“A falta de progresso significa que o mercado está ficando mais apertado a cada dia, exigindo que os preços do petróleo sejam reajustados para níveis mais altos”, dizem analistas do ING, instituição financeira neerlandesa. “Há poucas alternativas para suprir um déficit de cerca de 13 milhões de barris por dia.” Segundo relatos, o Irã propôs aos EUA reabrir o estreito, desde que seu programa nuclear seja retirado das negociações.
As bolsas de Nova York operam em queda nesta segunda-feira. Os investidores seguem direcionando atenção aos impasses da guerra e aos balanços corporativos. Às 13h10 (de Brasília), o Dow Jones caía 0,25%, o S&P 500 recuava 0,13% e o Nasdaq tinha queda de de 0,33%.
Na agenda desta semana, o destaque fica com a decisão de juros do banco central norte-americano, o Federal Reserve (Fed), na quarta-feira (29).
Os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, operam em alta nesta segunda-feira. O mercado aguarda dois leilões do Tesouro americano, de US$ 69 bilhões em T-notes de 2 anos e US$ 70 bilhões em T-notes de 5 anos. Às 13h10 (de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 3,804%, o da T-note de 10 anos avançava a 4,328% e o do T-bond de 30 anos aumentava a 4,938%.
No câmbio, dólar opera em leve baixa frente a outras moedas de economias desenvolvidas nesta segunda-feira. Às 13h10 (de Brasília), o euro subia a US$ 1,173, a libra avançava a US$ 1,355 e o dólar caía a 159,29 ienes. Já o índice DXY – que acompanha as flutuações da moeda norte-americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha baixa de 0,13%, a 98,40 pontos
Frente o real, a moeda americana, no mesmo horário, operava em queda de 0,20%, ficando na casa dos R$4,97