Os analistas destacaram também que a alavancagem da empresa encerrou o primeiro trimestre do ano em 3,6 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda, e a operação ajudará a reduzir esse porcentual para 2,96 vezes. “Após a troca de ativos hídricos com a Eletrobras, anunciada em dezembro de 2022, essa venda representa outro marco importante no plano de desinvestimento da Neoenergia”.
No relatório, os analistas lembram, ainda, que a companhia pretende se desfazer da participação de 10% em Belo Monte e na Termope, o que se concretizado representará uma desalavancagem adicional. Para eles, o negócio também é positivo uma vez que permitirá uma participação conjunta da Neoenergia com a GIC em futuros leilões de transmissão, reduzindo a demanda da empresa por capital para disputar novos ativos nos certames.
O relatório ainda sinaliza que a empresa teve bons resultados no segmento de distribuição de energia, uma de suas principais linhas de negócios.