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Saiba como a alta da Selic deixa investimentos em CDBs mais atrativos

Títulos trazem maior segurança à carteira, mas modalidade prefixada é considerada arriscada por analistas

Por E-Investidor

28/10/2021 | 12:58 Atualização: 28/10/2021 | 14:15

(Fonte: Shutterstock)
(Fonte: Shutterstock)

(Jorge Barbosa, Especial para o E-Investidor) – Com o novo aumento da taxa básica de juros para 7,75%, anunciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) na quarta-feira (27), a perspectiva do mercado é que as opções de renda fixa fiquem mais atrativas. Neste sentido, uma alternativa para o investidor pode ser a compra de títulos de Certificado de Depósito Bancário, os famosos CDBs, que possuem um portfólio diversificado e podem atender quem precisa proteger o seu dinheiro no curto, médio e longo prazo.

Leia mais:
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De acordo com o relatório mais recente do Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na sexta-feira (22), a estimativa é que a Selic termine dezembro com a taxa próxima de 8,75% para conter a inflação, que pode fechar o ano de 2021 em 8,98%. Com a tendência, muitos investidores buscam por segurança e os CDBs são boas alternativas presentes no mercado. Mas, qual título bancário é o mais recomendado para investir?

Para a economista Ariane Benedito, da CM Capital, as opções com melhores rentabilidades disponíveis são os títulos pós-fixados. “Verificamos as opções de CDBs, e aqueles com as melhores rentabilidades são os que chamamos de vértice curto, com duração de dois anos até dois e meio, e que estão pagando IPCA {Índice de Preços ao Consumidor Amplo} somado a uma taxa indexada. É um produto pós-fixado, mas também tem uma remuneração fixa junto”, afirma.

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A economista alerta que ainda é cedo para investir na compra de títulos pré-fixados. “Na cabeça do investidor ele pensa: ‘amanhã o Banco Central vai reajustar a taxa de juros, então vou correr para a minha plataforma e vou comprar o meu pré-fixado’, mas, na verdade, não funciona assim. Existe uma defasagem até essa taxa de juros ser repassada na ponta”, explica.

O educador financeiro da ‘Comunidade Um A Menos Na Poupança’, Leandro Benincá, afirmou que os CDBs devem ser encarados como uma modalidade de investimento para pessoas que buscam mais segurança, e que os títulos pré-fixados só devem ser comprados em momentos específicos.

“O melhor momento para investir nos pré-fixados são os de estabilidade ou de queda dos juros, diferente do que estamos vivendo agora. Nossa tendência é de alta nos juros sem uma perspectiva de até onde ele vai. Sabemos que os juros vão chegar no topo e que só vai se estabilizar quando a inflação também ficar estável, para depois existir uma queda, mas não sabemos quando a queda vai acontecer”, afirmou.

A economista Ariane Benedito reforçou que para quem está começando no mercado de investimentos, a diversificação é importante, mas que cada caso é particular e que a busca por orientação financeira é fundamental para diminuir a possibilidade de riscos.

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“Para quem está saindo da poupança está vindo para o para o mercado aberto e quer explorar os CDB, a diversificação é o melhor negócio”, disse.

Outra alternativa

Se o investidor quer retornos maiores do que os acompanhados pela inflação e está disposto a correr mais riscos, uma alternativa é a aplicação dos seus investimentos no mercado de ações. De acordo com Benincá, a rentabilidade obtida na Bolsa de Valores também acompanha o movimento da inflação, uma vez que são as próprias empresas as responsáveis por repassar o aumento de preço ao consumidor.

“A bolsa tem intrinsecamente uma proteção contra a inflação, que é sensacional, porque ela acontece a partir dos preços que as empresas estão praticando. Se elas estão praticando preços maiores, já estamos acompanhando a inflação. Então, as receitas das vendas de empresas quando o investidor é acionista também sobem junto com a inflação, pois a receita das companhias também está subindo”, explicou.

Para o educador financeiro, existem ações de boas empresas que podem ser compradas por um preço baixo, e essas companhias podem valorizar de acordo com o tempo investido. “O investidor novo se assusta muito com a queda do preço das ações, mas isso não tem a ver com o desempenho das empresas. Tem muitas empresas baratas no Brasil, e daqui a seis meses ou um ano, o investidor vai se questionar por que não comprou ações até dezembro de 2021”, afirmou.

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