DÓLAR R$ 5,66 -0,45% ITUB4 R$ 26,91 +1,01% EURO R$ 6,74 -0,36% MGLU3 R$ 21,71 +0,18% BBDC4 R$ 25,36 +0,63% PETR4 R$ 23,89 +1,01% ABEV3 R$ 15,50 +0,91% IBOVESPA 118.416,70 pts +0,63% GGBR4 R$ 31,07 -0,16% VALE3 R$ 103,28 +0,27%
DÓLAR R$ 5,66 -0,45% ITUB4 R$ 26,91 +1,01% EURO R$ 6,74 -0,36% MGLU3 R$ 21,71 +0,18% BBDC4 R$ 25,36 +0,63% PETR4 R$ 23,89 +1,01% ABEV3 R$ 15,50 +0,91% IBOVESPA 118.416,70 pts +0,63% GGBR4 R$ 31,07 -0,16% VALE3 R$ 103,28 +0,27%
Delay: 15 min
Últimas notícias

BTG Pactual vê dólar a R$6,40 no fim do ano

  • O BTG Pactual elevou suas projeções para o dólar ao fim de 2021 e 2022, depois dos movimentos da moeda em março em decorrência da deterioração "substancial" do cenário doméstico

(Reuters) – O BTG Pactual elevou suas projeções para o dólar ao fim de 2021 e 2022, depois dos movimentos da moeda em março em decorrência da deterioração “substancial” do cenário doméstico e do quadro mais favorável à economia norte-americana, e alertou que, num cenário de maior gasto público e forte alta do risco-país, a cotação poderia terminar o ano em 6,40 reais.

A taxa de 6,40 reais seria alcançada num cenário em que o custo fiscal adicional para financiar gastos de combate à pandemia ficasse entre 200 bilhões de reais e 300 bilhões de reais, o que poderia levar o CDS de cinco anos a 550 pontos-base.

A PEC Emergencial aprovada em março liberou recursos de até 44 bilhões de reais para o pagamento da nova rodada de auxílio emergencial neste ano. O CDS do Brasil estava em 221 pontos-base nesta quinta-feira.

Mas no cenário-base do BTG o dólar fecha o ano em 5,40 reais, acima dos 5,20 reais previstos antes.

Dentre os fatores locais que ditaram piora no sentimento e motivaram a revisão dos números estão agravamento da pandemia, maiores riscos fiscais e percepção de maior intervencionismo na economia –esta desencadeada pela troca de comando da Petrobras.

“O principal risco negativo para o nosso cenário de câmbio é uma sinalização de deterioração adicional das contas públicas do país”, afirmou o banco em nota.

O BTG citou como elementos de piora no cenário eventual decretação do estado de calamidade e/ou de abertura indiscriminada de créditos extraordinários para custear gastos ou programas similares aos de 2020. Isso “aumentaria o risco país e depreciaria a moeda doméstica”, disseram os analistas.

Mesmo com as novas projeções embutindo um cenário pior, elas ainda apontam queda do dólar até o fim do ano, visto que a moeda estava em cerca de 5,60 reais nesta quinta. Essa perspectiva de baixa é explicada pelo banco a partir do controle da pandemia no Brasil –que segundo o BTG vai ajudar a diminuir o risco-país–, do aumento da Selic para 5,00% (a taxa está atualmente em 2,75%) e dos maiores preços de commodities no mercado internacional.

Invista com TAXA ZERO de corretagem por 3 meses. Abra sua conta na Ágora Investimentos

Informe seu e-mail

Faça com que esse conteúdo ajude mais investidores. Compartilhe com os seus contatos