• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

A Bolsa já está pronta para voltar aos 100 mil pontos?

Alta de 10% em apenas uma semana chamou a atenção do mercado

Por Thiago Lasco

07/06/2020 | 18:40 Atualização: 08/06/2020 | 16:00

Painel na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3. Foto: Gabriela Biló/Estadão
Painel na Bolsa de Valores de São Paulo, a B3. Foto: Gabriela Biló/Estadão

Na última semana, o mercado financeiro viveu um período cor de rosa, de um otimismo regado a muitos e muitos dólares. Com um robusto programa de estímulos monetários e fiscais a cargo de Estados Unidos e Europa, as economias desenvolvidas receberam uma bela injeção de vigor para voltar à ativa. E esses ventos de bonança acabaram contaminando a Bolsa de Valores brasileira.

Leia mais:
  • Dólar despenca para menos de R$ 5. Até onde irá a queda?
  • Entenda quando vale a pena comprar as ações mais caras da Bolsa
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

O Ibovespa teve uma alta fenomenal em um período de apenas cinco pregões: abriu a semana em torno dos 83 mil pontos e chegou a mais dos 97 mil na última sexta (5), antes de fechar a 94.637 pontos.

Diante da alta repentina e nada trivial, a pergunta que paira no ar é: vamos voltar a cruzar a barreira dos 100 mil pontos? Se 2020 abriu na casa dos 116 mil pontos e algumas casas previam terminar o ano com 140 mil, o coronavírus caiu como uma bomba no cenário e forçou revisões dramáticas. Seria hora de voltar a subir a régua?

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ainda não, na opinião dos especialistas ouvidos pelo E-Investidor. Eles sustentam que, no frenesi da semana, a oscilação do índice mostrou um certo descolamento da realidade e que não há dados da atividade econômica brasileira que deem suporte aos picos alcançados.

“O preço está mais correspondente com as expectativas, do que com o que nós realmente somos agora”, ressalva o analista Ilan Arbetman, da Ativa Investimentos. “Vimos algumas reações positivas, como no e-commerce, mas só tivemos o desempenho da indústria, que não foi tão fraco como se esperava.”

Otimismo do exterior influenciou o salto da B3

E de onde vieram essas expectativas, então? Principalmente do cenário externo, que já vê alguns países com relaxamento da quarentena e esboçando uma reabertura da economia. Isso tudo incentiva os mercados e melhora a curva de expectativa não só desses países, mas também dos demais, que esperam viver algo semelhante.

Garde Asset: Para o mercado, o coronavírus é página virada

Um dado forte que turbinou ainda mais as esperanças foi a revelação do payroll norte-americano. O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos informou hoje que o país abriu 2 milhões de postos de trabalho no mês de maio, quando o que se esperava era a perda de vagas.

“Isso foi um momento de virada para o mercado. Os EUA mostram uma recuperação muito forte. Não em ‘V’, mas em forma de foguete”, comenta o analista Henrique Esteter, da Guide Investimentos.

Ele frisa, porém, que é muito improvável que o mercado de trabalho brasileiro desenhe um movimento desse tipo. “No Brasil, por questões legais e contratuais, é bem mais difícil demitir e contratar. De qualquer forma, o cenário tão negativo de antes não se concretizará. Fazia muito tempo que não tínhamos uma alta de 10% em uma semana.”

Publicidade

Na medida em que as economias de EUA e Europa se recuperem, o fluxo comprador tende a migrar desses mercados para os emergentes, o que também beneficia a Bolsa brasileira.

“Os desenvolvidos já andaram, então o investidor vai atrás de onde ele ainda possa obter um bom prêmio”, diz o economista Rodrigo Moliterno, sócio da Veedha Investimentos. “Como o Brasil ainda tem moeda fraca e ações depreciadas, isso dá mais espaço de valorização para o investidor.”

Ao comparar o comportamento dos índices das principais Bolsas com o coronavírus, o dos EUA caiu 37% e hoje está a 10% do patamar inicial pré-crise. Inglaterra caiu 36% e hoje está a 16%, Alemanha caiu 40% e agora está a 7%, e França caiu 40% e hoje está a 16%. Já o Brasil caiu 48%, mas ainda está 20% distante do nível pré-coronavírus.

Essa queda mais acentuada se explica pela própria liquidez do mercado brasileiro. “Quando a pandemia começa, o investidor vai liquidar suas posições primeiro onde é mais fácil. Não por acaso, nossa moeda foi a que mais se desvalorizou entre as emergentes”, pontua Moliterno.

O fator Selic: se a renda fixa chora, a B3 sorri

Um fator que torna o ambiente muito favorável para a Bolsa brasileira é a atual taxa de juros, a menor da história. E o viés é de baixa, com novos cortes pelo Comitê de Política Monetária esperados até o final do ano. Isso traz um fluxo maior de capitais da renda fixa para a variável.

Publicidade

“Nesse quadro, o investidor não tem mais o que fazer com o dinheiro: se quiser obter retorno, terá que ir para a Bolsa. Haverá um fluxo comprador mais forte, que ajudará a catalisar a retomada”, prevê Esteter, da Guide.

O analista aposta em uma mudança na cultura do investidor brasileiro, que tende a ficar mais confiante nesse tipo de aplicação. “Muitos tinham medo. Mas várias corretoras mostram que comprar ações não é um bicho de sete cabeças e que a Bolsa não é loteria”, diz o analista.

E o coronavírus? Há quem diga que subiu no telhado

Enquanto no Hemisfério Norte as pessoas voltam (de máscara) a ocupar os parques e as varandas dos restaurantes, a crise sanitária ainda assombra o horizonte por aqui. O Brasil registra mais de uma morte por minuto causada pela covid-19, e o pico da pandemia nem sequer chegou.

Mesmo lá fora, a área médica vê o relaxamento das restrições com apreensão. O temor é de que uma reabertura precoce possa levar a uma segunda onda de contágio. “A curva da doença tem que permanecer no radar, pois esse pode ser um limitador da retomada”, alerta Moliterno. “Se vier uma segunda onda forte, isso fechará todas as economias novamente.”

Por outro lado, para Fernando Borges, gestor de ações da Garde Asset, o coronavírus já saiu do radar do mercado financeiro, que não se preocupa mais com o assunto.

Publicidade

“Para o mercado, isso é página virada”, decreta. “O mundo já está em processo de reabertura, ainda que o Brasil esteja atrasado. O que temos visto lá fora não tem trazido preocupação quanto a uma segunda onda do vírus. Se esse risco aparecer, aí o mercado responderá a ele”, conclui.

Devagar com o andor: é cedo para projeções

Se a intensa alta prosseguisse no mesmo ritmo, a B3 certamente cruzaria a linha dos 100 mil pontos já na próxima semana. Os especialistas até confiam que a marca será atingida em algum momento, mas dizem que não é razoável esperar que o ritmo desta semana se mantenha.

“Podemos ter uma acomodação ou recuo dos preços agora, para depois haver uma segunda fase mais forte”, acredita Moliterno. Ainda tem muita coisa para acontecer nos próximos seis meses.”

Borges, da Garde, conta que boa parte do fluxo comprador das bolsas na baixa foi de pessoas físicas, tanto aqui como lá fora. Os investidores institucionais, no entanto, ainda estão bastante cautelosos. “Eles continuam posicionados em papéis defensivos no contexto do coronavírus, como as empresas exportadoras, beneficiadas com o dólar apreciado, e as que exploram o e-commerce”, diz Borges. “O movimento de readequação dos portfólios para o pós-pandemia ainda está começando.”

A Ativa começou o ano prevendo que a B3 encerraria 2020 aos 135 mil pontos. No auge do estresse da pandemia, revisou para 85 mil. A corretora aposta na recuperação além dos 100 mil, mas entende que, com o atual nível de volatilidade, ainda é cedo para fazer novas projeções.

Publicidade

“Um piso na casa dos 90 a 92 mil me parece razoável, mas, em termos estatísticos e computacionais, precisamos de mais tempo para cravar uma projeção para o fim do ano”, diz o analista Ilan Arbetman.

Ele destaca, porém, que mais importante que atingir os 100 mil pontos é fincar os pés nesse nível. E, para isso, o andamento das reformas pelo governo será crucial. “Tivemos um calendário de reformas muito fraco, para não dizer nulo. Não demos passo algum nessa direção desde o início da pandemia”, ressalta.

“A dúvida é o que será feito em termos de política e economia para manter o patamar dos 100 mil. A simples expectativa de retomada não será suficiente, é preciso colocar a mão na massa”, diz.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • b3sa3
Cotações
10/04/2026 17h17 (delay 15min)
Câmbio
10/04/2026 17h17 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Cessar-fogo derruba dólar ao menor nível em dois anos — pode ficar abaixo de R$ 5?

  • 2

    32 fundos imobiliários de crédito estão baratos; veja como aproveitar sem cair em armadilhas

  • 3

    Ibovespa acompanha euforia global com cessar-fogo e renova recorde histórico

  • 4

    Petróleo despenca 16% com trégua — Petrobras cai mais de 4%

  • 5

    Ibovespa renova recorde pela 15ª vez no ano com petróleo em alta

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Logo E-Investidor
Idosos com mais de 80 anos recebem a restituição em 2026?
Imagem principal sobre o O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Logo E-Investidor
O que é o Regime Geral da Previdência Social (RGPS)?
Imagem principal sobre o 15 doenças que dão direito à aposentadoria
Logo E-Investidor
15 doenças que dão direito à aposentadoria
Imagem principal sobre o Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Logo E-Investidor
Gás do Povo: veja a duração do vale para família com quatro integrantes
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja as prioridades para receber a restituição
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como funciona o cashback IR?
Imagem principal sobre o FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Logo E-Investidor
FGTS: posso indicar qualquer banco no aplicativo para realizar o saque?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é o cashback IR?
Últimas:
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: veja como receber o valor para ajudar no orçamento
Radar da Imprensa
Dinheiro esquecido do PIS/Pasep: veja como receber o valor para ajudar no orçamento

Caso a solicitação seja deferida, o pagamento pode ocorrer no mês seguinte ao requerimento

10/04/2026 | 16h56 | Por Jéssica Anjos
Por que bilionários dos EUA estão migrando de Wall Street para o futebol inglês
Mercado
Por que bilionários dos EUA estão migrando de Wall Street para o futebol inglês

Sistema de promoção e rebaixamento, valuations mais baixos e alto risco transformam clubes ingleses em um novo campo de apostas para investidores acostumados à lógica de Wall Street

10/04/2026 | 16h53 | Por Andrés Martinez, da Fortune
Vibra (VBBR3) aceita aderir ao programa do governo de subvenção do diesel
Mercado
Vibra (VBBR3) aceita aderir ao programa do governo de subvenção do diesel

O objetivo do programa é minimizar o impacto da alta do preço do petróleo na economia brasileira

10/04/2026 | 16h46 | Por Denise Luna
Pé-de-Meia: além do Tesouro Selic, alunos podem investir R$ 1.000 em outras aplicações?
Radar da Imprensa
Pé-de-Meia: além do Tesouro Selic, alunos podem investir R$ 1.000 em outras aplicações?

O programa de benefício tem regras específicas sobre como funcionam os investimentos realizados pelos estudantes

10/04/2026 | 16h21 | Por Jéssica Anjos

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador