• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Busca por passagem aérea no Brasil atinge mínima histórica no Google

O interesse no termo caiu 81% de fevereiro para abril

Por E-Investidor

04/06/2020 | 10:22 Atualização: 04/06/2020 | 11:28

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Diante de uma pandemia que deixou as aéreas praticamente sem operação e impôs um severo distanciamento social, as buscas por passagem aérea no Brasil atingiram o menor nível histórico na plataforma Google.

Leia mais:
  • Presidente da CVC destaca 7 pontos sobre a retomada do turismo
  • Ações das aéreas dispararam. Reação é sinal de retomada?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os dados foram compilados pelo Broadcast por meio da ferramenta Google Trends. Os números mostram que a retomada do setor pela perspectiva do interesse dos passageiros ainda não começou no País, mas pelo menos parou de cair.

Na contramão, o mercado global dá sinais de que o pior já passou e as pessoas começaram a retomar o interesse. Segundo dados do Google, a busca por passagem aérea no Brasil na plataforma atingiu o menor nível da série histórica, que começou em 2004.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O interesse no termo caiu 81% de fevereiro para abril (de 91 para 17), mas se estabilizou em maio. A métrica usada pelo Google é a seguinte: um valor de 100 representa o pico de popularidade de um termo em uma determinada região. Já uma pontuação de 0 significa que não havia dados suficientes para a busca.

Os dados globais mostram uma retomada de 30% em maio na comparação com abril – este último também o pior da série histórica do buscador (26). Nesta quarta-feira, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) apontou uma série de dados, assim como a melhora nas buscas do Google por passagens, como uma luz no fim do túnel.

De acordo com o economista-chefe da Iata, Brian Pearce, o setor mostrou uma recuperação no número de voos (considerando também o de transporte de carga) em maio. “Vimos uma elevação de 30% no dia 27 de maio na comparação com 21 de abril, que demonstrou ter sido o menor ponto na crise em termos de voos. Isso sugere que o mês de maio foi melhor também para os passageiros”, disse, durante coletiva com jornalistas.

O economista reforçou a tendência de retomada do negócio via mercado doméstico. “As aéreas estão se esforçando para puxar a demanda, com oferta de passagens”, destacou. Segundo dados da Iata, as tarifas para voos no mercado doméstico em maio foram 23% menores na comparação anual. A crise, entretanto, vai deixar uma conta elevada.

Publicidade

A demanda global de transporte aéreo de passageiros (medida em RPK, ou Passageiros-Quilômetros Pagos transportados) despencou 94% em abril na comparação com igual mês de 2019. “A indústria atingiu nível sem precedentes em abril”, destacou Pearce.

A oferta de assentos (medida por assentos-quilômetros ofertados, ou ASK) naquele mês recuou 87% na comparação anual. Já a taxa de ocupação atingiu mínima histórica de 36,6%. Em igual período de 2019, o indicador estava em 83%. Segundo o sócio-fundador do Fenelon Advogados, Ricardo Fenelon, a menor retomada do Brasil até agora se dá pela diferença temporal em que a pandemia atingiu a América Latina.

Enquanto China e Europa dão sinais de recuperação e queda na contaminação, o Brasil tem registrado crescimento dia a após dia e hoje ocupa o segundo lugar no número de casos de covid-19. Fenelon destacou que o Brasil conseguiu dar importantes passos para proteger o setor aéreo no início da pandemia.

“A Ryanair, que em 2019 transportou sozinha mais passageiros do que todas as aéreas brasileiras, parou. E aqui conseguimos manter”. Em 2019, as companhias locais transportaram 104,4 milhões de passageiros. Somente a irlandesa de baixo custo Ryanair transportou 142 milhões.

Publicidade

O desafio do governo agora, acrescenta, está no que ele chamou de segunda etapa, com a linha de crédito. “Eu tenho hoje uma preocupação grande de como o governo vai agir para evitar o colapso do setor”, disse, ponderando que o BNDES e os ministérios têm se esforçado.

Além dessa diferença no tempo, outro fator que tem comprometido o interesse do brasileiro em viajar é a crise política que o País está enfrentando, avalia a idealizadora da Airport Infra Expo e CEO da Necta, Paula Faria. “A gente está com dificuldade de prever esse futuro. As pessoas não viajarem é reflexo dessa insegurança que está relacionada a dicotomia entre as esferas (federal, municipal e estadual). Como não temos essa direção, as pessoas não vão viajar”, disse.

Retomada do mercado doméstico

Passada a tempestade que foi o mês de abril, as aéreas brasileiras começaram a retomar suas operações. Como forma de garantir que a crise não afetaria o transporte de carga e equipe média em aviões, o governo costurou uma malha essencial com o segmento. “No início de abril, quando a crise se instaura aqui, nosso ponto mínimo foi de 180 voos diários, de uma média que chegava até em 2.700 no período de pico, em temporada de verão”, destacou o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz.

Na virada de maio para junho, o setor passou a operar com 263 voos diários. Para o fim do mês, a estimativa é de 353 voos diários. “No início de julho, esse número já cresce, com a retomada da Passaredo e Map”, acrescentou.

Depois da maior crise da história, a aviação terá um grande desafio pela frente. Sanovicz disse que, no caso brasileiro, os pontos de mais atenção são o câmbio (o dólar está na casa dos R$ 6 e a moeda norte-americana influencia 50% dos custos das aéreas) e os hábitos dos passageiros na retomada.

Publicidade

Ele disse ainda que o cliente vai começar a levar em conta questões como cobertura de plano de saúde e assistência médica nas cidades em que pretende ir. “O movimento de retomada vai se dar primeiro no doméstico, com viagens de até 2,5 horas. Porque com isso, se o passageiro se sentir desconfortável, ele consegue voltar”, destacou.

A Azul anunciou que aumentará o número de voos em junho para 168 decolagens diárias nos dias de pico, comparado com uma média de 115 decolagens por dia em maio. A Gol, em junho, terá média de 100 voos diários, ante os 68 previstos na malha essencial de maio, o que representa um acréscimo de 47%. A Latam está voando no Brasil em igual mês com cerca de 7% da sua capacidade do período pré-pandemia (750), com uma média de 50 voos por dia.

(Estadão Conteúdo – Por Cristian Favaro)

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Google (GOGL34)
Cotações
29/04/2026 14h31 (delay 15min)
Câmbio
29/04/2026 14h31 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    IPCA acima da meta muda rota da Selic e mercado prevê corte menor pelo Copom

  • 2

    Pedidos e entregas da Embraer (EMBJ3) no 1º trimestre agradam analistas, que enxergam “robustez” da companhia

  • 3

    Ibovespa hoje fecha abaixo de 190 mil pontos com tensão EUA-Irã, Focus e Superquarta no radar; dólar cai

  • 4

    Superquarta: mercado vê risco no recado dos bancos centrais; veja o pior cenário para o investidor

  • 5

    Ibovespa hoje recua com IPCA-15 e dólar tem leve alta na véspera da Superquarta

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Starlink: saiba qual é o plano residencial mais barato e o que está incluso no pacote
Logo E-Investidor
Starlink: saiba qual é o plano residencial mais barato e o que está incluso no pacote
Imagem principal sobre o Microaposentadoria: 4 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Logo E-Investidor
Microaposentadoria: 4 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com 60 anos e 80 anos não estão na mesma ordem de prioridade da restituição
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com 60 anos e 80 anos não estão na mesma ordem de prioridade da restituição
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Imagem principal sobre o O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Logo E-Investidor
O salário não caiu 5° dia útil? Veja como resolver o atraso
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para trocar de investimento pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos conseguem participar de cursos educativos gratuitamente? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia: passo a passo para alunos investirem no Tesouro Selic e fazer o dinheiro render
Últimas:
Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?
Radar da Imprensa
Minha Casa, Minha Vida: ganho R$ 5 mil, qual casa consigo comprar?

As mudanças nas regras do programa aumentam o limite de renda da faixa 2 e facilitam o acesso ao crédito

29/04/2026 | 14h28 | Por Jéssica Anjos
Petróleo a US$ 110 pressiona juros e derruba bolsas; Ibovespa cede com Vale e bancos
CONTEÚDO PATROCINADO

Petróleo a US$ 110 pressiona juros e derruba bolsas; Ibovespa cede com Vale e bancos

Patrocinado por
Ágora Investimentos
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor
Einar Rivero
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor

Patrimônio mais que dobra em dois anos, base de investidores avança e diversificação de produtos consolida ETFs como peça cada vez mais relevante na carteira do brasileiro

29/04/2026 | 14h22 | Por Einar Rivero
Família Barsi adquire Boa Vista e entra em assessoria de investimentos
Direto da Faria Lima
Família Barsi adquire Boa Vista e entra em assessoria de investimentos

AGF entra com R$ 6,5 bilhões no segmento e passa a ter plataforma completa

29/04/2026 | 14h18 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador