiram 17,5%.

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Em resumo, entre 2009 e 2020, a margem líquida (porcentagem de lucro em relação às receitas) da empresa saiu de 42,4% para 5,6%. Atualmente, as ações estão em queda de 14,3% em relação ao início das negociações em bolsa e de 84% desde as máximas.

No ano passado, entretanto, houve uma melhora nos resultados que empolgou os investidores, com um forte avanço do EBITDA (+30%), resultado líquido (+98%) e volume financeiro de transações (+10,8%). A margem líquida também subiu para 9,9%. De acordo com Goulart, além de a empresa ter feito a ‘lição de casa’, outros fatores ajudaram a clarear o cenário para Cielo.

Fora o contexto mais positivo para a bolsa brasileira no geral, a companhia de serviços financeiros também revisou a parceria comercial com a Alelo. Segundo Goulart, a revisão do contrato gera novas receitas para a companhia. A venda da fatia na Merchant E-Solutions, por até US$ 287 milhões, também impactou positivamente. “Houve a melhoria de lucratividade pelo melhor controle das despesas e priorização de clientes com mais margem”, salienta o analista de O2Research.

Victor Lima, analista da Toro Investimentos, vê a Cielo impulsionada pelo fechamento da curva de juros futura. Isto é, os investidores reduziram as projeções para a Selic nos anos seguintes, tendo em vista as expectativas relacionadas ao fim do ciclo de aperto monetário nos próximos meses. “As estimativas sobre a Selic impactam as projeções sobre as ações CIEL3 porque os custos das operações oscilam com a taxa básica de juros”, afirma. “Outro ponto a se considerar é que os ativos da companhia seguem distantes das máximas, ou seja, há um grande desconto no papel.”

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Matheus Jaconeli, analista CNPI da Nova Futura Investimentos, ressalta a manutenção do endividamento. “Quando olhamos para o indicador Dívida Líquida/EBITDA, ele saiu de 2,53 em 2020 para 0,27. Isso significa que o lucro gerado com as operações paga a dívida em menos de um ano. Um indicativo muito bom, já que até então ela tinha uma dívida mais alta e uma geração de lucro menor”, explica.

Apesar da melhora, os especialistas ainda enxergam dificuldades à frente e não possuem recomendação de compra. “É uma empresa que ainda precisamos observar se esses movimentos de recuperação vão continuar nos próximos balanços. Fora isso, temos o pix, os próprios bancos com suas maquininhas, o open banking, são fatores que tiram mercado da companhia. É um papel mais arriscado”, salienta Jaconeli.

Essa também é a visão de Goulart, da O2Research. “Hoje o mercado inteiro acha que a ação subiu demais”, diz. “É uma empresa que está tentando se mexer dentro de um cenário muito adverso, no meio dessa guerra das maquininhas.”

Os diferenciais do Carrefour

Em relação ao Carrefour, campeão do 1° trimestre de 2022 e segunda maior rentabilidade do ano até 14 de abril, a história é bem diferente. Os dois primeiros anos de pandemia (2020 e 2021) impactaram bastante o setor varejista. Além do maior foco no varejo on-line, a quebra de cadeias provocada pelos fechamentos das economias resultou na aceleração da inflação.

Os juros, por consequência, foram submetidos a reajustes. A Selic saiu de um patamar de 2% em março do ano passado para os atuais 11,75%. A conjuntura se tornou bastante nebulosa para as companhias que dependiam do consumo, como é o caso do Carrefour.

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Na esteira do ambiente econômico incerto, os papéis CRFB3 amargaram uma baixa de 22,19% no ano passado, saindo de R$ 19,39 para R$ 15,25. O desconto nas ações chamou a atenção de Lívia Rodrigues, analista de renda variável da Ativa Investimentos.

“O primeiro fator que enxergamos como uma alavanca para o desempenho dos papéis Carrefour em 2022 é justamente a desvalorização do ano passado. Com a piora do cenário macroeconômico em 2021, os papéis sofreram bastante. Agora, vemos uma retomada”, afirma Rodrigues.

A compra do Grupo BIG, realizada em março do ano passado por R$ 7,5 bilhões também é vista com bons olhos. Em janeiro deste ano, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação da transação, o que deu ainda mais fôlego aos papéis. “É uma operação que consideramos positiva para o Carrefour”, diz Rodrigues. “A empresa terá uma aceleração da expansão, sem precisar ficar construindo loja a loja. Consequentemente aumenta o market share dela no mercado brasileiro.”

O terceiro motivado citado pela analista da Ativa para a atratividade do papel no ano é a exposição do Carrefour ao segmento de atacarejo, que costuma performar melhor que outros formatos em ambientes inflacionário. “Já vimos há algum tempo os consumidores trocando varejistas por atacarejo. E o Carrefour está bem posicionado para acompanhar essa tendência com a marca do Atacadão".

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David Murciano, CFO do Grupo Carrefour Brasil, ressalta a importância desta vertente para os negócios. "O Atacadão está presente em todos os estados do Brasil e, com nossas negociações agressivas, conseguimos garantir os melhores preços para pequenos empreendedores, transformadores e pessoas físicas. Além disso, o Banco Carrefour é um dos maiores emissores de cartão do país. Temos a missão de facilitar o acesso ao crédito a quem mais precisa e estamos cumprindo isso com maestria", diz.

A companhia também está conseguindo retomar os patamares perdidos durante a pandemia. De acordo com Stéphane Maquaire, diretor-presidente da empresa, as vendas estavam boas em janeiro e fevereiro de 2022. As vendas de ‘mesmas lojas’ (vendas de lojas que já existiam no passado), tanto em varejo quanto em atacado, estariam em alta de cerca de 5%.

A informação foi dada durante conferência com analistas sobre os resultados do 4° trimestre de 2021 e divulgada pela Reuters. É importante relembrar que naquele período as vendas de mesmas lojas apresentaram queda de 6,1%. “Um dos principais motivos para a alta do ano é o crescimento positivo de vendas nas lojas desde o início deste ano”, afirma Lima, da Toro. “No ano passado, os dados foram fracos. Então é uma comparação favorável no 1° trimestre de 2022, que beneficia os papéis.”

Murciano, CFO do Carrefour Brasil, explica que ao longo dos 46 anos no Brasil, a varejista aprendeu os caminhos para driblar adversidades com eficiência - como a crise sanitária. "Conhecemos o varejo como poucos e, deste conhecimento, aprendemos o que funciona e o que não funciona. Aprendemos, também, como criar maior sinergia entre nossos formatos (Varejo, Atacarejo e Banco). Nossos processos internos e decisões estratégicas, por exemplo, são muito mais simples hoje em dia."

Para Jaconeli, da Nova Futura, o grupo varejista possui como diferencial a capilaridade. Isto é, consegue estar presentes em várias regiões do Brasil, com produtos que são mais resilientes à subida dos preços. “Carrefour e Pão de Açúcar oferecem bens necessários. Por mais que tenhamos uma alta de inflação, as pessoas continuam consumindo esses produtos”, explica.

A partir desses fatores, os analistas entrevistados possuem visão construtiva para a empresa. A Ativa possui recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 24,50, uma alta de 6% em relação ao último fechamento. “Já tínhamos expectativas positivas para o Carrefour devido ao seu valuation atrativo após a desvalorização do ano passado”, reforça Rodrigues, da Ativa.

Essa perspectiva positiva é compartilhada pelo analista da Nova Futura. “Carrefour é uma empresa em que vale a pena estar, tanto ela como Pão de Açúcar”, diz Jaconeli.

Segundo Goulart, o Carrefour tem feito margens líquidas um pouco melhores, em termos de varejo (que possui naturalmente margens mais apertadas). No final, a CRFB3 acabou brilhando entre os papéis das demais varejistas, em uma surpresa grata para quem apostava nos ativos. Resta saber se nos próximos trimestres a empresa continuará encabeçando as maiores altas do Ibovespa.

 

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