• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Ano novo, cenário antigo

Os movimentos verificados em 2021 já precificam um cenário de enorme incerteza para o País nos próximos meses

Por Dan Kawa

08/01/2022 | 7:00 Atualização: 07/01/2022 | 16:26

Receba esta Coluna no seu e-mail
A variante Ômicron causou preocupações em todo o mundo. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A variante Ômicron causou preocupações em todo o mundo. Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo

O mês de dezembro foi marcado por uma piora relevante no quadro pandêmico do mundo. Observamos uma explosão do número de novos casos de covid-19, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. Ao contrário dos ciclos anteriores, contudo, até o momento, o aumento exponencial do número de casos não acarretou elevação, na mesma proporção das “ondas” anteriores, do número de internações e/ou óbitos.

Leia mais:
  • Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo
  • Quem dá mais pelo Ibovespa? Confira 10 projeções
  • 21 ações que devem pagar bons dividendos
Cotações
18/02/2026 7h36 (delay 15min)
Câmbio
18/02/2026 7h36 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ainda é cedo para afirmarmos de forma concreta e científica, mas há argumentos de que está cepa seja menos agressiva e/ou que a cobertura vacinal esteja ajudando a sociedade a administrar a situação de uma maneira mais suave do que no início da pandemia.

De qualquer forma, as próximas semanas ainda devem ser marcadas por um fluxo de notícias mais negativo no tocante aos números de casos ao redor do mundo. Por ora, acredito que o impacto econômico seja de pressão baixista no crescimento, porém de maneira pontual e passageira. No entanto, devem surgir novas pressões altistas na inflação, especialmente devido a mais uma quebra da cadeia produtiva global.

Publicidade

Dado o cenário descrito acima, o mercado tem conseguido atravessar este ambiente sem grandes impactos nos preços dos ativos de risco. Isso poderá mudar caso este ciclo dure mais tempo ou se torne mais agressivo, o que não é o cenário base, neste momento.

Na China, vimos sinais incipientes de estabilização do crescimento do país. A estabilização ainda me parece frágil e instável. O governo vem adotando medidas localizadas e pontuais de suporte à economia, o que tem ajudado o mercado imobiliário, em especial. Acredito que a estabilização pode vir a dar algum alento no humor de curto-prazo, mas sigo esperando um crescimento estruturalmente mais baixo da China nos próximos anos.

Devemos conviver com um ambiente de “stop-and-go” da economia, onde períodos de estabilização (como o atual), serão seguidos de novas pressões baixistas no crescimento e focos específicos de stress (mercado imobiliário, crédito e afins).

Nos Estados Unidos, a economia segue firme, com crescimento robusto. O mercado de trabalho se mostra bastante apertado e os sinais de inflação são crescentes. O Banco Central anunciou uma aceleração de seu processo de normalização monetária, dobrando a redução mensal do cenário para a liquidez global (QE, taxa de juros e afins) . Agora, a expectativa é de que o QE se encerre em março. O Fed já iniciou um processo de sinalização de alta de juros para o segundo trimestre de 2022, com o mercado precificando cerca de três altas de 25bps no ano que adentramos.

Publicidade

Acredito que a inflação nos EUA (e no mundo) e o QE serão determinantes para o desempenho dos ativos de risco ao longo deste ano. Ainda vejo este vetor como um dos maiores riscos ao cenário do ano que estamos iniciando.

No Brasil, a inflação continua elevada, o que levou o Banco Central a endurecer o seu discurso. A taxa Selic já se encontra próxima aos dois dígitos e deve atingir um patamar em torno de 12% ainda no primeiro semestre de 2022. Há sinais inequívocos de desaceleração do crescimento, a despeito de números mais positivos de emprego, na margem.

As evidências anedóticas sinalizam que a nova onda da pandemia chegou ao Brasil. Acredito que dentro de alguns dias veremos os números de novos casos subindo consideravelmente. Isso é apenas uma opinião pelo que tenho lido e ouvido no dia a dia. Os dados oficiais, que estão com problemas técnicos, ainda não mostram essa situação.

Para a sociedade, será importante medir o quanto o novo ciclo irá afetar o sistema de saúde. As evidências internacionais, por ora, mostram que a Ômicron causa casos mais leves e menos graves, seja pela mutação da cepa ou pela maior cobertura vacinal. Contudo, são evidências e não conclusões científicas comprovadas.

Publicidade

No que tange a economia, resta saber como os governantes irão administrar o fluxo de notícias ruins. O risco seria novos lockdowns e pressões por mais gastos públicos, usando a pandemia como argumento.

Falando em gastos, o ano termina com uma situação fiscal corrente muito mais construtiva do que iniciou. Há uma probabilidade elevada do Brasil encerrar o ano com superávit fiscal primário. Devemos comemorar este resultado, mas não podemos ignorar o fato de que há enormes pressões políticas por mais gastos em um ano eleitoral como será 2022.

O mês foi de alguma recuperação dos ativos de risco, no Brasil e no mundo. No Brasil, os ativos locais podem ser classificados como “os patinhos feios” em relação a desempenho ao longo de 2021. O ano foi marcado por queda da bolsa, alta do dólar e forte abertura das taxas de juros.

Os movimentos verificados em 2021 já precificam um cenário desafiador e de enorme incerteza para o País nos próximos meses. Vemos valor em vários ativos, mas entendemos que será um ano de bastante incerteza e, consequentemente, de uma volatilidade ainda elevada.

Publicidade

No resto do mundo, a China observou forte queda em seu mercado de ações, fruto da caçada regulatória, pelos problemas no mercado imobiliário e pelos sinais mais negativos de crescimento. Os EUA, e os índices de ações do país, foram, uma vez mais, os destaques positivos do ano.

Aqui, contudo, vale um alerta. A alta da bolsa dos EUA foi bastante concentrada em poucas ações, o que mostra algum nível de desconforto “por debaixo da superfície”. O mesmo desempenho positivo não ocorreu no mercado de renda fixa, que sofreu com a abertura das taxas de juros e alguma abertura de spreads de crédito.

O ano foi bastante desafiador para gestão ativa em ações, tanto no Brasil como nos EUA. No Brasil, o quadro técnico falou mais alto, com os investidores vendendo ações ou fundo de ações para comprar renda fixa. Nos EUA, o desempenho das FAAMGs (as gigantes de tecnologia) suportou a alta dos índices. Os fundos que não tinham posições relevantes nessas ações, acabaram apresentando desempenho relativo mais negativo.

Acredito que 2022 será mais um ano desafiador. Todavia, vemos oportunidades sendo criadas, e outras que irão aparecer ao longo do ano. Assim, estou bastante confiante no trabalho que temos desenvolvido no portfólio dos clientes, trazendo diversificação e consistência de longo prazo.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Ações
  • Bolsa de valores
  • Brasil
  • China
  • Conteúdo E-Investidor
  • Coronavírus
  • covid-19
  • Dolar
  • EUA
  • Inflação
  • Mercado financeiro
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Queremos cobrar menos por assinatura e aproximar o investidor, diz CEO da Empiricus

  • 2

    Como comprar dólar e pagar menos no exterior: os melhores apps e contas globais para viajar em 2026

  • 3

    Carnaval: bancos têm modo de proteção para golpes; veja como ativar nos apps

  • 4

    Do glitter ao hotel: ficou mais caro curtir o carnaval este ano?

  • 5

    Folia sem ficar no vermelho: especialistas ajudam a gastar menos e se planejar para a vida pós carnaval

Publicidade

Quer ler as Colunas de Dan Kawa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Logo E-Investidor
Saque FGTS: veja 3 documentos necessários para o trabalhador avulso
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: onde consultar o recibo após a entrega da DASN?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: como efetuar o pagamento?
Imagem principal sobre o IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Logo E-Investidor
IPVA 2026 Bahia: veja o calendário de vencimento das parcelas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda MEI: como fazer a declaração de 2026?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Logo E-Investidor
Tele Sena de Carnaval 2026: campanha premiará até R$ 4,7 milhões
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Primeira Infância (BPI)?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: o que é o Benefício Extraordinário de Transição (BET)?
Últimas: Colunas
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares
Einar Rivero
Seis carnavais depois, o mapa da recuperação global pós-pandemia expõe vencedores, retardatários e uma lição em dólares

Ibovespa despencou 52,09% em dólares em 2020. Mas avançou 185% desde então, rebote vigoroso mas insuficiente para recolocá-lo entre líderes globais

17/02/2026 | 13h28 | Por Einar Rivero
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha
Marco Saravalle
O paradoxo de 2026: investidor estrangeiro toma risco, local busca proteção e a curva longa fecha

Enquanto o investidor local mantém postura defensiva e privilegia o CDI, o capital estrangeiro entra com força na B3, apostando no fechamento da curva de juros e na compressão dos prêmios de risco no Brasil

16/02/2026 | 11h00 | Por Marco Saravalle
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar
Samir Choaib
Imposto sobre grandes fortunas: a tributação que o mundo abandonou e que o Brasil insiste em ressuscitar

O Projeto de Lei Complementar 5/2026 reacende o debate sobre taxar grandes fortunas e evidencia a escolha política de ampliar a arrecadação em vez de controlar despesas públicas

14/02/2026 | 06h30 | Por Samir Choaib
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?
Eduardo Mira
O Brasil corre risco de quebrar em 2027?

Com dívida perto de 85% do PIB, déficit nominal ao redor de 8% e juros reais acima de 6%, País enfrenta riscos; entenda

13/02/2026 | 14h36 | Por Eduardo Mira

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador