Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,74%, a 10.048,21 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,83%, a 25.098,53 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,04%, a 8.233,92 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 recuou 0,41%, a 8.479,08 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,25%, a 17.603,69 pontos. O FTSE MIB caiu 0,43% em Milão, a 45.558,68 pontos, na mínima do dia. As cotações são preliminares.
No início da tarde, comunicado conjunto da França, Alemanha, Itália, Polônia, Espanha, Reino Unido e Dinamarca subiu o tom de resposta para Washington e reafirmou que a Groenlândia “pertence ao seu povo”. O texto destaca que cabe à Dinamarca e à Groenlândia, “e somente a elas”, decidirem sobre assuntos que dizem respeito à elas.
Com renovado risco geopolítico global, papéis do setor de defesa estenderam ganhos. A italiana Leonardo saltou 5%, a alemã Rheinmetall disparou 4,4%, a sueca Saab teve alta de 5% e a britânica Rolls-Royce avançou 1,2%.
Além da questão da Groenlândia, investidores monitoram as tensões entre China e Japão, diante a questão de Taiwan. A situação pressionou papéis do setor de luxo, com a segunda principal potência econômica do mundo sendo uma das principais consumidoras dos produtos. Em Paris, a LVMH e a Kering cederam 1,96% e 3,34%, respectivamente. Em Milão, a Brunello Cucinelli e a Ferrari perderam 1,85% e 0,09%, respectivamente.
As expectativas também se mantêm para os desdobramentos no possível acordo de paz entre Rússia e Ucrânia, depois do encontro dos líderes da “Coalizão dos Dispostos”.
No cenário macroeconômico, a inflação anual da zona do euro desacelerou, o que sugere que o Banco Central Europeu (BCE) manterá os juros nos níveis atuais, segundo o ING. As vendas do varejo recuaram na Alemanha.