Em relatório, os analistas Victor Penna e Wesley Bernabé destacam que a decisão de troca se baseia no fato de que, apesar dos desafios enfrentados pelas siderúrgicas no Brasil devido à grande entrada de aço importado no país desde o ano passado, as estratégias usadas pela Gerdau para manter as margens operacionais eficazes nos últimos trimestres podem seguir proporcionando resultados operacionais consistentes e superiores aos de seus concorrentes.
O banco também considera que a significativa exposição ao mercado de aço norte-americano, com demanda resiliente e perspectivas positivas devido aos programas governamentais de estímulo à economia e ao segmento de infraestrutura, coloca a empresa em uma posição diferenciada no setor e contribui para a solidez dos fundamentos no médio e longo prazo.
“Acreditamos que, mesmo com um cenário positivo para a bolsa, as teses mais cíclicas permanecerão em segundo plano, o que nos motiva a permanecer privilegiando em nossas indicações companhias com geração de caixa mais robusta e baixo endividamento”, apontam os analistas.