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Mercado

Ibovespa na semana: Banco Inter (BIDI11 e BIDI4), Hapvida (HAPV3) e Méliuz (CASH3) são os destaques negativos

Índice caiu 0,34% entre 27 de setembro de 1° de outubro, passando de 113.283 pontos para 112.899 pontos

IPO da Hapvida na B3, em 2018
(Foto: Samuel Kim/Estadão Conteúdo)
  • Índice caiu 0,34% entre 27 de setembro de 1° de outubro, passando de 113.283 pontos para 112.899 pontos
  • Os três papéis que mais desvalorizaram nos cinco pregões foram Banco Inter (BIDI11 e BIDI4), Hapvida (HAPV3) e Méliuz (CASH3)

O Ibovespa caiu 0,34% entre 27 de setembro de 1° de outubro, passando de 113.283 pontos para 112.899 pontos. Na semana anterior, o índice fechou em alta depois de três baixas seguidas. Apesar da melhora nos preços nesta sexta-feira (1), os resultados mantiveram o índice no vermelho.

Henrique Zimmermann, sócio e Head Nordeste da VLG Investimentos, ressalta que a queda nos últimos meses é reflexo do noticiário negativo da economia chinesa, além das discussões do teto de gastos norte-americano e da política nacional. Segundo ele, a pressão inflacionária, a redução dos estímulos pelos bancos centrais e a desaceleração econômica mundial devem seguir no radar ao longo de outubro.

Entretanto, segundo Zimmermann, a queda leve do índice da semana é reflexo de uma melhora nos resultados do setor financeiro e imobiliário. “Além disso, o anúncio do remédio contra a covid-19 ajudou a animar os mercados pelo mundo todo”, aponta.

Na segunda (27), quarta (29) e sexta (1), o principal índice de ações da B3 fechou as sessões com altas de 0,27%, 0,89% e 1,73%. Na terça (28) e na quinta (30), o Ibovespa fechou em quedas de 2,79% e 0,11%, respectivamente.

Os três papéis que mais desvalorizaram nos cinco pregões foram Banco Inter (BIDI11 e BIDI4), Hapvida (HAPV3) e Méliuz (CASH3).

Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:

Banco Inter (BIDI11): -16,34%, R$ 51,10
Banco Inter (BIDI4): -15,69%, R$ 17,14

O derretimento das ações do Banco Inter foi a resposta dos investidores à informação de que a instituição financeira faria um ‘provisionamento extraordinário’ no balanço patrimonial da empresa.

O banco negou a necessidade do recurso, geralmente utilizado para cobrir inadimplências. As ações chegaram a crescer mais de 164% de janeiro a julho deste ano. A BIDI11 fechou em baixa de 16,34% e é precificada a R$ 51,10. Já as ações PN fecharam com queda de 15,69%, cotadas a R$ 17,14.

A BIDI11 cai 9,54% no mês, mas sobe 55,79% no ano.
A BIDI4 cai 9,31% no mês, mas sobe 56,39% no ano.

Méliuz (CASH3): -9,50%, R$ 6,29

Apesar de ter ensaiado uma alta ao longo da semana, o resultado da CASH3 nos últimos cinco pregões foi negativo. Segundo relatório da Genial Investimentos, a empresa sofre impacto do aumento da taxa de juros. Na semana, os papéis caíram 9,50% e são cotados a R$ 6,29.

Os papéis sobem 4,66% no mês e no ano acumulam valorização de 151,60%.

Hapvida (HAPV3): -8,76%, R$ 13,44

As ações da empresa, que já apresentava movimento de queda após ser citada durante investigação da CPI da Covid no Senado, despencaram nesta semana após o Cade afirmar que o processo de fusão entre Hapvida e Notre Dame Intermédica é “complexo”. As ações da empresa registraram queda de 8,76% na semana, sendo cotadas a R$ 13,44.

A HAPV3 cai 1,10% no mês e 11,64% no ano.

*Com Estadão Conteúdo

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