• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

‘Nos últimos 10 anos, uma coisa que não tivemos no Brasil foi estabilidade’, diz Cosan

Paula Kovarsky, diretora de RI, explica como a empresa está superando a pandemia

Por Jenne Andrade

23/11/2020 | 8:59 Atualização: 23/11/2020 | 10:47

Paula Kovarsky é diretora de relações com investidores da Cosan (Foto: Divulgação)
Paula Kovarsky é diretora de relações com investidores da Cosan (Foto: Divulgação)

A Cosan é dona de marcas importantes que prestam serviços essenciais para o País, como a Comgás, a Raízen (postos Shell) e a Rumo Logística. A pandemia causou dois impactos no dia a dia dessas empresas: mesmo com a redução drástica do consumo, todas mantiveram o pleno funcionamento para abastecer cada uma das cadeias. Os números refletem esse momento. A receita líquida do terceiro trimestre deste ano recuou 6,9%, para R$ 17,5 bilhões, e o lucro líquido despencou 63%, para R$ 304 milhões.

Leia mais:
  • Vacina vai turbinar petróleo na 2ª metade de 2021, indicam produtores
  • Avanços na inteligência artificial podem ficar para história como herança positiva do coronavírus
  • AIE estima que até 2040 uso do carvão retornará a nível pré-Revolução Industrial
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em compensação, a geração de caixa, medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação a amortização) aumentou 6%, para R$ 1,7 bilhão. “Voltamos para um patamar mais perto da normalidade em Ebitda por conta da gestão de cada um dos negócios”, diz Paula Kovarsky, diretora de relações com os investidores e do escritório de Nova York.

Confira os principais trechos da entrevista ao E-Investidor:

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

E-Investidor – No terceiro trimestre, a geração de caixa (medida pelo Ebitda) é o dado mais importante para o investidor avaliar do que o lucro líquido?

Paula Kovarsky – O lucro não é o indicador que olhamos, porque no final das contas a holding tem vários negócios, cada um com suas dinâmicas particulares. A gente realmente foca mais no Ebitda. Olhando especificamente para ele, conseguimos na combinação dos nossos ativos chegar bem perto do que seria a normalidade, seja lá o que ‘normalidade’ signifique hoje.

E-Investidor – Poderia dar mais detalhes sobre essa normalidade?

Kovarsky – A razão disso ser possível é a retomada dos volumes na Comgás, especialmente industrial, a retomada de volumes em todos os países de atuação da Moove, atrelado a uma estratégia comercial de suplementos super assertiva. Mesmo no setor de distribuição, em que vimos uma retomada de demanda em alguns dos segmentos, mas outros sofrendo muito ainda, como o de aviação, mesmo assim nós conseguimos resultados importantes. Por fim, temos o nosso setor de açúcar e etanol, que já imaginávamos que seria menos afetado pela crise. Em resumo, nós voltamos para um patamar mais perto da normalidade em Ebitda por conta da gestão de cada um dos negócios, mas também por conta da combinação deles.

Publicidade

E-Investidor – Quais são as perspectivas para 2021?

Kovarsky – Temos alguns desafios, algumas incertezas pela frente, desde como vai ser a pandemia no Brasil e no mundo e em que momento vamos ter um cenário de vacinação e tranquilidade. É difícil prever isso. Mas a gente se posiciona como Grupo, dado esse cenário: se olharmos para os últimos 10 anos, se teve uma coisa que não tivemos no Brasil foi estabilidade. Teve ano em que o PIB foi para cima, para baixo, para o lado, cenários políticos desafiadores, momentos externos variados, e o que a gente viu foi o crescimento contínuo e consistente do que a gente chama de ‘Ebtida sob gestão do grupo’. Esse Ebitda é a forma de olharmos 100% todos os negócios que controlamos.

Ao olharmos dessa forma, a participação da Cosan nesses negócios variou no tempo, mas eles foram geridos por nós. Se você olhar esse gráfico de ‘Ebtida sob gestão’, ele cresceu consistentemente. Aliás, o que ele não vai crescer em 2020 é essencialmente em função das perdas na pandemia – que é uma turbulência fora de qualquer padrão. Por isso, quando olhamos para 2021, temos talvez menos certezas sobre qual vai ser o cenário macro, mas temos uma enorme certeza de que esse portfólio vai ser capaz de performar, seja qual for o cenário.

E-Investidor – Como foi que a Cosan enfrentou a pandemia?

Publicidade

Kovarsky – Eu diria que em uma semana nós enfrentamos as nossas três maiores crises de uma vez só. Em uma segunda-feira teve o ‘crack’ do preço do petróleo, que de uma hora para outra ficou negativo. Um dia depois sofremos um ataque hacker e no final daquela semana começou o lockdown no Brasil. De uma hora para outra tivemos que, literalmente, recomeçar todas as nossas operações com todo mundo de casa ou, pelo menos, com a maioria dos nossos colaboradores de casa. Na sequência, ainda, a demanda de distribuição de combustíveis caiu 70% a 80% muito rapidamente, tivemos perdas de estoques altíssimas no segundo trimestre do ano.

E-Investidor – Como o Grupo reagiu a todos esses acontecimentos?

Kovarsky – O que ficou evidente foi a capacidade do Grupo de rapidamente se organizar, colocar de pé todos os protocolos e procedimentos necessários para garantir que todos os nossos colaboradores estivessem protegidos. E, ao mesmo tempo, sabendo que todos os negócios do grupo foram considerados serviços essenciais, nós conseguimos manter abastecidos todos os nossos clientes, sejam eles consumidores de gás na Comgás, sejam usuários de serviços de transporte da Rumo, sejam eles consumidores de diesel, sejam as pessoas que abastecem seus veículos nos nossos postos e etc.

Temos um portfólio que tem um alcance de mais de 7 mil postos, 2 milhões de clientes na Comgás, 14 mil quilômetros de ferrovias. Fora isso, são 13 países atendidos pela Moove, que é a nossa empresa de lubrificante, e cada um dos consumidores desses portfólios não viu, não reparou, nem foi afetado, no sentido de ter tido qualquer tipo de disrupção nos serviços que a gente presta.

Publicidade

E-Investidor – Quais foram as lições desse período?

Kovarsky – É um momento de muito orgulho quando olhamos para trás e vemos tudo o que foi feito. A rapidez com que nós conseguimos colocar tudo isso de pé também nos permitiu que, rapidamente, começássemos a olhar para quais eram as tendências, oportunidades e mudanças que viriam na sequência dessa confusão toda.

E-Investidor – E quais são essas tendências?

Kovarsky – Estou falando de macrotendências globais, como a aceleração de digitalização, uma tensão muito maior para todas as questões socioambientais, onde a gente tem um portfólio super bem posicionado para seguir capturando as oportunidades.

Publicidade

Nós temos nos posicionado cada vez mais nessa agenda de sustentabilidade. Temos a convicção muito forte que o nosso portfólio está muito bem ajustado para criar valor nesse ambiente, que valoriza as coisas que acreditamos. Sempre falamos nesse conceito de ‘EESG’, que é com um ‘E’ a mais, de Economics, como sendo um quarto pilar de sustentabilidade, e olhamos para isso de verdade como mecanismo de criação de valor para o futuro. Essa é uma agenda que sempre esteve forte na Cosan e agora ficamos ainda mais felizes porque o assunto está tendo cada vez mais eco.

E-Investidor – O que podemos esperar dos resultados da Cosan neste 2º semestre?

Kovarsky – Quando olhamos para o 2º semestre de 2020, estamos olhando para uma performance do nosso portfólio que não é muito diferente do que era a expectativa dessa performance antes da covid-19. Claro, com as suas variações. Entre os segmentos, tem coisa que está indo melhor, tem coisa que está indo pior, mas quando olhamos o todo, nós realmente conseguimos nos estruturar para capturar a retomada de demanda, onde teve retomada de demanda, e novas oportunidades, onde teve novas oportunidades.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Coronavírus
  • Cosan (CSAN3)
  • Entrevista
  • Mercado financeiro
Cotações
05/02/2026 8h38 (delay 15min)
Câmbio
05/02/2026 8h38 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Ibovespa hoje bate recorde e fecha acima de 185 mil pontos com ata do Copom

  • 3

    Carteiras recomendadas para fevereiro: como investir após o rali histórico do Ibovespa

  • 4

    XP vê oportunidade rara no Tesouro IPCA+ para ganho de até 91% com queda dos juros

  • 5

    Transparência no crédito: bancos digitais abrem score e mudam regras do jogo

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Logo E-Investidor
Bolsa Família 2026: saiba onde sacar o benefício em fevereiro
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: veja como consultar sua situação no programa
Imagem principal sobre o O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Logo E-Investidor
O que é o PrevBarco do INSS? Entenda
Imagem principal sobre o Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Logo E-Investidor
Descontos indevidos no INSS: quem não precisa contestar?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: o que é a fase de amortização na renegociação?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: quando começam os pagamentos de fevereiro de 2026?
Imagem principal sobre o Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Logo E-Investidor
Dívidas do FIES em 2026: quais as vantagens da renegociação?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621 começa a ser pago em fevereiro
Últimas: Mercado
Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira
Mercado
Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira

Investidor estrangeiro impulsiona a valorização recente do índice e analistas enxergam oportunidades principalmente entre ações de varejistas, que podem se beneficiar de queda da Selic

05/02/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa hoje pode abrir pressionado com queda de bolsas no exterior e do petróleo; balança comercial e dados dos EUA dominam a agenda
Mercado
Ibovespa hoje pode abrir pressionado com queda de bolsas no exterior e do petróleo; balança comercial e dados dos EUA dominam a agenda

Mercado inicia a quinta-feira atento à política monetária na Europa e ao avanço da temporada de balanços no Brasil, com o resultado do de Itaú ontem e Bradesco hoje

05/02/2026 | 04h30 | Por Manuela Miniguini
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas; Raízen (RAIZ4) e Totvs (TOTS3) despencam

Após balanço do Santander (SANB11) dividir analistas, dia foi marcado por queda de grandes bancos

04/02/2026 | 19h40 | Por Beatriz Rocha
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos
Mercado
Mercado imobiliário de alto padrão cresce 20% em 2025 e supera R$ 30 bilhões em lançamentos

Com juros altos e custos pressionados, o crescimento ficou concentrado nas grandes incorporadoras; a Cyrela lidera os lançamentos e reforça o imóvel de alto padrão

04/02/2026 | 18h28 | Por Igor Markevich

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador