• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

A reoneração dos combustíveis é suficiente para fazer o Ibov subir?

Mercado vê a volta dos impostos nos combustíveis como uma sinalização positiva para o lado fiscal

Por Luíza Lanza

28/02/2023 | 14:48 Atualização: 28/02/2023 | 16:39

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O Ministério da Fazenda confirmou que termina nesta terça-feira (28) o período de isenção de impostos da gasolina e do etanol que vigorava desde 2022, no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com a reoneração completa do PIS/Cofins, voltam aos cofres públicos cerca de R$ 28,9 bilhões, segundo a pasta.

Leia mais:
  • Reoneração de combustíveis: 4 efeitos do imposto no bolso do consumidor
  • CDI rende o dobro do Ibov em 10 anos. Hora de migrar para a renda fixa?
  • As melhores ações que pagam dividendos para investir em 2023
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A notícia foi divulgada na segunda-feira (27), mas novas informações só foram se tornaram públicas hoje após reunião do ministro Fernando Haddad com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Haddad vai detalhar a questão nesta noite.

O novo governo Lula vem sendo cobrado pelo mercado, desde antes de posse, por sinalizações que indicassem os novos rumos fiscais do País depois que o Congresso aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de Transição para permitir que a gestão financiasse programas sociais. Uma das formas de compensar o estouro de R$ 145 bilhões criado sobre o teto de gastos era acabar com a isenção de impostos dos combustíveis – uma medida adotada ainda no governo Bolsonaro para frear a inflação e ganhar a frente na corrida eleitoral de outubro passado.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A desoneração, no entanto, foi prorrogada logo no primeiro dia de governo com vencimento amanhã. Agora, o Ministério da Fazenda resolveu encerrar a discussão e retomar a cobrança dos impostos. “A reoneração é positiva. Do ponto de vista fiscal, depois que o Congresso deu autorização para estourar o teto de gastos, toda a receita adicional é bem-vinda e ajuda a equilibrar as contas do governo”, destaca Bruno Mori, economista e planejador financeiro pela Planejar.

Apesar de ser um fator inflacionário, já que aumenta o preço dos combustíveis, a decisão foi bem vista pelo mercado, que entendeu como uma sinalização na direção da responsabilidade fiscal. Trata-se também de uma vitória de Haddad como ministro frente a uma ala mais política do Partido dos Trabalhadores – o que também é lido como um indicador positivo para discussões futuras.

“É claro que o melhor dos mundos seria não reonerar e anunciar que o governo se equilibraria cortando algum custo que considera desnecessário em outra área”, destaca Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos. “Mas, como estamos bem longe disso aqui no Brasil, o mercado entendeu que foi positivo, já que é a vontade do Haddad e da equipe econômica prevalecendo sobre a vontade política.”

Vai ser suficiente para fazer o Ibovespa subir?

Na Bolsa de Valores, a notícia da reoneração já começou a surtir efeitos. No pregão da segunda-feira (27), as ações da Raízen (RAIZ4) e da São Martinho (SMTO3) lideraram a ponta positiva do Ibovespa, com altas de 5,19% e 5,12%, respectivamente. Às 13h49 desta terça-feira (28), subiam 1,32% e 0,99%.

A medida também fez a curva de juros futuros cair, especialmente os de longo prazo, como mostramos nesta reportagem.

Publicidade

Ainda assim, a cobrança dos impostos não deve ser suficiente para fazer o Ibovespa voltar a subir no curto prazo. Apesar de ser uma sinalização positiva no quesito fiscal, a Bolsa brasileira ainda está sendo pressionada pelo cenário externo, onde mercados internacionais ainda estão lidando com inflação e juros altos, além da continuidade dos impactos causados pela guerra na Ucrânia.

“Outros triggers geram incerteza no mercado. A falta de visibilidade em relação às novas políticas econômicas do governo somado a diversos fatores internacionais fazem com que o Ibovespa não ande”, pontua Leandro Petrokas, diretor de Research e sócio da Quantzed, casa de análise e empresa de tecnologia e educação para investidores.

Depois de um janeiro de alta acima de 3%, o Ibovespa caminha para encerrar fevereiro no negativo, praticamente no “zero a zero” em 2023. Para novas e maiores altas, o mercado vai precisar de mais clareza, seja do governo, seja do cenário internacional.

Flávio Conde, analista de ações da Levante Ideias de Investimentos, elenca alguns pontos que podem ajudar a destravar não só novas altas na Bolsa, como permitir a queda dos juros futuros: a definição de uma nova regra fiscal, a aprovação da reforma tributária e a redução dos juros reais.

Publicidade

“Uma nova regra fiscal que limite que despesas subam muito mais que a inflação de modo que a dívida pública em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) não aumente todo ano; uma reforma tributária que reduza isenções fiscais de vários setores; e a redução dos juros real do atual 7,5%-8,0% para 4,%-5,0%, o que economizaria cerca de R$ 210 bilhões em gastos com juros da dívida pública federal”, elenca Conde. “É isso que permitiria que os juros da Selic baixassem no segundo semestre e o Ibovespa fosse para 120 mil pontos.”

Outro ponto importante seria o fim das altas na taxa de juros pelo Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Uma trajetória de ajustes que começou em março do ano passado e desde então jogou um balde de água fria no apetite a risco dos mercados globais. “O Fed não precisa nem reduzir os juros, basta parar. Porém, é um ponto incontrolável para os brasileiros”, diz Conde.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Combustíveis
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fernando Haddad
  • Ibovespa
  • Impostos
  • Inflação
  • Mercado financeiro
Cotações
06/04/2026 14h09 (delay 15min)
Câmbio
06/04/2026 14h09 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Guerra no Irã afasta turistas, derruba vendas de luxo em 50% no Oriente Médio e acende alerta entre marcas globais

  • 2

    A Páscoa ficou mais cara? Chocolate e bacalhau explicam por que a conta pesa no bolso

  • 3

    O IPO da SpaceX é ótimo, mas não vai gerar um retorno de 100 vezes o investimento

  • 4

    Chocolates estão 16% mais caros: vale a pena investir no ETF que acompanha os preços do cacau?

  • 5

    As maiores pagadoras de dividendos de 2026: quem lidera e quais podem sustentar retornos de até 17%

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Logo E-Investidor
Bolsa Família suspenso? Entenda se é possível receber valores depois
Imagem principal sobre o Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Logo E-Investidor
Seguro-desemprego: 6 formas de receber o benefício
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostas são premiadas após acertarem menos números
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: quantas apostas dividiram prêmio de R$ 40 milhões?
Imagem principal sobre o Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Logo E-Investidor
Quando será o próximo sorteio da Dupla Sena, após a Dupla de Páscoa 2026?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja os números sorteados do prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou online? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: apostou presencialmente? Veja como resgatar o prêmio de R$ 40 milhões
Últimas: Mercado
XP troca Cyrela (CYRE3) por Nubank (ROXO34) em carteira para abril; veja lista completa
Mercado
XP troca Cyrela (CYRE3) por Nubank (ROXO34) em carteira para abril; veja lista completa

Corretora também aproveitou para aumentar o peso da B3 (B3SA3) e Localiza (RENT3), de 5% para 7,5% para cada papel

06/04/2026 | 13h17 | Por Eduardo Puccioni
Embraer (EMBJ3) mantém ritmo sólido nas entregas graças ao nivelamento de produção, diz Citi
Mercado
Embraer (EMBJ3) mantém ritmo sólido nas entregas graças ao nivelamento de produção, diz Citi

Resultado seguiu em linha com as expectativas do banco para o trimestre

06/04/2026 | 13h03 | Por Vinícius Novais
Relatório Focus: IGP-M passa de 3,46% para 3,73% em uma semana
Mercado
Relatório Focus: IGP-M passa de 3,46% para 3,73% em uma semana

Há um mês, era de 3,19%; projeção de 2027 permaneceu em 4,0% pela sétima semana seguida

06/04/2026 | 11h48 | Por Marianna Gualter
XP: Brasil segue atrativo mesmo com conflitos geopolíticos afetando o petróleo; veja onde alocar
Mercado
XP: Brasil segue atrativo mesmo com conflitos geopolíticos afetando o petróleo; veja onde alocar

Casa vê aumento da volatilidade global, mas destaca resiliência do País, fluxo estrangeiro acima de R$ 50 bilhões e oportunidades em meio à reprecificação dos ativos

06/04/2026 | 10h14 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador