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Mercado

Como o crescimento do PIB pode ajudar o investidor

A alta de 1,2% do primeiro tri de 2021 superou expectativas. Veja os setores que podem se beneficiar

Por Rebeca Soares

02/06/2021 | 14:53 Atualização: 02/06/2021 | 14:59

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Após as movimentações do mercado levarem o Ibovespa a quebrar mais uma marca histórica no primeiro pregão de junho, outro fator surgiu para dar mais fôlego à recuperação econômica pós-crash da covid-19. O produto interno bruto brasileiro cresceu 1,2% no primeiro trimestre, segundo divulgação do IBGE na terça-feira (1). A boa notícia gera mais expectativas para os investimentos nos próximos meses.

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“Com a economia do País crescendo, o lucro das empresas também aumenta, como observamos nos resultados positivos do primeiro tri. O mercado de renda variável tende a se beneficiar”, afirma o Head de research da Ágora Investimentos, José Cataldo.

Os fundos e ativos com mais risco também devem se beneficiar, segundo Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos. “Os setores de varejo de rua, turismo e aviação têm mais potencial com o crescimento da economia do País”, diz. “O investidor brasileiro estava um pouco mais conservador nos últimos meses por conta do início das discussões sobre as eleições presidenciais do ano que vem e principalmente porque ele estava menos otimista em relação à retomada.”

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O estrategista da RB destaca ainda que muitas empresas fizeram seus IPOs neste período de maior incerteza e foram pouco exploradas. Com a percepção do crescimento pelo investidor, esses papéis poderão entrar no radar e serem vistos com bons olhos.

Vale destacar que todos os setores tiveram resultados positivos. A agropecuária, por exemplo, saiu na frente com 5,7%, seguida pela indústria, com 0,7%, e, por fim, o setor de serviços, com 0,4%. “Atribuímos o crescimento da agricultura ao ciclo de commodities, que está em um momento bem positivo”, complementa Cataldo.

Para Thiago Andrade, sócio da Athena-BGA Investimentos, os próximos indicadores podem trazer mais surpresas positivas. “Com mais pessoas circulando na rua e a vacinação avançando, podemos ter uma surpresa muito positiva quando o setor de serviços realmente crescer”, afirma.

Apesar das perspectivas de crescimento, o investidor deve estar ciente de que a relação de capitalização das empresas com o PIB dos países não é sempre positiva. “Se porventura, a retomada for rápida demais, isso pode representar um risco de pressão inflacionária, podendo levar ao aumento da taxa de juros pelas autoridades monetárias mais do que é imaginado. E isso não é um debate restrito ao Brasil, outros países têm a mesma preocupação”, explica o consultor econômico da Alta Vista Investimentos, José Mauro Delella.

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Em 2000, o estudo da associação entre os dois fatores deu origem ao Índice Warren Buffett, que conseguiu prever a supervalorização dos ativos. A medida é calculada pela divisão do capital total das companhias listadas na Bolsa pelo PIB. Quando a valorização das empresas ultrapassa o PIB, o sinal é de que os preços estariam inflados na Bolsa.

Contexto nacional que influencia investimentos

O IBGE divulgou também os resultados da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o volume de investimentos em ativos físicos. O valor apresenta aumento de 17% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. O número superou projeções, visto que os primeiros meses de 2021 marcaram a segunda onda da pandemia.

“O FBCF teve um crescimento expressivo tanto na base anual, quanto na trimestral (4,6%), que teve um pouco de impacto com a mudança do Repetro, regime aduaneiro especial para o setor de petróleo e gás adquirir bens de capital. Também consideramos um aumento positivo na produção de bens de capital”, afirma José Mauro Delella. Ele diz ainda que o bom resultado deve convergir para patamares superiores nas próximas estimativas para 2021.

A Receita Federal realizou revisão das medidas do Repetro, regime aduaneiro para o setor de petróleo e gás, no fim do ano passado. Com a nacionalização do uso de equipamentos, o valor de investimentos estrangeiros diminuíram no 1T21.

Entre as organizações que projetam resultados para o PIB, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) acredita que o indicador crescerá 3,7% em 2021 e 2,5% em 2022. A projeção é uma expectativa da retomada do comércio e do aumento do consumo das famílias para o resto do ano./Colaborou Luiz Felipe Simões

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