• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Por que o investidor deveria se preocupar com a inflação dos EUA

A cada pregão, os analistas monitoram o aumento de preços na economia americana

Por Jenne Andrade

25/05/2021 | 3:00 Atualização: 25/05/2021 | 9:08

Joe Biden, presidente dos EUA (Foto: HilarySwift/TheNewYorkTimes)
Joe Biden, presidente dos EUA (Foto: HilarySwift/TheNewYorkTimes)

Se você acompanha o mercado financeiro, deve ter notado um tema recorrente nas análises de especialistas: a ‘inflação dos Estados Unidos’. O aumento generalizado dos preços na economia norte-americana já era uma preocupação meses antes de o Senado aprovar o estímulo fiscal de US$ 1,9 trilhão do presidente Joe Biden, em março.

Leia mais:
  • ‘Onda progressista’ no Brasil? Veja o que o investidor precisa saber na era Biden
  • 1% mais rico dos EUA deixa de pagar imposto sobre um quinto da renda
  • ‘Juro baixo tira o dinheiro dos rentistas e leva para as empresas’, diz Valora
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O superpacote de Biden tem o objetivo de acelerar a recuperação do País após a pandemia do coronavírus, que brecou a atividade econômica. Contudo, já naquela época o temor era de que, com mais dinheiro circulando, a inflação saltasse e o Federal Reserve (banco central dos EUA) fosse obrigado a subir juros para conter a alta dos preços. Atualmente, os EUA tem juros próximos a 0%.

A escalada dos juros na terra do ‘tio Sam’ resulta também no aumento do rendimento dos títulos públicos do tesouro americano, os treasures, considerados os ativos de menor risco no mundo. Com isso, muitos investidores acabam tirando capital de mercados emergentes (e menos seguros), como o Brasil e direcionando o dinheiro para os treasures dos EUA.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A B3 acaba sofrendo consequências, já que a elevação das taxas de juros nos EUA diminui o custo de oportunidade de se investir no mercado brasileiro”, diz José Francisco Cataldo, head de research da Ágora Investimentos. “Um fluxo de capital que poderia vir para o Brasil acaba ficando por lá mesmo. A própria renda variável americana acaba desaquecendo, assim como no resto do mundo.”

Os investidores estrangeiros são responsáveis por mais da metade do volume financeiro na Bolsa brasileira. Somente em abril eles negociaram R$ 912 bilhões, cerca de 52% do total. É principalmente esse público, além de investidores institucionais, que pode ser fortemente atraídos a tirar capital da B3 em investir na renda fixa americana.

Muito além do capital

Para além do desaquecimento da renda variável no Brasil, uma alta nos juros dos Estados Unidos pode ter reflexos em outros segmentos. Segundo Paloma Brum, analista de investimentos na Toro, a saída de capital da B3 para os títulos públicos americanos pressionaria ainda mais o câmbio e demandaria uma alta mais acelerada da Selic, a nossa taxa básica de juros.

“Com juros mais altos no Brasil, nosso mercado de ações pode sofrer maiores ajustes, embora a Selic ainda tenda a se apresentar num patamar historicamente mais baixo”, explica Brum. “Além disso, fatores domésticos contribuem para a formação de uma pressão inflacionária, principalmente no que tange à desvalorização do real face ao dólar em decorrência de um risco-país mais elevado.”

Por estas razões, de acordo com Brum, os investidores brasileiros podem esperar uma política monetária contracionista em 2021, ainda que isso não signifique a retomada de juros num patamar tão elevado como em outros momentos. “Os juros dos títulos públicos federais [brasileiros], ainda baixos, acabam tornando os papéis do Tesouro menos atrativos face ao nível de risco mais alto, incentivando a saída de capital da nossa economia”, afirma a analista.

Uma aposta arriscada

O jornal The Economist publicou matéria sobre o risco de aumento da inflação nos EUA em fevereiro, antes que o pacote fiscal fosse aprovado no Senado, e levanta as dúvidas em relação aos efeitos dos  estímulos à economia.

Publicidade

“Em 7 de fevereiro, Janet Yellen, a secretária do Tesouro, tentou tranquilizar os críticos do estímulo de Biden dizendo que os Estados Unidos têm as ferramentas para lidar com a inflação. Mas as taxas mais altas não são sem consequências, e se o Fed se vir jogando água fria em uma economia superaquecida os riscos de outra recessão aumentarão”, afirmou o jornal. “Em Wall Street, taxas mais altas seriam um choque. Em mercados emergentes, elas seriam angustiantes.”

E o que era só temor tornou-se mais preocupante à medida que indicadores eram divulgados. Em abril, o Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) veio com uma alta de 0,8%, enquanto o esperado era um aumento de 0,2%.

No acumulado dos últimos 12 meses, também era esperada uma alta de 3,6%, mas houve um avanço de 4,2% – a maior variação positiva anual desde setembro de 2008, quando havia subido 4,9%.

O Federal Reserve explicou que a inflação seria temporária e fruto de gargalos nas cadeias globais de produção, como consequência da pandemia. Entretanto, a justificativa ainda não conseguiu apaziguar totalmente os ânimos e afastar as dúvidas.

Publicidade

“Dados divulgados desde aquela reunião (do FED) em abril já podem ter mudado esse cenário pintado pelos dirigentes dos FED e isto é o que preocupa os agentes do mercado”, explica Brum. “Somado a isto, foi relatado pela ata do FOMC [Comitê Federal de Mercado Aberto, semelhante ao Copom, no Brasil] que alguns de seus membros já manifestaram receios de que a inflação suba para patamares indesejáveis.”

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ágora Investimentos | E-Investidor
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Inflação
  • Investidor estrangeiro
  • Joe Biden
Cotações
14/05/2026 6h19 (delay 15min)
Câmbio
14/05/2026 6h19 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Itaú lança cartão para altíssima renda da Mastercard com até 7 pontos por dólar

  • 2

    Tesouro Selic ou Tesouro Reserva? Veja quais títulos do Tesouro Direto servem para reserva de emergência

  • 3

    Saíram na hora errada? Maioria dos fundos que bateram o Ibovespa perdeu investidores em 12 meses

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda de 1,8% e dólar dispara com áudio vazado de Flávio Bolsonaro

  • 5

    Banco do Brasil no 1T26 hoje: veja o que pode destravar preço da ação na crise no agro

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos podem receber a restituição ainda em maio; entenda como e quando
Imagem principal sobre o Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Logo E-Investidor
Restituição do Imposto de Renda 2026: quem tem e-mail como Pix pode receber o pagamento? Entenda
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 1º lote da restituição é liberado ainda em maio; veja a data exata
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: endividados podem usar FGTS para pagar contas atrasadas; entenda quanto é possível sacar
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: quem ganha até R$ 8.105 pode participar do programa para aliviar dívidas; entenda como
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas de boletos e carnês devem seguir estes passos para renegociar atrasos
Imagem principal sobre o Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Logo E-Investidor
Idosos podem conseguir este produto gratuitamente nas farmácias
Imagem principal sobre o Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Logo E-Investidor
Idosos podem cair em golpes de empréstimos: entenda como funciona e dicas para se proteger
Últimas: Mercado
Ibovespa hoje busca recuperação após dia turbulento e acompanha dados dos EUA
Mercado
Ibovespa hoje busca recuperação após dia turbulento e acompanha dados dos EUA

Sem indicadores domésticos relevantes, mercado brasileiro acompanha agenda internacional enquanto digere queda de 1,8% na sessão anterior

14/05/2026 | 04h30 | Por Estadão Conteúdo
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções
Mercado
Guru mais otimista de Wall Street prevê rali do S&P 500 em 2026 e alta mais expressiva até 2029; veja as projeções

Presidente da Yardeni Research vê resultados das empresas como impulso para a bolsa de Nova York; outras casas também revisam estimativas

13/05/2026 | 19h29 | Por Jason Ma, da Fortune
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%
Mercado
Ibovespa hoje: Braskem (BRKM5) lidera altas pelo 2º dia seguido; Localiza (RENT3) cai 6%

Divulgação de áudios trocados entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro mexeu com os mercados nesta quarta-feira (13)

13/05/2026 | 18h58 | Por Beatriz Rocha
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%
Mercado
Dasa (DASA3) mostra forte desempenho no 1T26 e recebe recomendação de compra; ação sobe 3%

Com lucro de R$ 9 milhões, companhia dispara no Ibovespa após focar em medicina diagnóstica

13/05/2026 | 16h47 | Por Ana Ayub

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador