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Banco Inter avança em ofensiva internacional e lança corretora nos EUA

A ideia é ampliar o menu de opções de investimentos nos EUA para brasileiros

Por Aline Bronzati, correspondente

12/05/2023 | 18:32 Atualização: 12/05/2023 | 18:32

App do Banco Inter. Foto: Brenda Rocha - Blossom/Shutterstock
App do Banco Inter. Foto: Brenda Rocha - Blossom/Shutterstock

Após duas aquisições, a Inter&Co, holding que controla o banco mineiro, dá novos passos em sua estratégia de expansão internacional para os Estados Unidos. Desta vez, o foco é orgânico. O conglomerado vai lançar uma corretora nos EUA, cujo objetivo é servir de ponte para os cerca de 26 milhões de clientes do banco investirem no maior mercado financeiro do mundo – e, quem sabe, no futuro a ambição de atrair também clientes americanos.

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A iniciativa é parte de um conjunto de ofensivas que o banco traçou para montar o quebra-cabeça da sua operação nos EUA enquanto rivais como Itaú Unibanco que adquiriu uma fatia na corretora Avenue, e o Bradesco, que comprou um banco na Flórida, também se movimentam para crescer neste mercado. Além da corretora, o Inter pretende lançar duas filiais no país, uma em Cayman e outra em Miami, e também vai estruturar uma plataforma de ‘wealth management’ para atender os clientes endinheirados.

De acordo com o CEO da Inter&Co, João Vitor Menin, as ações combinadas visam a expandir o ecossistema do banco nos EUA, que soma US$ 142 milhões em ativos sob custódia e depósitos. “Com a corretora, vamos oferecer ainda mais possibilidades aos clientes e também damos um passo muito importante para levar para os Estados Unidos todos os produtos de investimento que temos no Brasil“, diz o CEO da Inter&Co, João Vitor Menin, ao Broadcast.

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O movimento ocorre após o banco receber a licença da Financial Industry Regulatory Authority (Finra, agência autorreguladora de corretagem nos EUA) para operar como corretora de investimentos no país por meio da Inter&Co Securities. O anúncio oficial foi feito nesta sexta-feira, dia 12, durante o ‘Opening Bell’ da Nasdaq, tradicional toque do sino de abertura da bolsa de tecnologia, onde as ações do Inter estão listadas.

A nova fase de expansão do banco em território americano está sendo capitaneada pelo diretor da Inter Invest, Felipe Bottino, que está se mudando para Miami, nos EUA, para tocar de perto o negócio. Ele estará ao lado de Cassio Segura, executivo sócio da recém adquirida YellowFi, com foco em financiamento imobiliário nos EUA, e que foi ainda CEO do BB Americas no passado. Já a corretora será tocada por John Torola, que também traz uma bagagem local, com passagens pela Alpaca Securities e a fintech Wealthfront.

Segundo Bottino, a ideia é ampliar o menu de opções de investimentos nos EUA para brasileiros, democratizando o acesso aos clientes do varejo – algo que há pouco tempo era restrito à alta renda, mas também aproveitar o negócio para captar recursos para o próprio banco. Nesse sentido, o Inter prevê a oferta de instrumentos como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) no mercado americano.

Atualmente, o banco mineiro já tem toda a parte de renda variável e vai ampliar o seu portfólio de investimentos nos EUA para opções de renda fixa e fundos. O passo orgânico vem após duas aquisições para crescer no país. Primeiro, o Inter comprou a fintech norte-americana Usend e, mais recentemente, trouxe para dentro de casa a YellowFi.

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“A gente não quer servir única e exclusivamente para o brasileiro. Um dos sonhos grandes é ter também o investidor americano”, diz Bottino, ao Broadcast.

A ambição faz parte da meta do Inter de saltar de 26 milhões de clientes para 60 milhões até 2027. O banco não abre, porém, o tamanho da fatia que almeja nos EUA. Do universo atual de clientes, 1,4 milhão são contas internacionais, que se dividem em 300 mil investidores residentes nos EUA e 250 mil no Brasil.

Apesar do foco no público de varejo, o Inter também está crescendo junto a endinheirados. Hoje, de R$ 68 bilhões em investimentos sob gestão, R$ 12 bilhões são de ultra-ricos. Por isso, o banco também planeja a criação de uma plataforma para atender os ricaços nos EUA. “A gente brinca que está com um problema bom porque o Inter está crescendo em wealth sem mirar”, diz Bottino.

Para além da ótica de investimentos, o Inter avança na oferta de um leque completo de produtos bancários nos EUA. O banco já tem remessa, investimentos, aconselhamento, conta corrente, crédito imobiliário e até o fim do ano pretende lançar também cartão de crédito. Na área de financiamento para a compra de imóveis, cuja operação ganhou reforço com a compra da YellowFi nos EUA, a ambição do banco é saltar de uma originação anual de US$ 100 milhões para US$ 300 milhões em três anos, conforme Segura.

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Na visão do executivo, que comandou por cinco anos o banco do BB nos EUA, a concorrência com outros pesos pesados brasileiros nos EUA mais ajuda do que atrapalha. Isso porque embora hoje seja muito mais fácil investir no exterior atualmente, ainda há uma lacuna cultural a ser preenchida pelo setor. Até mesmo em um cenário de juros altos no Brasil, faz sentido olhar para outras geografias sob a ótica de diversificação, diz.

“Em tese, o brasileiro consegue diversificar os seus investimentos no Brasil, colocar os ovos em diferentes cestas. Mas todas as cestas estão na mesma carroça, então, não adianta, porque se a carroça tombar, todas as cestas vão cair e os ovos vão quebrar”, explica Segura.

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