• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Como a China regula o seu mercado de ações e os impactos para os investidores

Suspensão do IPO do Ant Group prova que ninguém está livre dos entraves provocados pelo partido comunista

Por Luiz Felipe Simões

23/11/2020 | 11:20 Atualização: 23/11/2020 | 12:50

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Nas últimas semanas, o mundo abriu os olhos para os riscos regulatórios do mercado chinês. De uma hora para outra, a maior oferta pública inicial da história, o IPO do Ant Group, foi suspensa pelas autoridades locais. Isso mostra que nem mesmo Jack Ma, o homem mais rico da China, co-fundador do Alibaba, está livre dos entraves provocados pelo partido comunista – que, a mando de  Xi Jinping, vem recheando de imposições a segunda maior economia do mundo.

Leia mais:
  • Ant Group: por dentro do caos da suspensão do IPO
  • SEC acelera plano que pode expulsar empresas chinesas de bolsas nos EUA
  • Ant Group desafiou Pequim para crescer até o maior IPO da história
  • Alibaba, Baidu e outros BDRs da China para o investidor brasileiro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Para Rodrigo Knudsen, gestor da Vitreo, investir na China sempre será uma relação de risco e retorno. “Quando você tem uma visão mais de curto prazo, toda a vez que o governo anuncia alguma medida vai afetar diretamente o preço do ativos e causar volatilidade”, diz ele, garantindo que isso faz parte do jogo no longo prazo. “Se estou tentando obter altos retornos no país, vou ter que atravessar períodos de volatilidade causados por esse tipo de governo”.

Entendendo o caso

Três dias antes do IPO, marcado para o último dia 5, Jack Ma e outros executivos foram convocados para uma reunião com reguladores chineses, para prestar esclarecimentos sobre a oferta pública do Ant Group.

A Comissão Reguladora de Valores Mobiliários (CSRC, na sigla em inglês) disse que a empresa precisaria de mais capital e novas licenças para se adequar às regras atuais aplicadas a conglomerados financeiros. Ainda não há previsão para a retomada do IPO.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O incidente fez as ações do grupo Alibaba (dono de um terço do Ant Group) despencarem 14% nos últimos dias. O recuo nos papéis do grupo reduziu nada menos que US$ 3 bilhões na fortuna de Jack Ma.

Para  Knudsen, o IPO do Ant Group deve ser retomado em alguns meses, mas possivelmente não com o mesmo valor. “A China não leva vantagem em impedir a entrada de capital estrangeiro. No IPO do Ant Group, estava o mundo inteiro de olho. Era a primeira oferta pública feita exclusivamente na China, em Xangai e Hong Kong, por isso eles queriam fazer tudo certo.”

Para entender melhor quais os riscos regulatórios que as autoridades locais impõem aos investidores estrangeiros, é preciso saber mais sobre o mercado de ações chinês.

Três bolsas chinesas

A China possui três bolsas de valores, duas na parte continental: Shanghai Stock Exchange (SSE) e Shenzhen Stock Exchange (SZSE), cada uma com valor de mercado de US$ 6 trilhões e US$ 4,5 trilhões, respectivamente. Fora do continente, a Hong Kong Stock Exchange (SEHK) conta com uma capitalização de mercado superior a US$ 4,5 trilhões.

Cada uma delas possui seus próprios índices que, mesmo com a pandemia e a crise global, vêm registrando alta ao longo do ano. O SSE 180 (Xangai) e o SZSE Component (Shenzhen) marcaram 11% e 29%, respectivamente. Em contrapartida, o principal índice de Hong Kong, o Hang Seng, registra baixa de 8%.

Publicidade

Apesar dos altos valores negociados, o  mercado chinês é extremamente limitado. Apenas 5,4% das ações negociadas em Xangai e Shenzhen são de investidores estrangeiros.

As ações chinesas podem ser divididas em três categorias distintas. Dependendo de onde estão listados, os papéis podem ser negociados em diferentes moedas:

  • Classe A – Esse tipo ação é denominada em Yuan e negociada nas duas bolsas continentais, Xangai e Shenzhen. São transacionadas principalmente por investidores locais. Contudo, investidores institucionais estrangeiros qualificados (QFII) podem operar por conta de uma permissão especial; 
  • Classe B – As ações desse tipo são negociadas principalmente por estrangeiros, mas também estão disponíveis para investidores locais que possuem contas em moeda estrangeira. Dependendo de onde estão listadas, são negociadas em diferentes moedas. Na bolsa de Xangai, por exemplo, são denominadas em dólares americanos; já em Shenzhen, em dólares de Hong Kong;
  • Classe H – Esse tipo de ação não possui restrição sobre quem pode negociá-la e está aberta a todo tipo de investidor. A classe representa empresas da China continental listadas na bolsa de valores da ilha. São negociadas em dólares de Hong Kong.

O E-Investidor ouviu especialistas no assunto para entender melhor como o governo chinês regula o mercado e como isso impacta os investidores estrangeiros.

A mão do governo sobre o mercado

A China possui o seu próprio órgão regulador. Se o Brasil tem a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os chineses contam com a China Securities Regulatory Commission (CSRC), responsável por fiscalizar e regularizar as duas bolsas continentais.

Knudsen explica que as ações dos órgãos regulatórios chineses impactam diretamente no

preço dos ativos. “Em termos de investimento, existe a relação entre risco e retorno. Tem muito retorno a ser retirado da China, mas também tem um risco enorme de investir em um lugar no qual o governo controla diversos aspectos da sociedade”, diz. “É preciso olhar o contexto antes de investir”.

Publicidade

Para ele, apesar de ser um mercado controlado, o segredo é a diversificação. “Ter uma carteira diversificada sempre diminui os riscos dos investimentos. Não faça uma alocação muito grande na China e, mesmo dentro do país, não invista em uma empresa só”,  diz.

Na opinião do gestor, a tendência é que a economia chinesa avance muito. “Mas ela vai crescer sempre com as rédeas do governo, seguindo os interesses das autoridades chinesas”, lembra. “Essas barreiras, porém, não podem ser tão grandes a ponto de impactar o crescimento”, diz Knudsen.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investidor estrangeiro
  • Mercado financeiro
Cotações
16/03/2026 3h43 (delay 15min)
Câmbio
16/03/2026 3h43 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Bilionários da tecnologia mantêm seus filhos longe das telas que os enriqueceram

  • 2

    Fundos do Itaú têm 64% de debêntures da Raízen e AZ Quest, 50% do GPA

  • 3

    Caixinhas e cofrinhos digitais viram febre entre investidores, mas são seguros?

  • 4

    Dia do Consumidor 2026: Amazon, Mercado Livre, Shopee e mais varejistas travam disputa com descontos de até 90%; veja as campanhas

  • 5

    Citi e Itaú BBA avaliam: Prio (PRIO3) pode ser a maior afetada pela nova taxa de exportação sobre petróleo

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: prêmio de R$ 35 milhões pode acumular?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: o que são as vendas paralelas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quando começam as vendas exclusivas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Últimas: Mercado
Fundos do Itaú têm 64% de debêntures da Raízen e AZ Quest, 50% do GPA
Mercado
Fundos do Itaú têm 64% de debêntures da Raízen e AZ Quest, 50% do GPA

Levantamento foi feito pelo professor da FGV-Cef, Ricardo Rochman, com dados da Economatica. As duas empresas pediram recuperação extrajudicial nesta semana

13/03/2026 | 19h41 | Por Marília Almeida
Ibovespa na semana: Petrobras (PETR3) salta 7,8%; GPA (PCAR3) e Raízen (RAIZ4) tombam
Mercado
Ibovespa na semana: Petrobras (PETR3) salta 7,8%; GPA (PCAR3) e Raízen (RAIZ4) tombam

Período foi marcado por nova disparada do petróleo e por noticiário corporativo movimentado no Brasil. Índice da B3 cedeu 0,95% na semana

13/03/2026 | 19h20 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa hoje: SLC Agrícola (SLCE3) lidera altas; Braskem (BRKM5) cai quase 7%
Mercado
Ibovespa hoje: SLC Agrícola (SLCE3) lidera altas; Braskem (BRKM5) cai quase 7%

Petróleo voltou a subir, mas petroleiras não acompanharam o movimento e Petrobras (PETR3;PETR4) terminou em baixa

13/03/2026 | 18h40 | Por Beatriz Rocha
IPO da SpaceX pode levantar mais que os 90 IPOs de 2025 juntos
Mercado
IPO da SpaceX pode levantar mais que os 90 IPOs de 2025 juntos

Oferta planejada por Elon Musk pode captar cerca de US$ 50 bilhões e avaliar a empresa em até US$ 1,5 trilhão — valor que sozinho superaria tudo o que foi levantado nas estreias em bolsa de 2025

13/03/2026 | 17h02 | Por Shawn Tully, da Fortune

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador