• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Alta do Ibov é a melhor para fevereiro em 7 anos; o que esperar de março?

Variáveis macro seguem no radar, mas outros dois fatores devem jogar a favor da Bolsa em março. Confira

Por Luíza Lanza

29/02/2024 | 18:22 Atualização: 29/02/2024 | 18:39

(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O Ibovespa voltou a subir em fevereiro para encerrar o mês nesta quinta-feira (29) aos 129.020,02 pontos, com uma alta mensal de 0,99%, depois que a Bolsa passou pelo pior janeiro em oito anos. A valorização pode parecer modesta, mas é o melhor desempenho da Bolsa brasileira para o segundo mês do ano desde 2017, mostram dados levantados pela Economatica.

Leia mais:
  • A queda de braço entre bancões e minoritários sobre o futuro da Cielo
  • As ações da Nasdaq que já pagaram até R$ 94 por ação em dividendos
  • Por que o mercado teme Nelson Tanure na Oi?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O desempenho de fevereiro marca a reversão de parte das quedas acumuladas no início de 2024, quando a perspectiva de juros mais altos por mais tempo nos Estados Unidos e mais a incerteza na China levou o mercado a reprecificar um cenário pior do que aquele que se desenhava ao final de 2023. Depois da correção brusca em janeiro, parece que os ânimos se estabilizaram no segundo mês do ano, permitindo algumas altas aqui e ali.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“Houve uma certa ausência de indicadores em fevereiro, o que fez com que os mercados ficassem mais tranquilos e investidores começassem a olhar para o que estava barato em busca de barganhas”, diz Max Bohm, estrategista da Nomos.

Mas não é como se os fatores que pressionaram a Bolsa em janeiro tenham saído do radar. Pelo contrário, explica Ricardo França, analista da Ágora. “Olhando as variáveis macroeconômicas, não vimos um grande alívio. Os juros de longo prazo nos Estados Unidos avançaram em fevereiro, o que não deveria ser um fator positivo para a renda variável”, destaca.

O que segurou a Bolsa, então, mesmo com esse cenário? Os bons resultados trimestrais apresentados pelas companhias, diz ele.

Balanços de empresas ajudam a Bolsa em fevereiro e podem impactar março

A temporada de divulgação dos balanços financeiros referentes ao quarto trimestre de 2023 das empresas de capital aberto começou ainda no fim de janeiro, no Brasil e no exterior. Os números apresentados até então são vistos com bons olhos por analistas e ajudaram a sustentar a Bolsa em fevereiro mesmo frente a uma “agenda esvaziada”.

E não foi só no Brasil: nos Estados Unidos, a excelente performance das empresas de tecnologia levou os índices acionários americanos S&P 500 e Nasdaq ao "all-time high", termo utilizado no mercado para se referir a novas máximas históricas. “Esse mês foi um desempenho muito positivo do S&P, muito por conta da Nvidia, que faz uma diferença grande nesta conta. Ainda assim, no geral, os resultados das empresas lá fora têm vindo positivos e isso sempre ajuda a nossa Bolsa por aqui”, explica Leonardo Piovesan, CNPI e analista fundamentalista da Quantzed.

  • Nvidia (NVDA): a empresa de US$ 2 trilhões é a nova bolha da bolsa?

Ricardo França, da Ágora, destaca que cerca de 70% dos resultados apresentados por empresas acompanhadas pela corretora vieram em linha ou superiores às expectativas. “Isso retrata que os resultados, em geral, são de razoáveis a positivos. Acabou sendo um fator que justificou a melhor performance da Bolsa”, diz.

Publicidade

A temporada se encerra no dia 28 de março, com a divulgação dos números de nomes como Azul (AZUL4) e Simpar (SIMH3). Até lá, se os resultados continuarem positivos, o quarto trimestre de 2023 pode seguir dando suporte a maiores altas na Bolsa. "Sem dúvida alguma, a continuidade da temporada ainda deve ser um direcionador para os preços das ações", pontua França.

Super Quarta no radar em março

O Comitê de Política Monetária (Copom) fará sua próxima reunião nos dias 19 e 20 de março, data em que o Federal Open Market Committee (FOMC) – órgão equivalente dos Estados Unidos – também se reúne para discutir os rumos da taxa de juros americana. É mais uma “Super Quarta”.

Por aqui, o Banco Central deixou claro em encontros anteriores que manterá o atual ritmo de cortes de 0,50 ponto porcentual na Selic. O mercado não espera grandes surpresas e a tendência é que os juros brasileiros caiam para 10,75% ao ano – o menor patamar desde março de 2022. É lá fora que estão os possíveis impactos da Super Quarta no mercado.

A expectativa pelo tão sonhado início dos cortes na taxa de juros americana vem movimentando os mercados. A possibilidade deste ciclo começar em março é, atualmente, descartada pela maioria dos analistas, mas foi um dos principais motivos por trás do rali vivido pelo Ibovespa em novembro e dezembro do ano passado. Da mesma forma, a reversão desse otimismo ajudou a Bolsa brasileira a ter em 2024 seu pior janeiro em oito anos.

  • Leia também: Boom de empresas gringas chega ao País e supera toda a Bolsa brasileira

Por isso, a reunião de março vai ser acompanhada de perto por investidores em busca de sinais mais claros do Federal Reserve (Fed), o banco central americano, sobre os próximos passos.

“Se o Fed indicar uma postura de manter os juros mais baixos do que o esperado, isso pode resultar em maior liquidez no mercado global, com investidores buscando maiores retornos em mercados emergentes como o Brasil. Isso poderia atrair capital para o mercado brasileiro, beneficiando o Ibovespa”, explica André Sandri, sócio da AVG Capital e fundador do EDUCA$.

Publicidade

“Porém, se adotar uma postura de aumento de juros visando combater a inflação nos EUA, a tendência é que haja uma fuga de capitais dos mercados emergentes, o que poderia pressionar negativamente o Ibovespa”, completa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Conteúdo E-Investidor
  • Ibovespa
  • Taxa de juros
Cotações
19/03/2026 6h31 (delay 15min)
Câmbio
19/03/2026 6h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Como investir em renda fixa com guerra no Irã e queda da Selic: CDI, prefixado ou IPCA+

  • 3

    Imposto de Renda 2026: Receita anuncia as regras deste ano; veja todas as mudanças

  • 4

    Warren Buffett tem uma regra simples para a aposentadoria — e muita gente ignora

  • 5

    Ibovespa hoje fecha em alta com novo salto do petróleo e decisões do Fed e Copom no radar

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de parto
Imagem principal sobre o Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Logo E-Investidor
Bolsa Família: 4 situações que podem bloquear o seu benefício em 2026
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: quais são os modelos de declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: quais são os modelos de declaração?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: dicas de ouro de como escolher o modelo certo de declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: dicas de ouro de como escolher o modelo certo de declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: em qual período do dia não é possível enviar a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: em qual período do dia não é possível enviar a declaração?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que significa o sinal de erro na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que significa o sinal de erro na declaração?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Entenda se você consegue pedir a 2ª via
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Entenda se você consegue pedir a 2ª via
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: entenda qual é a duração do benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: entenda qual é a duração do benefício
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje inicia sessão com cautela após de decisões de juros da Superquarta
Mercado
Ibovespa hoje inicia sessão com cautela após de decisões de juros da Superquarta

No exterior, o dia é de grande movimentação na política monetária, com as decisões de juros dos bancos centrais europeus e asiáticos

19/03/2026 | 04h30 | Por Ana Ayub
Mercado vê BC sem sinalizar próximos passos após redução da Selic; veja primeiras impressões
Mercado
Mercado vê BC sem sinalizar próximos passos após redução da Selic; veja primeiras impressões

Analistas veem mudança no tom do Copom, que abandona sinalizações mais claras e passa a condicionar próximos passos ao cenário de inflação e ao ambiente externo

18/03/2026 | 20h36 | Por Beatriz Rocha
Ibovespa hoje: Eneva (ENEV3) salta 15% com leilão de energia; Hapvida (HAPV3) tomba
Mercado
Ibovespa hoje: Eneva (ENEV3) salta 15% com leilão de energia; Hapvida (HAPV3) tomba

Mercado acompanhou decisão de juros dos EUA; no Brasil, Copom decide rumo da Selic mais tarde

18/03/2026 | 18h27 | Por Beatriz Rocha
Fed mantém juros nos EUA e reconhece incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio
Mercado
Fed mantém juros nos EUA e reconhece incerteza gerada pela guerra no Oriente Médio

Banco Central americano disse que próximas decisões de juros dependem do que acontecer no conflito, que impacta diretamente a inflação global; taxa permanece entre 3,50% e 3,75%

18/03/2026 | 16h39 | Por Luíza Lanza

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador