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Mercado

IRB (IRBR3): Barsi estava certo? Ações saltam 39,5% em 2023

Empresa foi considerada o pior ativo em 2022. O que os analistas falam sobre investir na resseguradora?

Por Artur Nicoceli

12/01/2023 | 4:57 Atualização: 12/01/2023 | 9:51

Luiz Barsi, o maior investidor individual do País (Foto: Carla) Carniel/Reuters)
Luiz Barsi, o maior investidor individual do País (Foto: Carla) Carniel/Reuters)

O megainvestidor Luiz Barsi, de 83 anos, se tornou o maior investidor pessoa física do País com o sucesso de sua estratégia em montar uma carteira voltada para dividendos. No portfólio, ele carrega posições principalmente em companhias de setores perenes, como o de energia e o de bancos, que no longo prazo geraram fluxo de caixa e lucro.

Leia mais:
  • Maior investidor do País, Barsi vê carteira subir 9% na 1ª semana do ano
  • O que esperar das ações do IRB em 2023 após saída do Ibovespa
  • Barsi abre sua carteira e aponta expectativas para dividendos
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Apesar de tantas apostas certeiras, um dos papéis em que o acionista possui posição é o IRB Brasil. Segundo especialistas, essa é uma aposta totalmente especulativa de Barsi. De acordo com Idean Alves, sócio e chefe da mesa de operações da Ação Brasil, a companhia traçava um movimento de queda desde fevereiro de 2020, quando a empresa foi envolvida em um escândalo de gestão que inflava os números dos seus resultados para aumentar os bônus dos gestores.

Uma série de notícias negativas e a contínua queda no preço das ações fizeram a empresa ocupar o posto de pior ativo em 2022.

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No entanto, em 2023, a companhia se tornou a maior alta da Bolsa até o momento, com valorização superior a 39,5% – no fechamento desta quarta-feira (11), o papel caiu 3,23%, a R$ 1,20.

Veja abaixo o desempenho da ação nos últimos oito pregões:

 

Motivos

Segundo especialistas, dois fatos que ocorreram em dezembro, foram os responsáveis pela decolagem do ativo. O primeiro, de acordo com Carlos André Vieira, analista-chefe do TC, foi o agrupamento de 2.467.890.331 ações. Na prática, quem tinha 30 ações IRBR3 terá agora somente 1 ativo.

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Geralmente, o agrupamento acontece quando o ativo está com valores muito baixos e forte volatilidade. Além disso, como a quantidade de ações em custódia se reduz na operação, há uma tendência de valorização do ativo – e o mercado quer aproveitar o momento. “Os investidores devem montar posições maiores para ficarem com o número de papéis exatos quando acontecer a reestruturação”, explicou o especialista, sobre a operação de ganho com o agrupamento. Esse procedimento está previsto para ocorrer no próximo dia 25.

O resultado financeiro apresentado pela companhia também responde pela valorização das ações nos últimos pregões. Em relatório, o BTG Pactual lembrou que no dia 20 de dezembro o IRB Brasil divulgou os dados financeiros relativos a outubro de 2022, com os primeiros números positivos desde janeiro do mesmo ano.

A resseguradora registrou lucro líquido de R$ 6,4 milhões em outubro, ante prejuízo de R$ 84,8 milhões na comparação com o mesmo mês de 2021. E os prêmios emitidos em outubro totalizaram R$ 542 milhões, um aumento de 12% no Brasil se comparado com o mesmo período de 2022, mas uma queda de 22% em relação ao exterior.

De todo modo, o BTG afirmou que esse resultado está em linha com a estratégia do novo CEO do IRB, Raphael de Carvalho, de focar no mercado interno. Para o banco, o presidente da empresa deve acelerar a agenda de corte de custos, simplificando as operações da companhia e, ao fazê-lo, tentará convencer as agências de rating a dar-lhe mais alguns meses para mudar a avaliação da empresa.

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Hoje, a nota da companhia tanto no Standard & Poor’s Global Ratings quanto na A.M. Best é negativa. “A visibilidade sobre o futuro da empresa continua ruim, mas melhorou um pouco com o resultado de outubro”, afirmou o banco em relatório. Questionado sobre os motivos da possível alta dos papéis e o que espera da companhia, Luiz Barsi não quis comentar sobre o assunto.

Vale a pena investir nas ações do IRB (IRBR3)?

No período entre outubro do ano passado e 3 de janeiro deste ano, o IRB foi classificado como uma “penny stock”, como são chamados os ativos que valem menos de R$ 1 e, por isso, possuem forte volatilidade. Mesmo com o papel cotado alguns centavos acima disso, especialistas entrevistados pelo E-Investidor ainda não recomendam posições de compra.

Heitor De Nicola, especialista de renda variável e sócio da Acqua Vero Investimentos, diz que apesar de o mercado olhar principalmente o patrimônio líquido das companhias de resseguro para saber se uma empresa é interessante, o IRB Brasil precisa reportar alguns resultados com sinais mais positivos e com uma solidez melhor para que 2023 seja um ano mais promissor.

Nos últimos dez meses de 2022, de acordo com o último balanço divulgado, o prejuízo líquido do IRB foi de R$ 585,2 milhões, 47,55% maior se comparado com o acumulado de R$ 396,6 milhões reportado no mesmo período de 2021.

Mesmo assim, o novo CEO do IRB afirmou após tomar posse que seu foco está em reorganizar os números da companhia, focando no primeiro momento em abater os prejuízos financeiros, para que, no segundo semestre desse ano, a companhia volte a operar no positivo.

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Alysson Gregório, assessor de renda variável da SVN Investimentos, diz que o ativo não se mostra interessante, pois empresas endividadas tendem a performar de forma ruim quando os juros estão na casa dos dois dígitos – a taxa Selic hoje estacionou em 13,75%. “Acredito que não seja um momento para o investidor realmente aportar na empresa, até porque ela não demonstra sinais claros de uma recuperação. Por ora, o que se espera é que a empresa enfrente muita dificuldade e volatilidade ao longo deste ano”, afirma Gregório.

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