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Dólar hoje sobe a R$ 5,49, com mercado de olho em juros e tensões geopolíticas

Até agora, o dólar teve recuo de 3,09% no mês e subiu 12,92% no ano.

Por Murilo Melo

26/08/2024 | 17:32 Atualização: 26/08/2024 | 17:35

Foto: Adobe Stock
Foto: Adobe Stock

O dólar hoje fechou o pregão em alta de 0,24%, sendo cotado a R$ 5,4928. Pela manhã, a moeda americana abriu em alta de 0,08%,  comercializada a R$ 5,4861.

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Desde sexta-feira (23), o mercado financeiro foi tomado por um sentimento de otimismo depois que o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, indicou, em seu discurso no Simpósio de Política Econômica de Jackson Hole, que o início do afrouxamento monetário nos Estados Unidos pode acontecer em setembro.

Powell mencionou que os riscos para a inflação estão menores e os riscos de queda no emprego são maiores, sugerindo que “é o momento certo” para flexibilizar a política monetária e que “o caminho a ser seguido está claro”.

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A principal incerteza é o tamanho do corte nas taxas de juros. Powell afirmou que a decisão dependerá dos “dados que forem divulgados, da evolução das expectativas e do equilíbrio dos riscos”. Por isso, esta semana é de atenção para o mercado. Nos próximos dias, serão divulgados os números do Índice de Preços de Gastos com Consumo (PCE), que é o indicador inflacionário preferido do Fed, além da segunda estimativa do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.

Esses dados devem ajudar o banco central americano a decidir se o primeiro corte de juros será de 0,25 ou 0,50 ponto percentual. A ferramenta de monitoramento CME FedWatch aponta para uma maior probabilidade de um corte menor, com 76% das apostas nesse sentido.

Tensões geopolíticas

O Exército de Israel lançou um ataque a dezenas de alvos do Hezbollah no Líbano durante a madrugada de domingo, como parte de uma ofensiva planejada para evitar um confronto de grande escala.

Os ataques israelenses foram direcionados a lançadores em 40 locais no sul do Líbano, após identificar que o Hezbollah estava se preparando para lançar mísseis e foguetes contra as regiões norte e central de Israel, conforme informou Daniel Hagari, porta-voz do exército israelense.

Há suspeitas por parte de Israel de que o prédio-sede do Mossad, sua agência de inteligência, localizado ao norte de Tel Aviv, estaria entre os alvos potenciais, de acordo com uma fonte familiarizada com a situação.

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Nas últimas semanas, Israel vinha se preparando para uma possível retaliação do Hezbollah, especialmente após o assassinato de um de seus comandantes em Beirute, ocorrido em julho.

Esses confrontos ocorrem em um momento em que os Estados Unidos e diplomatas regionais estão empenhados em evitar uma escalada maior do conflito, após uma série de assassinatos atribuídos a Israel em Teerã e Beirute. Tanto o Irã quanto o Hezbollah prometeram uma resposta severa, mas até o momento não tomaram nenhuma ação significativa. A falta de uma retaliação coincide com uma nova rodada de negociações em busca de um cessar-fogo em Gaza.

Galípolo volta a falar sobre atuação do Banco Central

O diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira (26) que não prevê “grandes rupturas” na atuação do Banco Central. Ele destacou que a instituição está aberta a todas as opções para definir a taxa básica de juros, a Selic. Galípolo explicou que o Banco Central adota um modelo institucionalizado para analisar os dados econômicos e que as diferenças de opinião entre os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) são “granulares”.

Essas declarações foram feitas durante a “2ª Conferência Diálogos com o Futuro”, realizada pelo Tribunal de Contas do Estado do Piauí, em Teresina. Galípolo também mencionou que, na reunião de maio, quatro diretores votaram por uma redução de 0,5 ponto percentual na Selic, enquanto cinco preferiram um corte de 0,25 ponto percentual. Ele enfatizou que a política monetária tem efeitos sobre a economia ao longo dos 18 meses seguintes e que a diferença de impacto entre as opções de corte estaria dentro da “margem de erro”.

Até agora, o dólar teve recuo de 3,09% no mês e subiu 12,92% no ano.

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