Nos demais mercados, o dólar avança levemente frente às principais moedas, após três quedas consecutivas. Os rendimentos dos Treasuries também apresentam alta moderada, embora a probabilidade de um corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) no próximo mês permaneça em torno de 80%. Já o ouro caminha para o quarto mês seguido de valorização.
Entre as commodities, os contratos futuros de petróleo indicam o possível fim do mais longo período de perdas mensais em mais de dois anos. Investidores aguardam a reunião da Opep+ neste fim de semana e monitoram os esforços diplomáticos para encerrar o conflito na Ucrânia. Já o minério de ferro recuou 0,19% na madrugada, negociado a US$ 112,13 por tonelada em Dalian, após sinais de menor produção de aço na China.
Assim como ontem (27), a ausência de referências internacionais relevantes deve manter o fôlego limitado no mercado brasileiro. Ainda assim, o noticiário local pode trazer algum ânimo aos investidores, impulsionado também pelos anúncios bilionários de dividendos divulgados nas últimas horas. A Vale (VALE3), por exemplo, pagará R$ 3,58 por ação, enquanto o Itaú (ITUB4) aprovou R$ 23,4 bilhões em remuneração aos acionistas, o equivalente a R$ 2,18 por ação.