• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Dólar a R$ 7? Entenda por que isso não deve acontecer e os gatilhos decisivos

Estresse nos mercados internacionais provoca onda de aversão a risco entre investidores. Veja as consequências para a moeda americana

Por Daniel Rocha

07/08/2024 | 3:00 Atualização: 07/08/2024 | 12:10

Projeção para o dólar em 2024 vai de R$ 5,50 a R$ 6,44. (Foto: Envato Elements)
Projeção para o dólar em 2024 vai de R$ 5,50 a R$ 6,44. (Foto: Envato Elements)

Os primeiros dias de agosto trouxeram um cenário de caos para os mercados globais, o que causou um avanço do dólar em 1,81% no acumulado do mês, segundo dados da Economatica. Além dos conflitos no Oriente Médio, que ganharam um novo capítulo no fim de julho, a alta do juros no Japão e o risco de recessão nos Estados Unidos adicionaram uma preocupação a mais para os investidores. Os eventos fizeram o dólar alcançar a máxima de R$ 5,86 durante o pregão de segunda-feira (5) – embora tenha fechado em R$ 5,73. O temor de uma crise econômica levantou dúvidas sobre até onde o câmbio pode chegar no atual volátil ambiente econômico.

Leia mais:
  • Os fatores que abalaram os mercados globais e levaram o dólar a quase R$ 5,90
  • Mercado volátil exige postura estratégica do investidor
  • Mercado financeiro da Venezuela revelam grande “farsa” no país de Maduro
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Por enquanto, os ânimos ficaram mais calmos e as negociações de terça-feira (6) mostraram uma recuperação dos mercados. A bolsa do Japão, por exemplo, encerrou a madrugada com uma alta de 10%, enquanto o S&P fechou o dia com um avanço de 1,04%. O câmbio, por sua vez, desacelerou e apresentou uma queda de 1,41%, sendo cotado a R$ 5,65. A leitura dos dados do índice de gerente de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços norte-americanos, divulgados na segunda-feira, foi o responsável por reduzir o estresse das bolsas.

  • Caos na segunda, calmaria na terça: o que está acontecendo com o mercado financeiro?

Com os números do PMI acima das expectativas, a narrativa de uma crise econômica nos EUA perdeu força. O índice subiu de 48,8 em junho para 51,4 em julho, enquanto as expectativas previam um aumento menor, a 51, segundo as projeções da FactSet, empresa de dados financeiros. Ou seja, na avaliação de Jefferson Laatus, chefe-estrategista do grupo Laatus, o dado mostra que os mercadores exageraram nas projeções sobre a possibilidade dos EUA estarem em recessão econômica. “O mercado vai aguardar a próxima CPI (inflação ao consumidor) dos EUA no dia 14 (de agosto). Antes disso, é pouco provável ter grandes stress novamente”, afirma o especialista.

A única certeza que assimilada pelos investidores após os primeiros dias caóticos nos mercados em agosto foi a redução do juros nos Estados Unidos na próxima reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), nos dias 17 e 18 de setembro. A dúvida que paira no momento está em saber qual será a magnitude da redução dos juros na próxima reunião. O Citi, por exemplo, estima um corte de 50 pontos-base.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Paralelo a isso, os mercados acompanham a realidade econômica do Japão. Há uma semana, o Banco Central do Japão (BoJ, na sigla em inglês) aumentou a taxa básica de juros da faixa de 0% a 0,1% para 0,25%. Além disso, o BC japonês sinalizou que há a possibilidade de o mercado se surpreender com novos aumentos caso a economia e os preços dos produtos seguirem as atuais projeções. O momento econômico fez com que o índice Nikkei 225 encerrasse as negociações com perdas por três dias consecutivos. A maior depreciação aconteceu na madrugada de segunda-feira (5), quando o índice apresentou uma queda de 12,40%.

  • Leia mais: Warren Buffett pode ter uma ‘oportunidade de ouro’ para ir às compras

A preocupação, segundo Rafael Bentes, head internacional da RJ+Asset, acontece porque o Japão é um dos principais destinos dos investidores que buscam se financiar com juros mais baixos para investir em outros mercados com taxas mais altas para lucrar com o diferencial de juros. Mas com o início do ciclo de aperto monetário no país, esse movimento, denominado pelo mercado como carry trade, não se torna mais interessante a ponto dos investidores se verem obrigados a zerar suas posições. “Inclusive muitos fundos americanos pegam dinheiro no Japão para comprar Nvidia (NVDC34), por exemplo. Então, podemos ver uma continuação desse movimento nos próximos dias”, diz Bentes, da RJ+Asset.

E além das condições econômicas dos EUA e do Japão, os conflitos do Oriente Médio também devem permanecer no radar dos investidores e podem movimentar o câmbio nos próximos dias. Se houver um aumento na tensão geopolítica entre Israel e os grupos Hamas e Hezbollah, o apetite a risco dos investidores pode reduzir no mercado internacional ao passo de beneficiar o dólar, assim como aconteceu no dia 1º de agosto, quando a moeda norte-americana subiu 1,41%, sendo negociado a R$ 5,73.

Até onde o dólar deve chegar?

Dado o contexto internacional, a dúvida que permanece entre os investidores é se novos gatilhos podem surgir e causar uma escalada do dólar, como ocorreu nos últimos dias. Para os especialistas em câmbio, a tendência é de que haja um movimento de depreciação do câmbio com os ajustes do mercado após a reação exagerada de segunda-feira. A política monetária dos EUA também deve dar ritmo a essa correção da moeda americana se adotar uma política de flexibilização monetária em setembro, como apontam as expectativas dos agentes econômicos.

Caso essa projeção se concretize, os títulos públicos norte-americanos devem perder a sua atratividade e, em contrapartida, podem aumentar o apetite a risco dos gringos, que devem migrar para os mercados emergentes em busca de retornos ainda melhores. “O diferencial de juros entre Brasil e EUA deve aumentar com o corte das taxas que está por vir em setembro. Isso corrobora para que o dólar possa buscar um valor próximo a R$ 5,30 que é a atual projeção do Focus“, diz Andre Fernandes, head de renda variável e sócio da A7 Capital.

  • O que esperar das próximas 3 reuniões do Copom em 2024? Veja as dicas para o investidor se antecipar

Segundo os dados mais recentes da B3, pela primeira vez em 2024 a captação líquida (a diferença entre entrada e saída) do capital estrangeiro encerrou o mês com um saldo positivo de R$ 7,4 bilhões. Embora seja insuficiente para reverter a retirada de R$ 31,4 bilhões no acumulado do ano, o fluxo de julho sinaliza que esse movimento pode ganhar força em agosto à medida que o risco de recessão nos Estados Unidos for descartado com a divulgação de novos indicadores econômicos.

“O cenário mais provável é que o dólar encerre o ano em R$ 5,50 e R$ 5,80. Mas não descartamos uma apreciação maior do que a que projetamos”, pontua Cláudia Moreno, economista do C6 Bank. Essa possibilidade de uma nova alta do dólar se baseia no cenário fiscal do Brasil que ainda permanece incerto mesmo com o contingenciamento de R$ 15 bilhões anunciado pelo governo. Com essa realidade, o mercado financeiro enxerga um aumento da inflação nos próximos anos diante do desequilíbrio das contas públicas em função do aumento dos gastos e do esgotamento político nas pautas de arrecadação via criação de novos impostos.

Dólar pode chegar a R$ 7?

Agora, se os dados econômicos norte-americanos confirmarem uma desaceleração brusca, a tendência é de que haja uma apreciação ainda mais elevada com os investidores em busca de proteção. “Se tudo ‘der muito errado’, a máxima prevista para o dólar pode chegar a R$ 6,44”, afirma Marcelo Coutinho, especialista em investimentos e analista CNPI do TradersClub. No entanto, esse é o cenário parece ser o mais distante para o mercado dado a realidade do cenário econômico global.

Publicidade

Segundo Flávio Conde, analista da Levante Ideias de Investimento, o dólar pode alcançar os R$ 5,50 com o primeiro corte de juros dos EUA e a R$ 5,40 no fim do ano com mais um reajuste das taxas norte-americanas. “Não comprem dólar porque a moeda norte-americana recua e pode cair mais indo a R$ 5,60 essa semana”, argumentou o especialista.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • Investidores
  • japão
  • Juros
  • mercado
Cotações
04/05/2026 17h02 (delay 15min)
Câmbio
04/05/2026 17h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    “Não guarde dinheiro”: por que Elon Musk diz que poupar para a aposentadoria será inútil

  • 2

    “Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

  • 3

    Viu RMC no extrato do INSS? Entenda o risco do consignado que pode prender aposentados a uma dívida infinita

  • 4

    Berkshire Hathaway lucra US$ 10 bi antes de conferência histórica sem Warren Buffett

  • 5

    O que esperar da primeira ‘Woodstock para Capitalistas’ sem Warren Buffett

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos ou mais conseguem desconto na conta de luz? Veja se você tem direito
Imagem principal sobre o Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Logo E-Investidor
Idosos precisam solicitar desconto na conta de luz presencialmente? Entenda
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Imagem principal sobre o FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Logo E-Investidor
FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Imagem principal sobre o Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Últimas: Mercado
Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas
Mercado
Santander exclui Copasa (CSMG3) e Localiza (RENT3) na carteira para maio; veja as 5 ações recomendadas

Banco ajusta recomendações mensais para mitigar riscos globais, com prioridade para empresas com receitas previsíveis e potencial de redução de custos

04/05/2026 | 15h40 | Por Cecília Mayrink
Itaú BBA: B3 (B3SA3) e Equatorial (EQTL3) saem na carteira de maio; veja que ações entraram no lugar
Mercado
Itaú BBA: B3 (B3SA3) e Equatorial (EQTL3) saem na carteira de maio; veja que ações entraram no lugar

O banco realizou as trocas avaliando vetor de crescimento mais diversificado e melhor relação risco-retorno

04/05/2026 | 13h29 | Por Beth Moreira
Ações da Marfrig (MBRF3) sobem com acordo que abre caminho para IPO de US$ 2 bilhões
Mercado
Ações da Marfrig (MBRF3) sobem com acordo que abre caminho para IPO de US$ 2 bilhões

A companhia anunciou neste domingo (3) a conclusão do acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita, que dá origem à Sadia Halal

04/05/2026 | 13h26 | Por Daniel Rocha
Genial Investimentos tira BTG (BPAC11) e Copel (CPLE3) de sua carteira para maio; JHSF (JHSF3) e Ultrapar (UGPA3) entram no lugar
Mercado
Genial Investimentos tira BTG (BPAC11) e Copel (CPLE3) de sua carteira para maio; JHSF (JHSF3) e Ultrapar (UGPA3) entram no lugar

No posicionamento para maio, a Genial afirma que avança na direção a uma postura mais seletiva e sem problemas estruturais

04/05/2026 | 12h05 | Por Eduardo Puccioni

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador