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Cobre fecha sessão desta quarta-feira sem direção única

Mercado mantém atenção à covid na China e política monetária

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Cobre e ouro da mineradora Vale, em Parauapebas, sudeste do Pará (Foto: Vale/Divulgação)

(Estadão Conteúdo) – Os contratos futuros de cobre ficaram sem direção única, nesta quarta-feira, à medida que mercado pondera os sinais de arrefecimento do coronavírus na China com expectativas pela redução de estímulos monetários.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para setembro subiu 0,22%, a US$ 4,2580 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses perdia 0,27%, a US$ 9.351,00 por tonelada, às 14h20 (de Brasília).

Analistas do TD Securities explicam que o controle do vírus pela China reduz as incertezas referentes à demanda por cobre. Hoje, o país asiático reabriu um terminal do porto de Ningbo-Zhoushan que estava fechado por conta de um caso de covid-19.

Apesar disso, os analistas ponderam que os preços podem ser pressionados pelas perspectivas de desaceleração da retomada econômica. “Os ventos favoráveis estão se transformando em ventos contrários, enquanto o crescimento global diminui e os bancos centrais começam a se tornar mais restritivos”, destacam.

O TD Securities acrescenta que investidores ficarão de olho no Simpósio de Jackson Hole do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), na sexta-feira, para mais pistas sobre a política monetária.

Em relatório, o Commerzbank cita dados do Grupo Internacional de Estudo de Chumbo e Zinco (ILZSG, na sigla em inglês) que mostram que ambos os mercados estão com excesso de oferta.

“Em torno de US$ 3 mil e perto de US$ 2,3 mil por tonelada respectivamente, os preços do zinco e chumbo estão sendo negociados em níveis elevados em nossa opinião. No entanto, acreditamos que preços mais baixos são justificados devido aos mercados com excesso de oferta”, avalia o banco.

Entre outros metais negociados no pregão eletrônico da LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio ganhava 0,13%, a US$ 2.618,50. A do zinco, por sua vez, cedia 0,10%, a US$ 3.015,00, a do estanho aumentava 0,50%, a US$ 33.000,00, a do níquel tinha alta de 0,56%, a US$ 19.180,00 e a do chumbo se elevava 0,87%, a US$ 2.313,50.

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