• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Mercado

Empresas tomam ‘cartão amarelo’ da CVM e investidores ligam alerta

Capitalpart Participações, João Fortes Engenharia e Longdis tiveram o registro suspenso

Por Thiago Lasco

15/07/2020 | 11:06 Atualização: 15/07/2020 | 14:14

Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) suspendeu nesta terça-feira (14) o registro das companhias abertas Capitalpart Participações, João Fortes Engenharia e Longdis. O motivo para a penalidade foi o descumprimento, há mais de um ano, da obrigação de prestar informações à autarquia.

Leia mais:
  • Como responder um questionário pode salvar a pele do investidor
  • Debêntures: o que são e como funcionam?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Quem possui valores mobiliários dessas companhias, sejam eles ações ou debêntures, sofre uma consequência imediata: não consegue mais vender os papéis, seja em mercados de balcão organizado, bolsa ou balcão não organizado. O travamento das negociações ocorre de forma automática em todos os sistemas, e perdura enquanto for mantida a suspensão do registro.

O analista Luis Sales, da Guide Investimentos, diz que o propósito dessa punição é pressionar as empresas envolvidas para que enviem à CVM documentos que estão faltando. “Isso é importante para trazer mais profissionalismo ao mercado e para não dar espaço a empresas de capital aberto que não atendam os requisitos”, comenta.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em geral, segundo o analista, trata-se de pendências burocráticas que podem ser sanadas. “Não chega a ser algo trivial, mas também não é o fim do mundo. A Braskem, por exemplo, já passou por uma situação parecida nos Estados Unidos”, pondera.

Falta de transparência prejudica o investidor

O professor Michael Viriato, do Insper, ressalta que a falta de divulgação de documentos por uma empresa, em especial o balanço, pode ser problemática para o investidor. Ao retratar a situação financeira da companhia, por exemplo, o balanço pode ajudar portadores ou interessados em uma ação ou debênture a avaliar o risco daquela empresa. Isso ajudará essas pessoas a aferir qual é o valor justo por tais títulos.

“De posse dessas informações, o comprador deixa de pagar caro demais por uma empresa que não está tão boa. Da mesma forma, o vendedor do papel de uma empresa que não vai tão mal assim deixa de vender mais barato do que deveria”, explica.

A CVM estabelece um prazo para que seja feita a apresentação dos documentos. A ideia é justamente evitar um atraso tão grande que as próprias informações prestadas fiquem defasadas, deixando de ser um reflexo confiável da atual saúde da empresa.

Uma causa comum para o atraso na prestação dessas contas são discordâncias entre a empresa e o auditor, que se recusa a assiná-las. “Sem a auditoria, o balanço não pode ser publicado”, diz o professor.

Os riscos de comprar uma empresa em recuperação judicial

Para quem tem uma ação ou debênture dessas empresas na mão, não há nada a fazer a não ser aguardar até a regularização das pendências. Isso permitirá a revogação da suspensão e a retomada das negociações dos papéis. “O máximo que o investidor pode fazer é tentar pressionar a empresa a resolver a situação”, diz o analista de valores mobiliários Marcio Loréga, da Ativa Investimentos.

Publicidade

Viriato lembra que a maior interessada em solucionar o caso é a própria companhia, sobretudo quando ela enfrenta dificuldades – caso da João Fortes, por exemplo, que está em recuperação judicial. “Para resolver seus problemas financeiros, a empresa precisa emitir novos títulos e se financiar. Mas, com a suspensão do registro, ela não consegue”, observa o professor do Insper.

Investir em uma empresa em recuperação judicial, aliás, envolve um risco que é preciso levar em conta antes de comprar os papéis.

“O investidor acha que toda empresa vai caminhar bem, mas não é sempre assim que acontece. É um cenário desafiador. Não são todas que conseguem honrar com os compromissos”, diz Loréga. “Orientamos nossos clientes a evitar esses papéis, que oferecem um risco além do risco que a renda variável já possui.”

No caso da João Fortes, o analista da Ativa acredita que muitos fizeram compras com caráter especulativo, por causa da alta de 63% no ano, mas subestimaram os riscos envolvidos.

Publicidade

“‘Não dá para dizer ‘eu não esperava isso acontecer’. Eu compro o ganho, mas não aceito o risco?”, ele provoca. “Agora, quando as negociações forem retomadas, cada um deve avaliar se se fica ou não com os papéis”.

Michael Viriato conta que, quando uma empresa começa a atrasar demais a apresentação dos balanços, os investidores mais atentos já passam a se desfazer de suas posições, antevendo problemas.

“Quando a CVM suspende o registro da empresa, a situação chegou a um ponto em que quem ainda ficou com os papéis ou é um investidor agressivo, ou é alguém que confia muito na recuperação da empresa no longo prazo”, diz o professor do Insper. “Nesse contexto, a decisão da CVM é praticamente uma chancela a uma falta de liquidez que já havia no mercado para esses títulos.”

Não há um prazo para que a CVM revogue a suspensão dos registros. Quando isso ocorrer, Loréga prevê que muitos investidores vão querer sair do papel e realizar as perdas. Mas outros podem querer aproveitar os preços baixos e dar um voto de confiança às empresas.

Publicidade

“Quem for entrar, fará isso sabendo do risco. É o especulador nato, que dispõe de informações que possam balizar essa decisão. Para os demais, a Bolsa tem muitas boas oportunidades hoje. A Vale subiu 7% hoje, não é preciso correr riscos tão grande para ter ganho no mercado”, finaliza o analista.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Comissão de Valores Mobiliários (CVM)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Investimentos
Cotações
15/05/2026 17h12 (delay 15min)
Câmbio
15/05/2026 17h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Governo avança na regulamentação da reforma tributária; veja as novidades

  • 2

    Ibovespa hoje sobe após estresse político com Flávio Bolsonaro

  • 3

    Banco do Brasil no 1T26 hoje: veja o que pode destravar preço da ação na crise no agro

  • 4

    Ibovespa hoje fecha em queda de 1,8% e dólar dispara com áudio vazado de Flávio Bolsonaro

  • 5

    Quem toma as decisões no sistema financeiro? Especialistas dizem que IA já assumiu controle

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Logo E-Investidor
2º lote da restituição do IR 2026: veja a data exata do pagamento
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: muitos idosos não sabem desta regra sobre a declaração
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos com mais de 70 anos estão livres da declaração? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: esta é a multa que você pode pagar, caso atrase a declaração
Imagem principal sobre o Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Logo E-Investidor
Desenrola 2.0: veja em quantas vezes é possível parcelar o contrato
Imagem principal sobre o Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Logo E-Investidor
Desenrola Brasil 2.0: o que se sabe sobre o programa para ajudar pessoas endividadas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos com atividade rural podem ser obrigados a declarar
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos com atividade rural podem ser obrigados a declarar
Imagem principal sobre o 1º lote da restituição do IR 2026: é possível receber pagamento via Pix, desde que cumpra esta regra
Logo E-Investidor
1º lote da restituição do IR 2026: é possível receber pagamento via Pix, desde que cumpra esta regra
Últimas:
Cosan (CSAN3): entre sinais de melhora e pressão financeira, CEO projeta possível fim da holding; ação cai
Tempo Real
Cosan (CSAN3): entre sinais de melhora e pressão financeira, CEO projeta possível fim da holding; ação cai

Resultado veio melhor em Ebitda, mas consumo de caixa, alavancagem e fala sobre desmonte da holding pressionam os papéis; Safra vê sinais de inflexão

15/05/2026 | 17h00 | Por Ana Ayub
Safra eleva preço-alvo do Assaí (ASAI3) para R$ 10, mas mantém visão cautelosa para cenário competitivo
Tempo Real
Safra eleva preço-alvo do Assaí (ASAI3) para R$ 10, mas mantém visão cautelosa para cenário competitivo

Banco adota postura conservadora para vendas e mantém recomendação neutra diante da forte concorrência

15/05/2026 | 16h20 | Por Luísa Laval
Tesouro Reserva: entenda como o título do Tesouro Direto é usado como reserva de emergência
Radar da Imprensa
Tesouro Reserva: entenda como o título do Tesouro Direto é usado como reserva de emergência

O título oferece resgate imediato, garantindo uma maior previsibilidade para investidores iniciantes

15/05/2026 | 15h49 | Por Jéssica Anjos
“Cada vez mais bancos vão oferecer cartões de criptomoedas”, diz diretora da Visa
Criptomoedas
“Cada vez mais bancos vão oferecer cartões de criptomoedas”, diz diretora da Visa

Antonia Souza, diretora de criptomoedas da empresa, enxerga que o futuro dos meios de pagamentos envolve a IA conectada às criptomoedas

15/05/2026 | 15h48 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador