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Negócios

Por que as ações do Airbnb (ABNB) não decolam na Bolsa

Em um ano, a empresa aumentou 70% da sua receita, mas os papéis caem 30% no acumulado de 2022

Por Daniel Rocha

30/05/2022 | 10:07 Atualização: 30/05/2022 | 10:44

No acumulado de 2022, os papéis do Airbnb, listados no mercado norte-americano, estão em desvalorização de 30,2% (Foto: Airbnb)
No acumulado de 2022, os papéis do Airbnb, listados no mercado norte-americano, estão em desvalorização de 30,2% (Foto: Airbnb)

O Airbnb (ABNB) surpreendeu o mercado ao apresentar um balanço com resultados acima do esperado. A plataforma de hospedagem conseguiu entregar uma receita de US$ 1,5 bilhão no primeiro trimestre deste ano.

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O volume representa um aumento de 70% em comparação ao mesmo período de 2021. O desempenho atrativo, segundo a empresa, se deve à combinação do aumento das hospedagens com o serviço de “experiências” turísticas.

A expectativa para os próximos meses é que a companhia consiga manter o ritmo de crescimento. No segundo trimestre de 2022, o Airbnb espera aumentar em 40% a sua receita em relação ao resultado do início do ano.

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No entanto, a performance das ações não reflete a boa performance da companhia nos primeiros meses do ano. No acumulado de 2022, os papéis do Airbnb, listados no mercado norte-americano, estão em desvalorização de 30,2%. Já neste mês de maio, quando o balanço foi divulgado, do primeiro dia de negociação do período até a última sexta-feira (27), as ações fecharam com ganhos em apenas nove dias.

A maior alta foi registrada em 4 de maio, quando os papéis registraram uma valorização de 7,7%, negociados a US$ 156,18. Os ganhos nesta data estão relacionados ao otimismo do mercado com a divulgação do balanço da empresa. No entanto, o movimento de recuperação não permaneceu por muito tempo.

Nos quatro dias seguintes, as ações sofreram sucessivas quedas que chegaram a patamares de até 12,12%, maior percentual de desvalorização registrado no mês de maio.

A dificuldade em manter as ações em patamares elevados tem relação com a aversão ao risco dos investidores diante de um cenário macroeconômico pessimista. Por mais que o segmento de atuação seja no turismo, William Castro Alves, estrategista-chefe da Avenue Securities, afirma que a plataforma também é classificada pelo mercado como uma empresa do setor de tecnologia e tem sido penalizada pelo movimento de alta de juros.

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“Todas as empresas de tecnologia estão performando mal neste ano. Esse é mais um movimento de mercado do que com o Airbnb”, ressalta Alves. Isso acontece porque as empresas de tech possuem projeções de crescimento e de fluxo de caixa no longo prazo.

Mas para garantir esse resultado previsto para os próximos anos, parte dessas empresas necessita de financiamento. Com o movimento de alta de juros, o dinheiro fica mais caro no mercado.

Além disso, em momentos de alta de juros, os investidores costumam tirar os recursos da renda variável para alocar na renda fixa. “Se eu tenho a oportunidade de investir meu capital e ganhar em cima dos juros sem muito risco, isso se torna mais interessante do que comprar ações para ajudar no financiamento de empresas”, acrescenta Alves.

Ainda de acordo com o balanço da plataforma, o valor bruto das reservas subiu 67% no último trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, as estadias de longa duração mais do que duplicaram durante o intervalo de um ano.

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Segundo Rodrigo Lima, analista da Stake, o crescimento é impulsionado em parte pela mudança de regime de trabalho adotado pelas empresas. Com o home office, as pessoas conseguiram conciliar as demandas do trabalho com as viagens.

“A receita do Airbnb vem muito de viagens do turismo. Com o home office, isso melhorou porque há a possibilidade das pessoas trabalharem em qualquer lugar e podem alugar uma propriedade em qualquer lugar do mundo”, afirma Lima.

Vale a pena investir?

As perspectivas para a companhia são positivas para o curto prazo. Segundo os especialistas, a queda no preço das ações e a projeção otimista dos resultados podem indicar ao investidor uma boa oportunidade de investimento.

No entanto, Lima ressalta que, mesmo com os ganhos, a companhia ainda não conseguiu gerar lucro, característica que deve entrar no radar do investidor antes de manter posição.

Para ele, por mais que a companhia tenha uma expectativa de bons resultados, é preciso olhar para o cenário macroeconômico. Isso porque a economia norte-americana pode entrar em recessão nos próximos meses. Caso essa possibilidade aconteça, a receita do Airbnb, mesmo com os ganhos de eficiência operacional, será impactada.

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“No ano passado, você teve um baita estímulo fiscal. Além disso, as pessoas estavam saindo e viajando e, mesmo assim, a empresa não apresentou lucro. Então, vai apresentar quando? É um temor em relação a isso para a companhia”, ressalta o analista da Stake.

Além disso, há outras empresas no mercado com uma atuação semelhante ao do Airbnb. É o caso do Booking, site de reserva de hospedagens.. No acumulado do ano, as ações da companhia também apresentam desvalorização, mas a queda é de apenas 7,5%.

“O booking é parecido com o Arbnb na oferta de aluguéis de apartamentos ou de quartos dentro de apartamentos. O site tem esse business dentro do “guarda-chuva” dela, mas oferece oferta de quartos em hotéis tradicionais”, explica Arthur Siqueira, sócio e analista de investimentos da GeoCapital.

A outra característica da empresa que a torna uma grande concorrente para o Airbnb é o seu balanço do último trimestre, que foi bastante positivo. Segundo o relatório do Booking, as diárias reservadas no 1T22 aumentaram 100% em relação ao trimestre anterior. Já a receita total da companhia foi de US$ 2,7 bilhões, o que representou um aumento de 136% em comparação ao trimestre anterior.

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Diante desses resultados, e por avaliar que a companhia está mais sólida neste segmento de mercado, Siqueira reforça que as ações do Booking estão mais interessantes do que as do Airbnb. “Acreditamos que as classes de ativos que ajudam o investidor a defender a inflação são as empresas que geram lucro. Na nossa avaliação, o Booking tem essa característica”, diz Siqueira.

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