• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Por que o mercado desaprova nova política industrial de R$ 300 bilhões

Governo apresentou, nesta segunda-feira (22), um conjunto de medidas para levar o País à “neoindustrialização”

Por Jenne Andrade

22/01/2024 | 20:10 Atualização: 22/01/2024 | 20:10

 Foto: Werther Santana/Estadão
Foto: Werther Santana/Estadão

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta segunda-feira (22) a Nova Indústria Brasil (NIB), uma nova política industrial que busca impulsionar o setor nacional até 2033 e reverter a chamada “desindustrialização precoce do País”. No primeiro triênio do programa (2024 a 2026), cerca de R$ 300 bilhões serão disponibilizados para financiamentos.

Leia mais:
  • O que o mercado pensa de Guido Mantega na Vale?
  • Qual o balanço do primeiro ano do governo Lula 3 no mercado?
  • As ações com histórico de dividendos acima de 6% para viver de renda
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Deste montante, pelo menos 80% deve ser custeado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ou seja, uma quantia de R$ 250 bilhões, conforme noticiado pelo Estadão. A NIB tem como pilares seis “missões”, que incluem o investimento na modernização das cadeias agroindustriais nacionais, complexo econômico industrial de saúde, infraestrutura e saneamento, transformação digital da indústria, bioeconomia e tecnologias para a defesa nacional.

  • Ibovespa em queda. Analistas já estão revendo as projeções do ano?

Um dos objetivos é de que em 10 anos, 70% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos sejam produzidos no Brasil. “A nova política prevê a articulação de diversos instrumentos de Estado, como linhas de crédito especiais, recursos não-reembolsáveis, ações regulatórias e de propriedade intelectual, além de uma política de obras e compras públicas, com incentivos ao conteúdo local, para estimular o setor produtivo em favor do desenvolvimento do País”, afirma o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Na Bolsa, o plano para a chamada “neoindustrialização” foi encarado com bastante negatividade pelos investidores. Com o anúncio das medidas, o Ibovespa aprofundou as quedas e terminou a sessão com uma desvalorização de 0,81%, aos 126.601,55 pontos.

Reedição de erros na nova política industrial

Gustavo cruz, estrategista da RB investimentos, vê o “novo” plano industrial como uma reembalagem de políticas aplicadas em mandatos petistas anteriores e que foram notadamente malsucedidas, apesar do alto investimento. “O mercado recebe mal porque ele ecoa muito com algumas políticas que não tiveram sucesso no passado e foram tentadas em diversos momentos do primeiro e segundo mandato de Lula e Dilma Rousseff”, afirma Cruz.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O estrategista ressalta que a indústria nacional encolheu nas últimas duas décadas, em um movimento natural associado à globalização e à competição com as empresas estrangeiras. E que o protecionismo às companhias brasileiras já se provou ineficaz para superar essa lacuna.

“Quando a gente conversa com médicos e enfermeiros que atendem no Sistema Único de Saúde (SUS), eles sempre questionam o porquê dessa insistência em produtos nacionais, já que o resultado é a falta de produtos”, diz Cruz. “Para a população, tanto faz se é produzido no Brasil, na China ou em qualquer outro lugar do mundo, desde que não falte e seja de qualidade. Se é R$ 0,70 mais caro produzir no Brasil, não faz sentido insistir em produzir aqui.”

  • O que está acontecendo com a Vale (VALE3)? Ações da empresa despencam na Bolsa

A mesma visão é compartilhada por Marcelo Boragini, sócio da Davos Investimentos. “O mercado vê com uma repetição de um modelo que a gente já sabe que não funcionou”, diz. Para o executivo, um dos equívocos claros está na exigência do “conteúdo local” nos produtos.

“É uma política que não só onera as contas públicas, como também faz com que fiquemos totalmente desconectados com as cadeias globais de valor”, afirma Boragini. “E o que o mercado agora mais teme, após esse anúncio da nova política industrial do governo, é gerar um temor de descontrole das contas públicas e, consequentemente, menor espaço para redução da taxa de juros básica aqui.”

Luccas Fiorelli, sócio da HCI Invest, aponta que a preocupação com a ruína das contas públicas cresce entre os investidores em função da apresentação desta nova política industrial. “O fiscal está se deteriorando – já vimos nesse mês de janeiro uma saída de investidor estrangeiro. Se o ministro da fazenda, Fernando Haddad, não deixar o cenário mais claro em relação ao fiscal, ou seja, de como o governo vai pagar essa conta, essa imprevisibilidade vai acabar punindo o Ibovespa”, diz.

Quem sai ganhando com a nova política industrial

Se a implicação das contas públicas causam temor, na outra ponta há setores que podem ser beneficiados pelos investimentos. De acordo com a Ágora Investimentos, o fomento ao setor agrícola pode aumentar a produtividade e os volumes de grãos para a Rumo (RAIL3), cuja recomendação da casa para os papéis é de compra.

Publicidade

Já o financiamento para projetos de infraestrutura provavelmente será positivo para CCR (CCRO3) e EcoRodovias (ECOR3), que também são recomendações de compra da Ágora. “Incentivos à transformação digital e à transição energética também poderiam beneficiar a WEG (WEGE3) – neutra, preço-alvo de R$ 37,00 –, enquanto as tecnologias para defesa nacional deveriam levar a novos negócios de defesa para a Embraer (EMBR3) – compra, preço-alvo de R$34,00 –”, afirma a corretora, em relatório.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Governo
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Riscos
Cotações
14/01/2026 16h11 (delay 15min)
Câmbio
14/01/2026 16h11 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Espera por socorro do FGC faz investidor perder dinheiro com CDBs do Master; veja quanto

  • 2

    O salto que ninguém esperava: as ações que elevaram dividendos em até R$ 8,39 por papel

  • 3

    Caso Banco Master reacende debate sobre regras do FGC; veja o que pode mudar para o investidor

  • 4

    “Venezuela é inviável”: ExxonMobil alerta Trump e fecha a porta para bilhões no petróleo

  • 5

    Bitcoin nunca será dinheiro e, se for, deixará de ser cripto, diz pesquisador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Logo E-Investidor
Como motoristas de Uber podem calcular descontos no Imposto de Renda?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda para motoristas da Uber: quando a isenção irá aparecer na declaração?
Imagem principal sobre o Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Logo E-Investidor
Trabalhadores nascidos em janeiro já podem realizar o saque-aniversário do FGTS; veja até quando
Imagem principal sobre o 4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Logo E-Investidor
4 maneiras para os idosos realizarem a prova de vida em 2026
Imagem principal sobre o Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Logo E-Investidor
Prova de vida 2026: como fazer procedimento pelo app Gov.br?
Imagem principal sobre o Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Logo E-Investidor
Mega Millions: como funciona a loteria dos EUA?
Imagem principal sobre o Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Logo E-Investidor
Como a ventilação natural pode ajudar na conta de luz?
Imagem principal sobre o Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Logo E-Investidor
Tem CDBs do Master? Como acionar o FGC e quando será feito o pagamento
Últimas: Mercado
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa
Mercado
MRV (MRVE3) volta a gerar caixa no Brasil, mas operação nos EUA ainda preocupa

Prévia do 4º tri tem melhora na geração de caixa no MCMV; subsidiária Resia segue pressionando

14/01/2026 | 13h51 | Por Isabela Ortiz
Balanços de bancões nos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026
Mercado
Balanços de bancões nos EUA no 4T25 testam a tese de soft landing e calibram expectativas para 2026

Resultados de Bank of America, Wells Fargo e Citigroup reforçam a leitura de resiliência da economia americana, mas indicam que o melhor momento do ciclo de juros para o setor bancário pode ter ficado para trás

14/01/2026 | 12h08 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência
Mercado
Acordo Mercosul-União Europeia: os setores que ganham e os que perdem com a nova concorrência

Agronegócio e commodities reforçam vantagens competitivas com acesso ao mercado europeu, enquanto indústria química, automotiva e manufaturados enfrentam maior pressão sobre preços e margens

14/01/2026 | 09h36 | Por Isabela Ortiz
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar
Mercado
Acordo Mercosul-UE pode mexer com câmbio, juros e risco Brasil: o que o investidor deve acompanhar

Efeitos sobre ativos dependem de ratificação, tempo de implementação e cenário fiscal doméstico

14/01/2026 | 09h34 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador