“Estamos com um volume financeiro bastante baixo. Muito provável que os fundos institucionais estejam fazendo caixa e direcionando o patrimônio que eles têm em América Latina/Brasil para empresas muito fortes, como o setor de commodities”, afirma Bruno Guimarães, head de renda variável da EWZ Capital, assessoria de investimentos filiada ao BTG Pactual. “Vale, CSN, Gerdau que estão puxando o Ibov. Petrobras, por sua vez, está com um volume ridículo.”
No exterior, as bolsas fecharam sem direção única. O S&P 500 e Dow Jones chegaram ao fim do dia com altas de 0,15% e 0,048%. Já Nasdaq terminou em queda de 0,070%.
Os três papéis que mais valorizaram durante o dia foram Braskem (BRKM5), Minerva (BEEF3) e Hapvida (HAPV3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Braskem (BRKM5): +5,95%, R$ 44,67
As ações de Braskem dispararam 5,95%, aos R$ 44,67, impulsionados pela maior demanda por produtos petroquímicos no exterior, principalmente dos Estados Unidos.
No mês as ações sobem 12,70%, e no ano, 89,78%.
Minerva (BEEF3): +4,22%, R$ 10,61
Os papéis da Minerva fecharam em alta de 4,22%, aos R$ 10,61, após cinco pregões de queda. A fala do presidente Jair Bolsonaro a respeito do credenciamento de frigoríficos para exportação à Rússia impulsionou os ativos.
No mês as ações sobem 3,82%, e no ano, 4,44%.
Hapvida (HAPV3):+3,89%, R$ 15,22
Em terceiro lugar, a Hapvida fechou o pregão em alta de 3,89%, aos R$ 15,22, na esteira das notícias envolvendo a captação de recursos da companhia para investimentos, fusões e aquisições.
No mês as ações estão em alta de 2,69%, e no ano, 0,26%.