• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Ações de construtoras novatas na B3 caem até 41% após IPO

De seis papéis estreantes, apenas um tem alta acumulada, porém abaixo dos 10%

Por Isaac de Oliveira

22/12/2020 | 22:57 Atualização: 23/12/2020 | 17:05

Obras de construção civil na quarentena: Prédios sendo erguidos na região de Pirituna, na zona norte da capital paulista. (Foto: Werther Santana/Estadão)
Obras de construção civil na quarentena: Prédios sendo erguidos na região de Pirituna, na zona norte da capital paulista. (Foto: Werther Santana/Estadão)

Estrear na B3 não foi uma decisão muito acertada para o setor da construção civil em 2020, ao menos do ponto de vista de performance das ações. Das seis construtoras e incorporadoras que realizaram oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), cinco têm queda no preço do papel desde então. Para analistas do mercado, apesar de não ter sido o mais afetado pela pandemia, o setor imobiliário ainda sofre com o cenário macroeconômico, marcado pelas incertezas da crise global.

Leia mais:
  • Moura Dubeux é a pior ação entre as estreantes na B3, mas bancos projetam recuperação
  • Novatas da B3 vão de disparada de 280% à queda de 50%. Confira em quem apostar
  • Lavvi, da Cyrela, fará IPO de até R$ 2 bi; reserva de ações começa hoje
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Mitre (MTRE3), Moura Dubeux (MDNE3), Lavvi (LAVV3), Plano & Plano (PLPL3), Cury (CURY3) e Melnik (MELK3) foram as companhias que estrearam neste ano na B3. Dessas, apenas os papéis da Cury têm alta de 8,45% desde a entrada no mercado de capitais até o pregão desta terça-feira (22).

A Moura Dubeux tem a queda mais profunda entre as novatas: 41,05%. O papel MDNE3 foi precificado em R$ 19 no IPO, em 12 de fevereiro, e nesta terça (22) fechou negociado a R$ 11,20. A construtora conseguiu capitalizar R$ 1,250 bilhão na oferta, com a ação precificada no meio da faixa indicativa, que ia de R$ 17 a R$ 21.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Com a segunda queda mais expressiva, a Mitre acumula perda de 22,28% desde o IPO, em 4 de fevereiro, quando a ação MTRE3 foi precificada em R$ 19,30, no topo da faixa indicativa. No pregão desta terça (22), o papel fechou cotado em R$ 15,00.

“A pandemia pegou muitas empresas de calça curta”, diz Ricardo Vasconcellos, líder de mercado de capitais da Easynvest. “Elas estavam planejando uma expansão considerável, veio a crise e não teve jeito”. Segundo o especialista, o cenário macroeconômico não está favorável para o setor.

Na sequência de perdas acumuladas, aparecem Plano & Plano, Melnik e Lavvi, com queda de 15,43%, 10,82% e 3,16%, respectivamente. No caso destas, cujas ofertas ocorreram em setembro, Matheus Jaconeli, economista da Nova Futura Investimentos, chama a atenção para o segmento de atuação.

“Elas estão mais relacionadas a um público de baixa renda. Quando você tem a queda no preço dos imóveis, no momento de crise, quem começa a comprar são agentes que têm caixa, geralmente pessoas com um poder aquisitivo um pouco maior”, observa Jaconeli.

Publicidade

Porém, Moura Dubeux e Mitre, que por esta lógica poderiam se beneficiar, possuem concorrentes vistos como de maior peso no setor: Cyrela e EZ Tech, que têm mais liquidez. Vasconcellos, da Easy, também observa que, por conta da crise, essas companhias acabaram tomando atitudes mais conservadoras, como a interrupção de lançamentos.

“Em vez de lançar e correr o risco de não ter sucesso, cancelaram os lançamentos e focaram na vazão do estoque. Ou seja, em aumentar o caixa, liberar estoque e conseguir passar bem por esse momento turbulento”, diz o líder de mercado de capitais da Easynvest.

No caso da Moura, Vasconcellos observa que mais de 80% do valor captado no IPO foi usado para amortização de dívidas, o que nem sempre é bem visto pelos investidores.

“O mercado não gosta desse movimento de só quitar dívida. Os investidores observam onde a empresa vai investir, se fará lançamentos. E os bancos com os quais tinham dívida eram os mesmos que estavam coordenando a oferta. Então, o mercado não leu muito bem”, acrescenta.

Pedágio na bolsa

Com tanta empresa chegando à B3 em um período de alta volatilidade, Mario Mariante, analista-chefe da Planner Investimentos, entende que essas companhias têm um custo a pagar para disputar o mercado.

Publicidade

“Como há um excesso de ofertas em um momento em que a Bolsa está oscilando bastante, é natural que alguns papéis, não só os das construtoras novatas, paguem um ‘pedágio’”, diz Mariante.

Para ele, os preços das ações foram colocados com múltiplos altos e, por isso, estão sendo descontados. “Se uma empresa nova chega com múltiplos elevados, com bastante concorrência, o mercado tende a descontar esses papéis. Várias delas saíram abaixo da faixa mínima estabelecida nos prospectos, porque o mercado percebeu que não dava para pagar os preços previstos”, afirma Mariante.

De fato, entre os papéis estreantes, apenas a Mitre teve a precificação acima do topo da faixa indicativa, e a Moura Dubeux ficou no meio da faixa. A Melnik teve ação precificada no piso da faixa indicativa, a R$ 8,50 – o topo era R$ 12,50.

As demais tiveram o preço abaixo do piso. A ação da Lavvi saiu a R$ 9,50 na oferta, quando a faixa indicativa era de R$ 11 a R$ 14,50.

Publicidade

A Plano & Plano teve o papel precificado em R$ 9,40, abaixo do piso da faixa indicativa, que começava em R$ 11,75 e ia até R$ 15,25. Já a ação da Cury saiu no IPO custando R$ 9,35. A faixa indicativa ia de R$ 11 a R$ 14,30 por ação.

Os analistas também observam que o boom de incorporadoras é o primeiro em anos desde a onda de construtoras na Bolsa, entre 2005 e 2009. Porém, o saldo daqueles tempos foi trágico, com muitas empresas diminuindo de tamanho e algumas chegando a desaparecer. Vale lembrar que entre 2007 e 2008 o mundo sofreu com uma crise iniciada no setor imobiliário norte-americano.

Esperança em 2021

Os analistas avaliam que em 2021, com uma possível recuperação da economia, o setor possa retomar o ritmo de crescimento, com oportunidades para algumas ações. “Elas terão seu momento mais à frente. As perspectivas são positivas”, diz Mariante.

Para Vasconcellos, as próximas empresas do setor a se aventurarem na Bolsa podem aprender com os erros deste ano. Ele acredita que, se a expectativa de IPOs no setor imobiliário se confirmar, as companhias devem evitar direcionar os recursos apenas para quitar dívida.

“Vamos ver o ciclo virtuoso do mercado imobiliário. Nada de excepcional, como em outros anos, mas numa tendência mais consistente de crescimento e, com isso, novos IPOs”, afirma.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • construção civil
  • Conteúdo E-Investidor
  • Imóveis
Cotações
02/03/2026 5h57 (delay 15min)
Câmbio
02/03/2026 5h57 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Geração Z impulsiona volta do vinil e dos livros físicos, e isso pesa no bolso dos pais

  • 2

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo

  • 3

    Pix em 2026: aproximação, pagamentos automáticos e novas regras moldam o futuro do sistema

  • 4

    IR 2026: nova lógica tributária coloca imóveis e sucessão no centro do debate; o que muda?

  • 5

    Do ouro à inteligência artificial: descubra os ETFs recomendados pela XP para 2026

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Imagem principal sobre o Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Logo E-Investidor
Chuvas intensas: saque calamidade do FGTS é liberado para moradores de Minas Gerais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como saber quais são os locais de revenda credenciados?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (27)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (27)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a malha fina?
Últimas: Mercado
Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos
Mercado
Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

Bolsa recebeu R$ 41,7 bilhões em fluxo de capital gringo em menos de dois meses; volume já é 55% maior do que todo o montante do ano passado

02/03/2026 | 05h30 | Por Jenne Andrade
Ibovespa hoje: Focus e PMIs calibram expectativas para juros no início de março
Mercado
Ibovespa hoje: Focus e PMIs calibram expectativas para juros no início de março

Boletim do Banco Central e indicadores de atividade no Brasil e no exterior balizam o início do mês na B3

02/03/2026 | 05h00 | Por Igor Markevich
Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo
Mercado
Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo

Analistas veem reação negativa inicial dos mercados na segunda-feira, mas avaliam que impacto no Brasil tende a ser limitado; petróleo pode subir com tensão no Oriente Médio

28/02/2026 | 15h24 | Por Daniel Rocha e Cícero Cotrim
Ibovespa tem primeira semana de baixa do ano: Usiminas dispara com minério e Magazine Luiza despenca 13%
Mercado
Ibovespa tem primeira semana de baixa do ano: Usiminas dispara com minério e Magazine Luiza despenca 13%

O índice terminou o período em baixa de -0,92%, passando de 190.534,42 pontos para 188.786,98 pontos

27/02/2026 | 20h18 | Por Jenne Andrade

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador