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Rumo a R$ 6,10? Por que o dólar voltou a disparar nesta segunda-feira (2)

Hoje a cotação da moeda superou recorde de fechamento mais uma vez acima de R$ 6, maior valor da história

Por Luíza Lanza

02/12/2024 | 13:46 Atualização: 02/12/2024 | 17:51

Notas de dólar americano. (Foto: Adobe Stock)
Notas de dólar americano. (Foto: Adobe Stock)

Depois de disparar ao maior valor da história na última semana, o dólar voltou a subir nesta segunda-feira (02). Na máxima hoje, chegou a R$ 6,09. A cotação fechou a R$ 6,06, alta de 1,11%. A cotação renovou recorde histórico de fechamento da sexta (29).

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Ainda predominam no mercado o pessimismo em relação ao pacote fiscal apresentado pelo governo federal e a preocupação com trajetória da dívida pública no País – motivos que levara a um desequilíbrio no câmbio no final da última semana. Mas o sentimento se deteriorou com a notícia de que o Executivo reduziu em R$ 1,7 bilhão o bloqueio no Orçamento deste ano.

  • Veja quais foram os maiores valores de fechamento do dólar na história

Lá fora, também joga a favor de um dólar mais forte a ameaça de Donald Trump ao Brics, bloco econômico formado por economias emergentes como o Brasil, Índia e a África do Sul, além de potências como a China.O presidente eleito nos Estados Unidos disse que vai impor tarifa de 100% ao grupo, caso os países tentem substituir o dólar em suas transações comerciais.

“Globalmente, a valorização do dólar também está associada à fraqueza do euro, pressionado por fatores como as declarações de Donald Trump sobre o Brics, a queda do PMI japonês abaixo do esperado e a crise política na França. Tanto o euro quanto o iene registraram perdas frente ao dólar, contribuindo para o fortalecimento do índice DXY”, destaca Diego Gardi, gerente comercial e analista da B&T Câmbio.

O dólar vai subir mais?

A cotação do dólar já vem em uma trajetória de alta acentuada há algumas semanas. Até o final de outubro, a Ptax tinha uma valorização acumulada de quase 20% em 2024; a 3ª maior para o período nos últimos 15 anos. Naquele mês, como mostramos aqui, a espera pelo prometido pacote de corte de gastos pesava sobre o mercado.

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A última semana trouxe a apresentação das tão aguardadas medidas, mas o plano do governo não agradou. Ao longo do pregão da sexta-feira (29), o dólar chegou a ser negociado a R$ 6,11, o maior valor nominal da história. Ao encerrar o mês de novembro em R$ 6,00, a moeda americana acumula uma valorização de 25,04% em 2024.

Como mostramos aqui, traçar com exatidão a trajetória do dólar nas próximas semanas é uma tarefa difícil. Mas o consenso é de que a moeda deve se estabilizar em um patamar elevado – ou seja, em um nível acima de R$ 6. “Esse estresse do dólar, nesta magnitude, pode ser considerado pontual. Entretanto, esse movimento faz parte de uma dinâmica de longo prazo de desvalorização do real”, afirma André Galhardo, consultor econômico da plataforma de transferências internacionais Remessa Online.

A edição desta segunda-feira do Boletim Focus trouxe uma estabilização na projeção para o dólar ao final de 2024, que vinha em alta por seis semanas consecutivas. O mercado agora espera que a moeda americana encerre o ano em R$ 5,70; para isso, o dólar teria que cair 5% em dezembro.

A estimativa para 2025 aumentou de R$ 5,55 para R$ 5,60, enquanto a de 2026 subiu de R$ 5,50 para R$ 5,60. A projeção do dólar para 2027 não foi alterada.

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