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Conteúdo Patrocinado . Mercado

Fechamento de Mercado: Bolsa dá sequência à recuperação nesta quarta

Por Ágora Investimentos

25/03/2020 | 19:17 Atualização: 03/06/2020 | 11:38

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Em mais um dia de recuperação na esteira do mega pacote de estímulos dos EUA para mitigar o impacto econômico da pandemia do novo coronavírus, o mercado acionário global seguiu operando em alta, ao mesmo tempo em que o dólar se mostrou mais fraco ante boa parte das moedas de emergentes.

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Assim, as bolsas da Europa fecharam mais um dia em alta, um pouco mais contida nesta quarta-feira. A Alemanha também ganhou destaque ao confirmar um pacote inédito na história do país, cerca de 750 bilhões de euros. Nos EUA, os principais índices acionários também encerraram no campo positivo.

No Brasil, o índice Ibovespa acompanhou os pares internacionais e encerrou com uma alta de 7,5%, aos 74.956 pontos e giro financeiro de R$ 28,7 bilhões. O dólar, por sua vez, encerrou em queda de 0,97%, cotado aos R$ 5,03/US$.

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No mercado de juros, os juros futuros encerraram a sessão em baixa, na ponta longa e curta. No último caso, influenciado pela divulgação do IPCA-15 de março que reforçou o cenário benigno para inflação. Na agenda desta quinta-feira, destaque para a divulgação do relatório trimestral de inflação no Brasil, para a divulgação do PIB nos EUA e para a decisão de política monetária na Inglaterra.

Inflação

O IPCA-15 continuou em desaceleração em março, alcançando +0,02% na variação mensal, ante +0,22% no mês anterior. Dessa vez, o resultado ficou abaixo do consenso (+0,07%). Na comparação anual, o IPCA-15 desacelerou mais para +3,7%, ante +4,2% em fevereiro. 

O transporte, a educação e a eletricidade doméstica impulsionaram a desaceleração. Os impactos iniciais de eventos recentes, como o surto de covid-19 e os preços mais baixos do petróleo, atingiram o IPCA-15 em março, com a categoria de transporte recuando 0,8% na variação mensal (de +0,2% em fevereiro) – principalmente na parte de passagens aéreas (-16,9%, contra -6,7% em fevereiro) e combustíveis (-1,2%, contra +0,5%).

A eletricidade doméstica, por sua vez, recuou ainda mais para -1,3% (de -0,1% em fevereiro). Enquanto isso, os ajustes anuais nas mensalidades começaram a diminuir, com a categoria educacional desacelerando para +0,6% na variação mensal, de +3,6% em fevereiro. 

Outras medidas de inflação continuaram mostrando uma tendência de comportamento benigno. De fato, os serviços subjacentes diminuíram ainda mais, atingindo uma nova baixa histórica de todos os tempos, em -0,01% na variação mensal, de +0,25% fevereiro. Além disso, a média das sete principais medidas de núcleo da inflação voltou a estar em um nível muito baixo, estável em +0,15%, como no mês anterior. 

Nossa visão

A inflação mais uma vez mostrou um comportamento muito benigno. Certamente, mesmo antes dos impactos do surto de covid-19, as expectativas já eram de um nível de IPCA para 2020 muito confortável em relação à meta do BCB para o ano (4,0%). Agora, com as novas estimativas de crescimento do PIB apontando para uma atividade econômica muito mais fraca, o cenário atual indica ainda menos pressão inflacionária.

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Em relação às estimativas, a equipe econômica do BBI continua vendo o IPCA em 2020 em 3,3%, mas a atividade econômica mais fraca levou esta mesma equipe a revisar o número de 2021 para 3,5% (de 3,75% anteriormente).

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