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Mercado

Vale mantém protagonismo nas carteiras recomendadas. Por quê?

Empresa lidera o ranking de indicações em fevereiro, com 9 aparições entre 14 carteiras de bancos e corretoras

Por Artur Nicoceli

07/02/2023 | 9:58 Atualização: 07/02/2023 | 10:11

Fachada da Vale: empresa está no topo da preferência dos analistas Foto: Fabio Motta/Estadão
Fachada da Vale: empresa está no topo da preferência dos analistas Foto: Fabio Motta/Estadão

A mineradora Vale (VALE3) mais uma vez ocupa o posto de ação mais indicada nas carteiras recomendadas de bancos e corretoras. No levantamento realizado pelo E-Investidor em fevereiro, a empresa ocupou o topo do ranking, com nove aparições dentro dos 14 portfólios consultados. A companhia tem o maior peso entre todas as ações na carteira do Ibovespa, de 15,754%.

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O Santander, em sua carteira Ibovespa+, sugerida para quem quer investir em empresas de médio e grande porte, indica a Vale pelos seguintes fatores: retomada mais forte da atividade industrial na China, manutenção dos preços do minério de ferro, distribuição de dividendos e possível oferta de ações da divisão de metais básicos.

A Órama Investimentos, por sua vez, sugere a companhia para novembro porque “é a maior produtora mundial de minério de ferro, com vendas acima dos 300 milhões de toneladas anuais”. A expectativa da corretora é de manutenção do preço da commodity neste patamar atual – que, segundo a Órama, se mantém acima da média histórica, de US$ 75 a tonelada –, o que assegura um preço ótimo para a Vale, “ampliando a geração de caixa e a capacidade de pagamento de proventos”, diz em análise publicada na carteira. Veja o desempenho da commodity em um ano:

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Histórico

Esses também foram os mesmos motivos que deram destaque à mineradora nos últimos meses. Nas carteiras mensais da Terra Investimentos, por exemplo, a Vale esteve presente em 35 dos últimos 62 meses (janeiro de 2018 até fevereiro de 2023).

Um dos fatores que coloca a companhia em destaque é a qualidade do seu minério de ferro. No Brasil, principalmente na região dos Carajás, o teor ferroso chega a 67%, enquanto em outras localidades do mundo, como da Austrália, atinge 58%. Além disso, o custo operacional da região brasileira é menor do que em outros locais por conta de sua geologia, o que não pesa tanto no balanço da companhia.

Outo pronto é que sua maior competidora é a rival australiana BHP Billiton, que passou por polêmicas recentes. Em 2020, a gigante australiana BHP foi autorizada a destruir cemitérios aborígenes para mineração. Dessa forma, Renato Chanes, analista da Ágora Investimentos, afirma que o mercado opta por comprar a commodity da companhia brasileira. 

E, apesar da Vale também já ter passado por questionamentos ambientais decorrentes dos rompimentos nas barragens de Mariana (2015) e Brumadinho (2019), o especialista da Ágora explica que a mineradora brasileira tem pagamentos relativos às tragédias provisionados, o que não impacta mais no balanço da companhia. Entenda nesta reportagem por que o mercado ainda ignora tragédias ambientais.

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Segundo Luis Novaes, analista da Terra Investimentos, esses bons olhos dos investidores diante das recomendações dos especialistas refletiram no volume negociado nos últimos anos. Em 2021, foi de R$ 637 milhões e em 2022, R$ 630 milhões – ambos os montantes equivalem a quase o triplo do volume verificado em 2018, apontaram dados do Economatica.

Expectativas para o futuro

Os entrevistados pelo E-Investidor apontaram que a Vale é uma boa opção para os apaixonados por renda variável. O analista da Terra Investimentos diz que por conta da retomada econômica na China, a perspectiva é de que o consumo de minério de ferro melhore. “Portanto, esse seria o principal catalisador da Vale no curto-prazo”.

De acordo com Jennie Li, estrategista de ações da XP, a Vale é a empresa de capital aberto que possui a maior relação comercial com a China, pois 51,20% da sua receita está atrelada ao consumo chinês. E, desde que a reabertura chinesa começou, em novembro de 2022, até ontem (5), o minério de ferro valorizou 56,51%.

No longo prazo, o especialista da Terra diz que vê a Vale tem um bom posicionamento na transição energética, pois é produtora de diversos metais que demonstram ser importantes para as formas mais sustentáveis de gerar e armazenar energia, como o cobre e o cobalto. “Assim, é esperado que a companhia se mantenha em uma posição de destaque nos próximos anos”, disse.

“O processo de transição energética, do combustível fóssil para energia elétrica, pode ser uma alavanca para impulsionar as vendas de metais básicos. Isto significa que a Vale deve contar com maiores receitas, além de potencializar a geração de caixa futura”, declara Sergio Castro, analista do Trademap.

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Fernando Ferrer, analista da Empiricus Research, também diz que o processo de recompra de ações, marcado para acontecer em diversos dias ao longo de 2023, deve beneficiar o investidor. Isso por que “quando a empresa compra e cancela um papel, o número de papéis negociados cai e, portanto, o lucro por ação sobe. Com isso, pode haver uma melhoria no valor distribuído via dividendos”.

A companhia desde o ano passado segue com uma política de recomprar seus papéis negociados em mercado para gerar maiores retornos aos acionistas. No último balanço financeiro divulgado ao mercado, a Vale informou que 25% do projeto de recompra de ações foi realizado. Ao todo, a expectativa é comprar aproximadamente 500 milhões de ações.

Relembre o histórico de dividendos da empresa:

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Renato Chanes, analista da Ágora Investimentos, por sua vez, afirma que a expectativa de que a empresa anuncie o desmembramento da divisão de metais básicos pode ajudar a melhorar o EV/Ebitda (valor da empresa sobre lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa e valorizar a ação. Esse múltiplo pode ser usado para saber se uma empresa está “barata” ou “cara” – no geral, quanto maior for o resultado mais cara está a ação da empresa. Porém, segundo entrevistados, é importante comparar com o histórico da própria empresa e com as concorrentes.

“Hoje, a mineradora negocia com um múltiplo EV/Ebitda de 4x e a divisão de metais (que corresponde a 15% da Vale) está incluída nesse resultado. Outras companhias de metais básicos negociam a 8x. Dessa forma, o desdobramento dará luz a esse braço da companhia, o que pode reprecificar para cima o valor da VALE3”, afirma o especialista. Na prática, a empresa está subavalida pois seu múltiplo é calculado com todos os seus negócios juntos.

Em 7 de dezembro de 2022, a última informação dada pela companhia sobre o assunto, a Vale declarou que pretendia realizar a divisão de sua produção de níquel e cobre. O E-Investidor questionou a Vale sobre a data de realização desse processo, mas a companhia não respondeu ao pedido.  

O que se sabe até o momento sobre o processo foi o informado por Gustavo Pimenta, CFO da companhia, em reunião com os investidores em Nova York, em 7 de dezembro de 2022. Ele declarou que está em busca de investidores para captar o montante de R$ 20 bilhões, cujo objetivo é abraçar esse mercado, criando uma nova estrutura para metais básicos. O processo como deve acontecer esse desmembramento não foi informado.

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