• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Fusões e aquisições devem continuar em 2021 apesar da crise

Mercado de M&A movimentou US$ 2,8 trilhões no mundo no ano passado

Por Isaac de Oliveira

06/04/2021 | 3:00 Atualização: 06/04/2021 | 7:42

(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

As operações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) atingiram um patamar importante em 2020, com 28, 5 mil transações que geraram um volume de US$ 2,8 trilhões. Em um ano marcado pela pandemia, a publicação anual M&A Report, realizado pela Bain & Company, mostra que o número ficou próximo do patamar de 2017 (US$ 2,9 trilhões), porém abaixo do que se viu em 2019 (US$ 3,3 trilhões) e em 2018 (US$ 3,4 trilhões).

Leia mais:
  • Hapvida e NotreDame: Como será o maior grupo de saúde do Brasil
  • Totvs fecha aquisição de 92% da RD Station por R$ 1,861 bilhão
  • 2021 será o ano dos IPOs? Conheça as empresas que poderão estrear na B3
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O temor global gerado pela pandemia no primeiro trimestre de 2020 provocou uma interrupção das atividades, que se recuperaram no segundo semestre do ano passado. Com diversos países em estágio avançado de vacinação, as expectativas atuais são positivas para novos negócios, inclusive no Brasil, onde a crise sanitária recrudesceu recentemente.

“Esse movimento vai continuar porque cada vez mais as companhias estão buscando por novas capacidades, sejam digitais, de novas plataformas ou simplesmente de novos negócios”, analisa Kai Grass, sócio da Bain & Company.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Quem acompanha de perto essas operações está otimista porque o M&A permanece como uma forte estratégia de crescimento para as companhias. O otimismo se deve ao fato de que, no cenário internacional, com a redução da intensidade da crise, as empresas estão voltando a direcionar para novos projetos recursos e esforços até então focados na manutenção do negócio.

“No primeiro trimestre, quando a pandemia ecoou, os investidores focaram em como fazer para que as suas empresas atravessassem melhor esse cenário. Isso naturalmente reduziu o ritmo de novos investimentos”, explica João Vitor Carminatti, co-fundador e CEO da Stark, startup conhecida como “Tinder” de M&A por fazer um match entre empresários e investidores.

“Com a pandemia um pouco mais precificada e os reflexos dela já mapeados – uma vez que os fundos garantiram que as empresas estavam indo no caminho certo -, os investidores já começaram a considerar novos investimentos”, acrescenta Carminatti.

No caso do Brasil, onde a situação é mais delicada, a leitura é de que mesmo com a possibilidade de um impacto negativo no curtíssimo prazo, as operações irão permanecer. Ainda há muito capital disponível, fruto dos recentes processos de IPO e follow-on. É o caso da Rede D’or, que entrou na bolsa em dezembro de 2020, movimentando R$ 11,39 bilhões, dos quais boa parte será destinada para aquisições, conforme o prospecto da oferta.

Publicidade

Para que a dinâmica de M&A se mantenha igual ou superior à escala do ano passado, Luis Felipe Costa, sócio e diretor de renda variável da Genial Investimentos, considera que o ambiente interno de capitais precisa melhorar. “Estas operações enfrentam hoje os impactos da saída do investidor estrangeiro do mercado acionário brasileiro, a maturação do negócio de cada empresa e o perfil de investidores, além do processo de normalização dos juros.”

Grass, entretanto, avalia que a atual situação do País, com o real desvalorizado, pode atrair investidores com apetite a risco e objetivos de longo prazo, já que, neste caso, eles ficam com menos aversão ao cenário político-econômico de curto prazo. Esse movimento foi percebido no final de 2020, com entrada recorde de capital estrangeiro em busca de ativos de maior risco em países emergentes, como o Brasil.

“No médio prazo, se virmos uma seca [de ofertas] no mercado, isso vai reduzir as aquisições de maior escala, mas ainda terá as de menor tamanho”, diz o sócio da Bain.

O que investidores precisam considerar

Ganho de escala, expansão da base de clientes e avanço tecnológico são alguns dos horizontes traçados pelas companhias que buscam comprar ou se fundir a outras. No final das contas, a união das empresas deve reduzir custos ou aumentar as receitas.

Bruno Komura, estrategista de renda variável da Ouro Preto Investimentos, explica que o M&A permite às empresas a entrada em um novo mercado de atuação, bem como em outras regiões geográficas. “É o que está acontecendo agora com o Carrefour e o grupo Big. Enquanto o Carrefour tem forte atuação no Sudeste, o grupo Big tem uma forte presença no Sul e no Nordeste”, explica.

Publicidade

No último dia 24, o Carrefour informou ao mercado que chegou a um acordo para a compra do grupo Big, ex-Walmart Brasil, por R$ 7,5 bilhões. A informação levou as ações da companhia a registrarem a maior alta do Ibovespa naquele dia, com valorização de 12,87% e cotação de R$ 21,75.

Grandes movimentações de mercado também tendem a influenciar essas operações. A forte capitalização do IPO da Rede D’or, com fins de expansão da companhia, fez com que a Hapvida e a Intermédica buscassem uma fusão, observa o estrategista da Ouro Preto. “No passado, elas já tiveram conversas, mas acabou não dando certo. Com o IPO da Rede D’or, essa conversa voltou à tona e agora deu certo, precisa ainda da aprovação do Cade e da ANS”, lembra Komura.

No mercado de capitais brasileiro, a Locaweb é um exemplo no movimento de M&A. Desde o IPO, que movimentou cerca de R$ 1,2 bilhão em fevereiro de 2020, a empresa de hospedagem de sites já realizou nove aquisições, segundo Rafael Chamas, CFO da Locaweb. “Nunca fazemos aquisição pensando em empilhar receita. Fazemos pensando em melhorar a nossa oferta, para que a jornada do nosso cliente seja mais bem sucedida”, afirma Chamas.

Em fevereiro de 2021, a Locaweb captou R$ 2,7 bilhões com uma oferta secundária, dinheiro que deverá ser utilizado para o pagamento de aquisições já realizadas e potenciais novos negócios.

Publicidade

Ainda que essas operações costumem animar investidores, não há garantias de que o negócio trará bons frutos. Em 9 de março, a Totvs anunciou a compra de 92% do capital da RD Station, uma empresa de automação de marketing digital, por R$ 1,86 bilhão. No dia seguinte, os papéis da companhia de software tiveram a terceira maior desvalorização do Ibovespa, de 4,74%. A ação liderou as perdas no dia 11, com queda de 1,99%. “O mercado interpretou que a Totvs pagou muito caro”, lembra Komura.

Quais setores devem avançar em 2021

Na opinião dos especialistas de M&A ouvidos pelo E-Investidor, alguns setores devem ter maior potencial de bons negócios neste ano. Para o CEO da Stark, por exemplo, as operações no Brasil devem se concentrar com destaque em setores como saúde, educação, tecnologia, logística e telecomunicações.

“Com certeza a aceleração no setor de saúde vai continuar acontecendo. No setor de educação, a gente espera um movimento de consolidação ainda maior no ensino básico. E o setor de telecom tem uma corrida de aquisições em provedores de internet, bastante relevante”, analisa Carminatti.

Para ele, o baixo patamar de taxa de juros força as empresas a acelerarem o crescimento, uma vez que a alternativa de deixar dinheiro parado é muito cara.

O sócio da Bain também está confiante para um ano positivo no setor de saúde. “Não só pela consolidação, mas principalmente pela aquisição de novas capacidades. É um setor que cresceu muito em termos de avanços tecnológicos no último ano, muito por conta da pandemia, e acreditamos que vão haver mais aquisições nesse ramo”, diz Grass.

Publicidade

Já o setor de varejo, um dos mais impactados pela pandemia no ano passado, deverá ter um ritmo menor. “Várias empresas se saíram bem, e elas vão continuar, mas o setor como um todo, em comparação com outros, foi mais afetado”, avalia Gras.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Compra
  • Conteúdo E-Investidor
  • Empresas
  • Fusão
  • IPO
  • IPOs
Cotações
20/04/2026 20h21 (delay 15min)
Câmbio
20/04/2026 20h21 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Buffett

  • 2

    Domicílio fiscal: os 7 países mais vantajosos — e o que cada um tributa

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em leve alta com tensão no Oriente Médio e disparada do petróleo; dólar cai ao menor valor em 2 anos

  • 4

    Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

  • 5

    Pagar menos IR ou buscar mais retorno: o que realmente aumenta a rentabilidade da carteira?

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: é possível consultar se o vale de recarga está disponível pelo Caixa Tem?
Imagem principal sobre o Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Logo E-Investidor
Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Imagem principal sobre o Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Logo E-Investidor
Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Imagem principal sobre o Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Logo E-Investidor
Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Imagem principal sobre o Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Logo E-Investidor
Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Imagem principal sobre o Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Logo E-Investidor
Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje: Sabesp (SBSP3) sobe 4,36% e C&A (CEAB3) cai 2,19%
Mercado
Ibovespa hoje: Sabesp (SBSP3) sobe 4,36% e C&A (CEAB3) cai 2,19%

Avanço do petróleo impulsiona petroleira e segura o Ibovespa no positivo: Petrobras (PETR3; PETR4) sustenta alta, mas inflação e incertezas externas abalam a Bolsa

20/04/2026 | 19h41 | Por Ana Ayub
Distância entre small caps e Ibovespa atinge maior nível em 20 anos
Mercado
Distância entre small caps e Ibovespa atinge maior nível em 20 anos

Mais expostas à economia doméstica e aos juros, empresas médias e pequenas seguem longe dos recordes, enquanto rali da Bolsa se concentra em blue chips

20/04/2026 | 18h52 | Por Luíza Lanza
Boletim Focus: projeção para a inflação medida pelo IGP-M dispara de 3,86% para 4,66% em 2026
Mercado
Boletim Focus: projeção para a inflação medida pelo IGP-M dispara de 3,86% para 4,66% em 2026

Essa é a sétima alta consecutiva do indicador, que reflete o cenário de cautela diante dos conflitos geopolíticos que têm pesado especialmente sobre o valor dos combustíveis no mundo todo

20/04/2026 | 12h29 | Por Cícero Cotrim
Controle da Braskem deve sair da Novonor para um fundo ligado à Vórtx; 30% do capital será vendido
Mercado
Controle da Braskem deve sair da Novonor para um fundo ligado à Vórtx; 30% do capital será vendido

Ações disparam após anúncio de saída da Novonor, mas investidores ponderam riscos e complexidade da operação

20/04/2026 | 11h40 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador