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Dólar pode testar novas mínimas após cair 2,16% em fevereiro; o que esperar do câmbio em março

Moeda americana perde força pelo segundo mês seguido e já devolveu mais da metade da valorização registrada em todo o ano de 2025

Por Murilo Melo

27/02/2026 | 18:32 Atualização: 27/02/2026 | 18:44

Dólar recuou mais em fevereiro e analistas fazem as projeções para março de 2026. (Imagem: Thicha em Adobe Stock)
Dólar recuou mais em fevereiro e analistas fazem as projeções para março de 2026. (Imagem: Thicha em Adobe Stock)

O dólar encerrou fevereiro cotado a R$ 5,13, após registrar queda de 0,10% nesta sexta-feira (27), última sessão do mês. No acumulado de fevereiro, a moeda americana perdeu 2,16% frente ao real e já acumula recuo de 6,47% em 2026. Para contextualizar a dimensão do movimento, o real valorizou 11,3% ao longo de todo o ano de 2025, o que significa que mais da metade desse ganho foi conquistado em apenas dois meses. Para março, moeda deve seguir pressionada.

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A queda desta sexta-feira foi influenciada pela formação da Ptax, uma taxa de câmbio de referência calculada pelo Banco Central (BC) e utilizada como base para liquidação de contratos financeiros, especialmente derivativos cambiais e operações de hedge (proteção). Próximo à sua apuração, em geral no fim do mês, é comum que o mercado registre movimentos mais técnicos, com investidores ajustando posições para se adequar à taxa que será utilizada nos vencimentos.

No mesmo dia, tensões geopolíticas envolvendo possíveis ataques ao Irã pressionaram levemente o câmbio no sentido oposto.

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O que empurrou o dólar para baixo em fevereiro

A queda ao longo de fevereiro se deve a uma combinação de fatores internos e externos que agiram juntos a favor do real. “O movimento foi sustentado principalmente por um ambiente externo mais favorável a moedas emergentes, pelo enfraquecimento global do dólar e pelo elevado diferencial de juros no Brasil, que continua atraindo fluxo estrangeiro“, diz Elson Gusmão, diretor de câmbio da Ourominas.

Gusmão também aponta que os dados de inflação e atividade nos Estados Unidos influenciaram diretamente as expectativas sobre a política monetária norte-americana, o que reduziu a força do dólar no mercado global.

“No Brasil, o carrego elevado, a entrada de recursos estrangeiros e a ausência de ruídos fiscais mais graves ajudaram a manter o câmbio em patamar mais baixo”, afirma.

O DXY, o índice que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de moedas fortes de países desenvolvidos, oscilou ao longo do mês, mas segue em queda no acumulado do ano, o que favorece moedas emergentes como o real.

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Outro fator que pesou bastante foi o fluxo de capital estrangeiro direcionado à Bolsa de Valores brasileira. Dados da B3 mostram entrada líquida adicional de aproximadamente R$ 15 bilhões em fevereiro, elevando o total do ano para cerca de R$ 41 bilhões. Esse volume aumenta a oferta de dólares no mercado local e funciona como um termômetro do apetite de investidores internacionais por ativos brasileiros, aproveitando valuations (avaliação do preço de ativos) atrativos e os recordes sucessivos do Ibovespa.

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Em relatório, o Itaú BBA resume bem o que ocorreu no período. “Um cenário externo mais benigno, combinado com um prêmio de risco doméstico ainda contido e um amplo diferencial de taxas de juros permitiu que o real fosse negociado em níveis mais valorizados no início do ano”, escrevem os analistas.

O que esperar do dólar em março

Para março, Gusmão avalia que o mercado deve operar com mais volatilidade e cautela. O dólar pode seguir pressionado para baixo, enquanto investidores permanecem atentos a qualquer surpresa relevante tanto no exterior quanto na condução das contas públicas no Brasil.

Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, observa que, no front externo, em março as atenções se voltam para as decisões e sinalizações do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). O mercado precifica dois cortes de juros pela autoridade monetária norte-americana ao longo de 2026, ambos concentrados no segundo semestre. Há, porém, quem avalie que esses cortes podem não se justificar, levando Fed a adotar postura mais conservadora.

 

Esse debate ocorre em meio a uma transição na liderança da instituição e a pressões da Casa Branca por juros mais baixos. Novos dados de inflação e de mercado de trabalho nos Estados Unidos também estarão no radar.

No Brasil, eleições têm papel fundamental na cotação do dólar

No Brasil, Shahini diz que qualquer deterioração da percepção fiscal ou aumento de ruído político tende a gerar reação imediata no câmbio. A manutenção do fluxo estrangeiro e do diferencial de juros, por outro lado, favorece novas quedas.

“É possível que esse movimento continue e que vejamos novos níveis de mínima para o dólar. O real vem apresentando bom desempenho mesmo em momentos de maior volatilidade externa, e episódios recentes de aversão ao risco têm sido menos sentidos no mercado doméstico”, afirma.

“A expectativa é de aumento dessa volatilidade principalmente no segundo semestre, à medida que o processo eleitoral avance e novas informações passem a influenciar mais diretamente os preços de mercado”, afirma o especialista da Nomad. “Não há um piso técnico ou fundamental rígido para o dólar. Novas mínimas são possíveis caso o ambiente externo permaneça favorável e o Brasil continue oferecendo retorno elevado”, completa Gusmão, da Ourominas.

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O Morgan Stanley também reconhece que o real está fortemente ligado ao desfecho das eleições brasileiras de outubro. O banco aponta que, caso as pesquisas continuem a indicar apoio a candidatos percebidos como mais responsáveis do ponto de vista fiscal, o dólar pode cair abaixo de R$ 5 antes do pleito.

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A instituição também afirma não estar preocupada com o ciclo de afrouxamento monetário do BC, dada a forte vantagem de carry trade (estratégia que consiste em tomar recursos em países com juros baixos e aplicá-los em países com juros mais altos) do real frente a outras moedas.

Para Shahini, com o aumento esperado da volatilidade local, a tendência é que o câmbio passe a oscilar em torno da faixa entre R$ 5,30 e R$ 5,40 até o final do ano. O BBA revisou sua projeção cambial de R$ 5,50 para R$ 5,40 ao fim de 2026 e de R$ 5,70 para R$ 5,60 em 2027.

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