“Acreditamos que a empresa possa se beneficiar de créditos fiscais para reduzir os pagamentos de impostos sobre os ganhos de capital derivados desta venda“, afirmam os analistas Daniel Carabolante Travitzky, Carolina Carneiro e Mario Wobeto em relatório.
Para o banco, o valor de patrimônio implícito da Copel nesta transação está alinhado com o valor justo estimado para a Compagas em nosso modelo. “Acreditamos que a Copel possa distribuir dividendos adicionais após esta venda, o que poderia aumentar o rendimento de dividendos de 2,2% a 3,0%, dependendo do imposto efetivo pago nesta transação”, apontam os analistas.
O Safra afirma que se mantém positivo em relação à Copel, já que a empresa atualmente negocia a uma taxa interna de retorno (TIR) atrativa de 10,8% e oferece um perfil de risco relativamente baixo.