• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

d1000 faz IPO, ações caem 12% e investidor é penalizado: o que deu errado?

A abertura de capital da rede farmacêutica deixou a desejar

Por E-Investidor

13/08/2020 | 8:19 Atualização: 28/12/2020 | 9:06

Foto: Estadão
Foto: Estadão

(Jenne Andrade e Thiago Lasco) O Ibovespa em trajetória ascendente tem atraído novas companhias para a Bolsa, mesmo em meio à pandemia de covid-19. É o caso da rede farmacêutica d1000 (DMVF3), que lançou o seu IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) na B3 na última segunda-feira (10).

Leia mais:
  • Oferta de ações de farmácias na bolsa deve influenciar redes do setor
  • 880% em 18 meses: Como a Sea Ltd. se tornou a ação mais valorizada do mundo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No entanto, a abertura de capital da rede farmacêutica deixou a desejar. A empresa, que é um braço de distribuidora de produtos farmacêuticos Profarma, teve suas ações definidas em R$ 17, piso da faixa indicativa que tinha como valor máximo R$ 20,32. Destinado à amortização de dívidas, abertura de novas lojas e capital de giro, o valor total captado no IPO foi de R$ 460 milhões.

Mas os problemas não terminam aí. Dois dias após o lançamento, o papel já contabiliza queda de 12%, algo nada trivial para uma ação que acaba de estrear.

IPO protegeu o investidor institucional e penalizou o pequeno

De acordo com os termos da oferta pública, uma parte das ações ofertadas aos investidores dos segmentos de varejo e private foi vendida com lock up, um mecanismo que impede sua negociação dentro de um determinado prazo.  No caso do primeiro grupo, 29,18% das ações foram gravadas com essa trava e não podem ser revendidas antes de 45 dias.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Já para o segmento private, formado por investidores qualificados, a alocação com lock up foi de apenas 0,88% dos papéis, mas o prazo de carência é maior, de 70 dias.

Por outro lado, para os investidores institucionais não foi colocada nenhuma restrição à revenda imediata das ações. Em termos prático, isso pode ter favorecido a queda repentina da cotação dos papéis.

“Alguns investidores institucionais grandes que compraram a ação fizeram uma reavaliação da empresa que não sustentou a compra. Por isso, eles resolveram sair do papel em seguida, o que derrubou a cotação”, diz  Simone Pasianotto, economista-chefe da Reag Investimentos.

Ela explica que IPOs recentes, como o da Via Varejo, tiveram regras diferenciadas para fracionar uma eventual saída do investidor institucional no curto prazo, justamente para evitar esse tipo de tombo.

Publicidade

“A d1000 deixou a porteira aberta para esses investidores saírem. Ela deveria ter feito algo para dificultar um pouco a fuga, principalmente em um momento delicado como o atual, em que há o risco de uma segunda onda de covid-19”, afirma.

Sem marca forte, d1000 pode ter sido mal precificada

Para Simone, a hipótese mais plausível é que o mercado tenha encontrado fragilidades na precificação da empresa. “A valuation da d1000 estava distorcida e o mercado não estava preparado”, afirma. “Ela ainda não é percebida como uma marca própria forte, mas como um compilado de marcas, e sua presença é muito local.”

Dona das bandeiras Drogasmil, Farmalife, Drogarias Tamoio e Rosário, a d1000 possui 196 lojas físicas distribuídas nos estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Distrito Federal. A companhia faz parte do grupo de Profarma (PFRM3), que vem perdendo valor de mercado ano após ano na Bolsa. No início de 2008, a distribuidora tinha suas ações precificadas em cerca de R$ 30; hoje, esses papéis negociam a R$ 5,95.

“A d1000 é o braço de varejo da Profarma, que vai mal há muito tempo. Por isso, o investidor pode ter olhado com desconfiança”, explica Mario Goulart, analista do Polyface. “Considerando que o varejo tem opções muito melhores, como a RaiaDrogasil e a Panvel Farmácias, não há por quê comprar uma empresa não tão boa.”

A título de comparação, as ações da RaiaDrogasil (RADL3) estavam precificadas em R$ 114,33 às 17h33 da última terça-feira. O papel oscilou pouco no ano e já retomou os níveis pré-crise. Diferentemente da Profarma, a companhia vem crescendo. Em cinco anos, as ações valorizaram cerca de 182%. Já a Panvel sofreu mais altos e baixos, mas registra valorização de 300% e suas ações atualmente valem R$ 25,13.

Publicidade

“O segmento farmacêutico na B3 foi bem resiliente na crise, mas tem bastante concorrência”, diz Goulart. “A gestão da RaiaDrogasil é inclusive apontada como uma das melhores do País.”

Para Marcio Loréga, analista da Ativa Investimentos, apesar de resiliente, o setor farmacêutico não vai ser um dos destaques na recuperação econômica, o que deve ter motivado maior cautela por parte dos investidores. “Vejo outros segmentos se beneficiando melhor, como commodities, financeiro, companhias que foram prejudicadas e devem retomar.”

Quem está com o papel na mão deve esperar – e aprender

Para o investidor pequeno que comprou a ação e está vendo seu investimento desvalorizar, não há muito a fazer no curto prazo. A ação não pode ser revendida até o fim do prazo do lock up, de 45 dias (ou 70 dias para o investidor qualificado). Os analistas ponderam, no entanto, que a ideia de se livrar do papel tão rápido nem deveria passar pela cabeça de quem compra ações.

“Curto prazo é só para quem é day trader ou especulador. Quem compra ações deve esperar e acreditar que aquela empresa vai crescer”, diz Simone, da Reag.

Ela acredita que muitos investidores pessoa física podem ter se empolgado com o IPO da d1000 e entrado sem fazer uma análise necessária da empresa.

Publicidade

“Oba, um IPO! É drogaria, vende remédio, vai ficar rica com a pandemia! Mas você estudou a empresa, viu os dados financeiros? Há toda uma análise micro e macroeconômica de fluxo de caixa da companhia”, explica.

A economista diz ainda que, com a taxa Selic a 2%, muitos vão atrás de lucros rápidos com risco menor, mas isso não existe mais. “A renda variável oscila para cima e para baixo. É preciso saber ler o que a empresa significa, qual é o valor da matriz de risco envolvida no negócio. Vários fatores podem afetar o valor da companhia”, diz. “Falta educação financeira para o investidor”.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
19/01/2026 6h57 (delay 15min)
Câmbio
19/01/2026 6h57 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Até voos de helicóptero: o que os bancos ofertam em cartão para altíssima renda

  • 2

    FGC inicia pagamento de R$ 40,6 bilhões a investidores com CDBs do Banco Master; veja como receber

  • 3

    Endividamento das famílias cresce em ano eleitoral; veja como organizar o orçamento

  • 4

    5 cursos gratuitos da B3 para você organizar as finanças e investir melhor em 2026

  • 5

    O conselho de carreira de Warren Buffett para jovens profissionais seguido por Steve Jobs e Richard Branson

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Logo E-Investidor
Motoristas de Uber podem ser isentos do Imposto de Renda ainda em 2026? Entenda
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: teto para quem recebe mais de um salário mínimo sobe para R$ 8,4 mil
Imagem principal sobre o FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Logo E-Investidor
FGC paga credores do Master e alerta para o prazo de ressarcimento; cuidado com os golpes
Imagem principal sobre o Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Logo E-Investidor
Benefício Variável Familiar: como sacar o valor do benefício?
Imagem principal sobre o Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Logo E-Investidor
Este benefício acrescenta R$ 50 no valor do Bolsa Família
Imagem principal sobre o FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Logo E-Investidor
FGTS: caso o titular tenha falecido, seus dependentes podem sacar o saldo retido?
Imagem principal sobre o Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Logo E-Investidor
Aposentadoria tem novo valor mínimo de pagamento pelo INSS em 2026
Imagem principal sobre o Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Logo E-Investidor
Mudou de endereço? Saiba se você precisa atualizar o CadÚnico para não perder o Bolsa Família
Últimas:
A era do boom dos IPOs está de volta a NY, com SpaceX e OpenAI como queridinhas, mas cuidado com o que você compra
Mercado
A era do boom dos IPOs está de volta a NY, com SpaceX e OpenAI como queridinhas, mas cuidado com o que você compra

Especialistas alertam que o pequeno investidor deve se atentar ao timing certo para montar posição: nem sempre se deve comprar no primeiro dia

19/01/2026 | 05h30 | Por Jeff John Roberts, Fortune
Mais um ano de seca de IPOs na B3? Empresas esperam brecha para abertura de capital no Brasil, mas Wall Street atrai mais olhares
Mais um ano de seca de IPOs na B3? Empresas esperam brecha para abertura de capital no Brasil, mas Wall Street atrai mais olhares

Insegurança jurídica, pouca proteção ao minoritário e crise de confiança explicam o fato de o último IPO na Bolsa brasileira ter sido em 2021; com facilidade de acesso, empresas têm preferido os EUA

19/01/2026 | 05h30 | Por
Ibovespa hoje começa a semana atento ao Boletim Focus, com dados econômicos da Ásia e Europa no radar
Mercado
Ibovespa hoje começa a semana atento ao Boletim Focus, com dados econômicos da Ásia e Europa no radar

Mercado monitora projeções do Banco Central no Brasil e indicadores de atividade e inflação no exterior

19/01/2026 | 04h30 | Por Igor Markevich
Participação estrangeira em fundos imobiliários tem espaço para crescer, avalia Hedge Investments
Investimentos
Participação estrangeira em fundos imobiliários tem espaço para crescer, avalia Hedge Investments

Gestora investe em tradução de relatórios para inglês, conversas com provedores internacionais e maior transparência para atrair gringos

19/01/2026 | 03h00 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador