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Novas dívidas de R$ 70 bi assombram a Vale (VALE3); quanto ação vai sofrer?

Papéis já acumulam uma desvalorização de quase 11% em 2024; analistas falam sobre mais impacto na cotação

Por Daniel Rocha

29/01/2024 | 19:15 Atualização: 31/01/2024 | 9:43

Minério de ferro. Foto: Agliberto Lima
Minério de ferro. Foto: Agliberto Lima

Os recentes eventos envolvendo cifras bilionárias para a Vale (VALE3) adicionaram mais volatilidade para as ações da mineradora, que devem encerrar janeiro com uma queda de mais de dois dígitos. Até o pregão desta segunda-feira (29), a perda acumulada no ano chegou a 10,40%.

Leia mais:
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Além das incertezas econômicas na China, que impactam na demanda por minério de ferro no exterior, a companhia recebeu uma notificação do governo federal para o pagamento de uma dívida no valor de R$ 25,7 bilhões pela renovação antecipada de concessões ferroviárias. A Vale também foi condenada, na mesma semana, pela Justiça Federal a pagar uma indenização de R$ 47,6 bilhões pelo rompimento da barragem de Mariana (MG), que ocorreu em novembro de 2015.

O surgimento de novos passivos trouxe preocupação para os investidores que acompanham um cenário já pouco favorável para a mineradora. Em 2023, a companhia de maior peso do Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o ano com uma queda de 5,73%, o menor desempenho anual desde 2015. O pessimismo com o papel prevaleceu nas primeiras semanas de janeiro diante de surpresas negativas relacionadas à atividade econômica da China, como mostramos nesta reportagem.

  • Leia também: O que está acontecendo com a Vale? Ações da empresa despencam na Bolsa

Com as novas dívidas bilionárias, a tendência é que as ações sigam em um movimento de queda. Segundo a XP, a condenação da Justiça por danos morais coletivos pelo rompimento da barragem de Mariana deve pesar de 3% a 12% no valor de mercado da mineradora. O potencial negativo da decisão judicial foi calculado com base na simulação de quatro possíveis cenários que incluíram prazo de dez anos para o pagamento da indenização.

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“Embora as implicações deste potencial acordo de reparação para a Samarco possam parecer negativas à primeira vista, acreditamos que é muito cedo para tirar uma conclusão sobre o tema”, informou a corretora em relatório.

Já Vinicius Steniski, analista do TC, avalia que a notícia reduz as incertezas em relação às provisões para o pagamento das indenizações referente ao desastre ambiental. Até dezembro do ano passado, a mineradora havia destinado R$ 34,7 bilhões para ações de reparação e compensação da Fundação Renova, instituição voltada para o processo de reparação aos desastres ambientais. “Persistia a incerteza quanto aos valores finais, os quais poderiam exceder as provisões feitas pela empresa, o que resulta em maiores reduções no valor justo da companhia”, diz Steniski.

  • Confira ainda: Vale encerra 2023 com a maior queda em 8 anos. O que vem em 2024?

Em relação à cobrança do governo no valor de R$ 25,7 bilhões pela renovação antecipada de concessões ferroviárias, o analista do TC acredita que a cifra bilionária pode reduzir o valor de mercado da Vale na Bolsa de Valores. “Se a empresa for de fato obrigada a pagar essa quantia, é provável que os valores justos estimados pelo mercado sejam reduzidos, o que pode resultar em ajustes nos preços das ações”, explica o especialista.

A cobrança do governo refere-se à renovação antecipada dos contratos das estradas de ferro Carajás e Vitória Minas, realizadas na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo reportagem do Estadão, o Ministério dos Transportes, pasta responsável pela notificação da mineradora, deu um prazo de 15 dias para a empresa informar quais serão as providências adotadas para o cumprimento “do rito determinado pelo Tribunal de Contas da União (TCU)”. O objetivo do governo é utilizar os recursos para investir em novas ferrovias.

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