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Mercado

A visão do mercado financeiro sobre a manutenção da taxa Selic

Para atores do mercado, decisão era esperada, mas chamou a atenção membros do comitê votarem por nova elevação

Por Renato Vieira

22/09/2022 | 8:28 Atualização: 22/09/2022 | 17:18

Reunião do Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central (BC) (Foto: Beto Nociti/BCB)
Reunião do Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central (BC) (Foto: Beto Nociti/BCB)

Após 12 aumentos consecutivos, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve o patamar da taxa básica de juros em 13,75% ao ano. A decisão, anunciada na quarta-feira (21), sinaliza um possível fim do ciclo de aperto monetário no País, enquanto os principais mercados internacionais seguem com perspectivas de novas altas.

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Atores do mercado se manifestaram sobre a decisão do Copom. Para eles, a decisão já era esperada, mas chamou a atenção o fato de dois membros do comitê terem votado por uma elevação de 0,25%. Confira as opiniões de cinco deles.

Felipe Miranda, CEO e estrategista-chefe da Empiricus

“A decisão marca o fim do ciclo de alta da Selic: o mercado estava bem dividido, entre uma expectativa predominante que apostava na manutenção de 13,75% e uma minoria que acreditava em um adicional de 0,25%. A manutenção pelos 13,75% veio exatamente com o que era esperado. Acreditamos que o início da queda dessa taxa deve acontecer somente no segundo semestre de 2023. Esses dados ressaltam a importância da finalização de ciclos, quando o mercado viu a possibilidade de não fechar um ciclo, isso fez preço.

O fechamento de um ciclo é extremamente relevante para determinar os caminhos a serem seguidos. Falando de investimentos, eu gosto muito do pós-fixado, gosto do Tesouro Selic. Muitas vezes queremos sofisticar, fazer algo inovador, mas esse número de 13,75% é bastante alto, com liquidez diária, sem risco para o investidor”. Veja quanto a Selic rende no Tesouro Direto.

Patrícia Pereira, estrategista-chefe da MAG Investimentos

“Comunicado do Copom sem surpresas na decisão de juros e na comunicação, em linha com a nossa expectativa de manutenção da taxa de juros em 13,75% e na mensagem de que continuará vigilante ‘avaliando se a estratégia de manutenção da taxa básica de juros por período suficientemente prolongado será capaz de assegurar a convergência da inflação’.

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O Banco Central conclui que ‘os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado’. A novidade ficou por conta da decisão dividida, em que dois membros votaram por um ajuste de 25 pontos-base (bps). Esperamos manutenção da taxa Selic em 13,75% pelo menos até o segundo semestre de 2023.”

Raone Costa, economista-chefe da Alphatree Capital

“Eu acho que o Banco Central claramente optou por dar 13,75% e tentou fazer com que essa decisão fosse a mais dura possível. Pararam de aumentar 25 pontos-base, mas dentro do comunicado o Banco Central deixou claro que isso não necessariamente significa um final desse ciclo de aumento, porque o Banco Central imagina que a taxa vai se manter nesse patamar apertado durante um bocado de tempo e que, se for necessário, o ciclo de aumento continuará no futuro. Ele deixou isso explícito no comunicado, o que é uma fala bastante forte.

Acredito que o Banco Central está querendo passar uma mensagem para o mercado de que não se espere muitos cortes no ano que vem. Na verdade, de que não se espere nenhum corte no ano que vem.”

Rodrigo Knudsen, gestor da Empiricus Investimentos

“O Copom manteve a taxa de 13,75%. Tivemos uma projeção para a inflação de 2023 com uma leve queda de 5,3% para 5%, mas acho que o principal ponto aqui é que a decisão sobre a manutenção da Selic não foi algo unânime.

Tivemos dois diretores que votaram por uma alta de 0,25%, então fica um gostinho amargo, pois manteve, mas com aquele risco de aumentar um pouquinho. A situação não está tão confortável quanto poderia estar, apesar de eles terem ajustado a inflação para 2022.”

Victor Candido, economista-chefe da RPS Capital

“Tivemos uma decisão do Banco Central bastante em linha com que esperávamos, manutenção da taxa em 13,75%, ou seja, não há mudanças. Já vimos uma melhora nas expectativas de inflação de 2023 e entendemos que as expectativas de 2024, subindo no Focus, estão mais contaminadas por uma questão de prêmio de risco do que por inflação.

A gente acredita que agora o remédio está dado, é uma questão de quanto tempo ele vai manter isso. Por quanto tempo os juros vão ficar lá em cima. Acreditamos que seguirão por pelo menos uns seis meses, ou seja, a gente vai ver provavelmente o primeiro corte de juro só em maio do ano que vem”.

Itaú Unibanco

“As taxas de mercado precificavam no fechamento da quarta-feira que a Selic subiria um pouco mais até o final deste ano. Apesar da manutenção na reunião, a possibilidade deixada pelo BC de voltar a subir o juro futuramente se necessário deve esfriar a expectativa pela redução de juros no curto prazo, o que deve manter as taxas curtas (até 1 ano) ao redor do patamar atual.

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Juro mais alto por um período mais prolongado reforça o cenário de queda da inflação e, com isso, as taxas médias e longas tendem a apresentar um desempenho mais favorável, com espaço para continuidade da tendência de queda que temos observado desde meados de julho.

Seguimos com nossa opinião de que a renda fixa oferece boas oportunidades. As taxas atuais ainda proporcionam um juro elevado por muitos anos à frente. Mantemos nossa recomendação de intensificar a alocação em ativos prefixados ou indexados à inflação neste momento de transição, sempre alinhado ao seu respectivo perfil de risco.

No mercado de câmbio, o efeito sobre o Real deverá ser neutro. O noticiário global tem sido mais relevante do que o rumo da Selic, mesmo reconhecendo que juro mais elevado por mais tempo tende a jogar a favor da valorização da nossa moeda.

A manutenção da Selic em 13,75% ao ano é positiva para a bolsa brasileira, já que altas adicionais da taxa de juros reduziriam mais a atratividade relativa de ações frente aos ativos de renda fixa.

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Porém, os investidores de bolsa ainda não podem comemorar definitivamente o fim do aperto monetário, pois o banco central deixou a porta aberta para retomar o movimento de alta.

Por outro lado, o comprometimento em trazer a inflação para a meta diminui a pressão de alta dos juros de prazos mais longos, que tem maior influência sobre o valor das ações do que os juros curtos.

Por fim, não antecipamos impacto relevante para as ações e ressaltamos que o cenário internacional deve continuar a ter papel importante na direção dos preços dos ativos.”

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